seja um seguidor da CULTURA CARIRI

Mostrando postagens com marcador música cariri. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música cariri. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de abril de 2012

Bandas alternativas buscam espaço na região do Cariri, Matéria de Yaçanã Neponucena

Muitas vezes, os trabalhos das bandas precisam ser pagos pelos próprios integrantes
Os grupos reclamam da falta de apoio do poder público
A expectativa é de que mais de cinco mil pessoas participem desta edição do evento
O grande diferencial do Armazém do Som é que a programação dá oportunidade para as bandas menos favorecidas da região se apresentar





Na região, cerca de 70% das bandas produzem trabalhos autorais e 30% fazem cover, mas elas são pouco divulgadas.
Crato Atualmente, existem Crato Atualmente, existem mais de 100 bandas e grupos musicais alternativos na região do Cariri. Eles apresentam seus shows nos mais variados formatos, com performances que vão desde a tradição regional até o rock. Entretanto, todas as vertentes sofrem uma concorrência desleal com a música de massa, principalmente a produzida pelas bandas de forró eletrônico.

Para os grupos alternativos, os espaços para divulgação de seus trabalhos em emissoras de comunicação ainda é restrito, uma vez que a programação da maioria delas é voltada para o gênero do forró eletrônico.

Para apresentar seus shows, os grupos musicais alternativos caririenses dispõem de espaços em instituições que trabalham a contracultura, como o Serviço Social do Comércio (Sesc), o Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) ou as secretarias municipais de Cultura, em que os aspectos fogem do foco da cultura consumida pela grande massa e privilegiam as demais iniciativas artísticas e culturais.

Considerando que, em Fortaleza, há uma rotatividade maior de público e mais espaço para shows, a frequência de bandas que fazem cover é maior, se comparada com outras regiões do Interior do Estado.

Trabalhos autorais

No Cariri, o número de bandas que produzem trabalhos autorais é predominante. Estima-se que apenas 30% delas fazem cover. As mais conhecidas são a Rei Bulldog, Dead Rose e Los The Os. Já para os artistas com trabalhos autorais, o destaque é para Abidoral Jamacaru, Dr. Raiz, Glory Fate, Nightlife, Dudê Casado, Al Capone, Tá é Bebo, Sabunbeiros Cariris e Cantigar.

Apesar do pouco espaço na mídia, na região existem cerca de dez produtoras musicais que trabalham com o cenário alternativo, como a Sertão Pop e a Mundo Cariri, que esporadicamente promovem eventos e produzem álbuns. Os trabalhos precisam, muitas vezes, ser pagos pelos próprios componentes das bandas. Os custos dos investimentos em instrumentos, em equipamentos, gravações e pessoal são altos e, por não ter muito espaço para tocar, a realidade dos músicos acaba ocultando o glamour das apresentações.

Diante da falta de recursos e de um mercado consumidor que não oferece muitas possibilidades, a maioria deles não utiliza a música como forma de sobrevivência, e são quase que obrigados a trabalhar também em outros setores.

De acordo com o gestor técnico do Programa Cultura do Sesc, Antônio Queiroz, para a valorização dos trabalhos alternativos, autorais ou cover, falta iniciativas do poder público no que diz respeito à instalação de equipamentos que ofereçam espaços para que as apresentações aconteçam de uma forma digna.

"A gente vê que existem vários projetos legais que não são consolidados por falta de investimentos. Atualmente, as verbas para a cultura são insuficientes. É preciso que haja um pouco mais de interesse dos gestores públicos quanto ao reconhecimento da importância dos grupos culturais. A iniciativa privada também precisa dar sua contribuição", considera.

Falta de estrutura

Na região do Cariri há uma necessidade latente por espaços adequados para realização de apresentações culturais. Os locais que hoje são disponibilizados estão sem incrementos, adaptações e recursos técnicos satisfatórios e por isso permanecem sem qualquer utilidade.

Além do Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcante, em Crato, do Parque de Eventos Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, e do Parque da Cidade, em Barbalha, tomados pela iniciativa privada para a realização de eventos que agradam aos consumidores da cultura de massa, ainda não existe nenhum espaço público voltado especificamente para a realização de eventos culturais de grande porte.

O Governo do Estado iniciou a construção de um Centro de Convenções no Cariri, mas, desde 2009, a obra está em andamento e sem previsão para término. O equipamento está orçado em R$ 9,6 milhões e, quando estiver pronto, terá capacidade para acolher, além de grandes eventos culturais, como apresentações de música, teatro e dança, seminários e fóruns de negócios. Na cidade do Crato, no Centro Cultural do Araripe, raramente acontecem ações. O espaço está sendo mal utilizado.

A frequência de shows alternativos de bandas autorais nos Municípios caririenses é pequena, chegando a ser de apenas duas apresentações por mês. Alguns grupos fazem apenas uma a cada seis meses. A remuneração dos artistas também é baixa. Os cachês são bem mais inferiores do que os pagos a bandas conceituadas pelas emissoras de rádio. A desvalorização artística está diretamente atrelada à demanda de mercado.

Grupos se apresentarão em mostra

Entre os próximos dias 2 e 12 de maio, o Serviço Social do Comércio (Sesc) de Juazeiro do Norte irá promover a Mostra de Bandas Armazém do Som. O evento é um desdobramento do projeto mensal de música da instituição, que acontece nacionalmente em todas as unidades.

O formato já vem sendo realizado há quatro anos no Cariri. O período das inscrições aconteceu até o último mês de março, quando foi realizada a curadoria das bandas. Desta vez, o Sesc deu oportunidade aos grupos que nunca participaram da mostra e aos que estão com novo trabalhos, como foi o caso da banda Glory Fate, que lançou seu terceiro CD recentemente.

Durante a mostra, além das bandas locais que passaram pela seleção, haverá apresentações de artistas convidados, indicados por meio de pesquisas ou que enviaram material ao Sesc.

Nesta edição, irão se apresentar Artur Menezes, guitarrista que está consolidando sua carreira em São Paulo e no exterior; a banda de reggae Dona Lili, que traz um trabalho cultural; a Prowler, do Piauí que faz cover do Iron Maiden; Hardvolts, cover do ACDC; Damage Inc, cover do Metallica e a Ghost Rider, cover do Rush. Paralelamente ao evento, acontecerá o III Seminário de Música e Comportamento, em que serão realizadas ações temáticas, workshops, palestras e shows, além da exibição de filmes e documentários sobre o tema em pauta.

Programação

Toda a programação pretende trabalhar a formação e melhoramento do senso crítico dos participantes e músicos. As oficinas serão de técnica vocal, de bateria, que terá como facilitador o baterista internacionalmente conhecido por fazer parte da banda Almah e Burning in Hell, Marcelo Moreira. A de contrabaixo elétrico será ministrada por Marcelo Randermarck, baixista, compositor e arranjador e de guitarra, que terá como instrutor Artur Menezes.

As inscrições para o seminário são gratuitas e acontecem no mesmo período da Mostra de Bandas. Já o projeto Som das Tribos, que será promovido nos intervalos entre as bandas, trará exibições de clipes e shows, respeitando o gênero do dia.

Ao todo, estão sendo esperadas mais de cinco mil pessoas durante o evento. O grande diferencial do Armazém do Som é que a programação dá oportunidade para as bandas de garagens da região se apresentarem.

Atualmente, ainda não há espaço para que elas tenham uma boa visibilidade na dinâmica de apresentações. Sem espaço nas emissoras de rádio, os grupos ficam limitados apenas aos ensaios. A mostra já se configura como a porta de entrada no cenário musical. Por meio das apresentações, as bandas adquirem público e experiência com a troca de informações com outros músicos. Os grupos que se destacam durante a mostra acabam entrando em outros projetos promovidos pelo Sesc e também por outras instituições.

Diversidade

Pela sua duração, quantidade de apresentação e público diversificado, a Mostra de Bandas Armazém do Som representa um dos maiores eventos de música da região do Cariri. Na edição anterior, mais de seis mil pessoas puderam conferir 30 bandas, desde as que estavam em sua primeira apresentação até aquelas mais experientes e com carreira já consagrada, como Simone Soul e a banda Almah.

Neste ano, as apresentações mais aguardadas são as dos grupos que vão fazer tributos a bandas internacionais. A banda Prowler, por exemplo, está sendo uma das mais aguardadas pelo público que curte rock.

A programação que é inteiramente gratuita acontecerá através da distribuição de senhas para os shows de cada noite

Mais informações

Serviço Social do Comércio (Sesc)

Rua da Matriz, 227,

Bairro Centro - Crato

Região do Cariri

Telefone: (88) 3581.1065

YAÇANÃ NEPONUCENA
REPÓRTER

fonte: Diário do Nordeste Regional!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Inauguração do Boteco: João e Maria!

Pra quem estava curioso pra saber onde será, quando será a inauguração, e o que é o JOÃO E MARIA, o mistério acabou: é o mais novo "boteco" da região! Administrado pelo nosso amigo Sangielo Cruz, no antigo "cancela", o boteco vai resgatar o samba de raiz, a música da época do vinil e tudo que a galera boêmia sentia falta! JOÃO E MARIA terá sua inauguração oficial nesta sexta feira 30 de março de 2012, a partir das 19:00h, inicio da noite com muito samba de raiz, com o GRUPO: SAMBA DE MINUTO: Formado por Janinha Brito, Cidinho, Savio, Rodrigo Moura, Herlim Herlon Alves!


domingo, 18 de dezembro de 2011

Riquezas do Cariri! Trio Instrumental Ceará!

O Trio Instrumental é composto por acadêmicos de música da região do Cariri, no estado do Ceará. A Experimentação abrange temas melódicos construídos a partir da base: violino, violão e contrabaixo. Seu repertório eclético transita pelo jazz, blues, música de concerto e música popular brasileira.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

VI Semana de Educação Musical da UFC valoriza cultura cearense


Acontece nesta semana a VI Semana de Educação Musical (SEMU) da Universidade Federal do Ceará, que ocorre simultaneamente em Fortaleza e no Campus do Cariri, entre os dias 23 e 27 de maio. É a primeira vez que o evento ocorre descentralizado, com o objetivo de atingir um maior número de participantes.
O tema desta edição é “Educação Musical: valorizando a cultura cearense”. Na programação, estão previstas mesas-redondas, oficinas, palestras, recitais e apresentações culturais. O evento será aberto às 8h30min do dia 23, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação, com recital do Grupo de Flautas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE).

Em seguida, ocorrerá a mesa-redonda “Educação Musical nas Escolas Estaduais”. Os convidados serão os professores Custódio Almeida, Pró-Reitor de Graduação; Izaíra Silvino e Luiz Botelho, do curso de Educação Musical; além de representante da Secretaria da Educação Básica do Estado do Ceará (Seduc).

Serão oferecidas oficinas de Arranjo, Flauta Transversal, Semiologia da Música, Leitura e Notação Rítmica, Prática Coletiva de Violão, Gaita, Princípios de Técnica Vocal e Fisiologia da Voz, Improvisação e Musicografia Braille. Todas serão realizadas de terça (24) a quinta-feira (26), de 10h às 12h, no bloco didático do curso de Educação Musical.

Dentre os palestrantes, o evento traz nomes como Cristiane Holanda (Seduc), Prof. Marco Túlio (Educação Musical – UFC) e Alan Mendonça (movimento Bora! Ceará Autoral Criativo). As apresentações musicais incluem grupos locais como Choro Acadêmico, Mestiço Trio e Realejo Viramundo. No encerramento, haverá show do Quinteto Agreste. Será conferido certificado de participação.

terça-feira, 12 de abril de 2011

CCBNB-Cariri comemora cinco anos de existência valorizando os artistas e grupos caririenses


Geraldo Júnior - Foto de divulgação

Recebi a seguinte notícia do Setor de Imprensa do CCBNB, que reproduzo abaixo:

 – O Centro Cultural Banco do Nordeste-Cariri (Rua São Pedro, 337 – Centro – fone: (88) 3512.2855), com sede em Juazeiro do Norte, na região Sul do Ceará, comemora, neste mês, cinco anos de existência, valorizando os artistas e grupos caririenses. Será realizada uma série de eventos comemorativos, abrangendo espetáculos de teatro adulto e infantil, shows, exibição de filmes, contação de histórias e passeio cultural.

Neste sábado, 9, às 16 horas, acontecerá a contação de histórias “Deuses, heróis e monstros da mitologia”, com Elizabete Pacheco, inspirada na milenar mitologia grega e permeada por aventuras que envolvem deuses e monstros. O conjunto de histórias mostra como a humanidade era vista pelos antigos gregos e como ela está presente na história do ocidente. A contação será reapresentada no dia 16, às 16h.

Além da contação de histórias, três espetáculos infantis serão apresentados no teatro do CCBNB-Cariri: “Tio G.” (neste sábado, 9, às 15h); “Lampiãozinho”, com a Cia. Yoko de Teatro, do Crato (dia 16, às 15h e 17h); e “Os três porquinhos”, com a Cia. Anjos da Alegria, também do Crato (dia 30, às 15h).

A mostra de filmes destaca o trabalho de cineastas caririenses. Neste sábado, 9, às 17h30, serão exibidos os seguintes curtas-metragens: “A curva”, de Salomão Santana; “Corpos sagrados”, de Mariana Porto; “Cerca”, de Glauco Vieira; “Amor”, de Ythallo Rodrigues; e “Jarro de Peixes”, de Salomão Santana. No dia 16, será apresentado o longa-metragem “Estrada para Ythaca”, dirigido pelos Irmãos Pretti e Primos Parente. E no dia 30, a partir das 17h30, serão exibidos cinco curtas-metragens: “Lampião”, de Ythallo Rodrigues; “Também sou teu povo”, de Orlando Pereira e Franklin Lacerda; “Encontro não marcado”, de Michel Macedo; “Adeus, meu bem!”, de Allison Gomes e Ythallo Rodrigues; e “Quarta parede”, de Allison Gomes e Roberto Alves.

Dentro do programa Arte Retirante, que leva espetáculos para além das dependências do Centro Cultural, serão encenadas cinco peças teatrais, sendo quatro adultas e uma infantil, a saber: “Bodas de sangue”, do autor espanhol García Lorca e direção de Márcio Rodrigues, com o grupo cratense Centauro de Teatro, no município de Barbalha (dia 10, às 19h); “A vingança do finado Joaquim”, dirigida por Flávio Rocha e apresentada pela Cia. Anjos da Alegria, do Crato, na Vila Três Marias, em Juazeiro do Norte (dia 17, às 16h30); “Retalhos de minha terra”, com direção, pesquisa e texto de Gilsimar Gonçalves e apresentação pelo Grupo de Teatro Louco em Cena, de Barbalha, na Festa dos Karetas, na cidade de Jardim (dia 21, às 17h). E para a garotada, o espetáculo infantil “Os três porquinhos”, com a Cia. Anjos da Alegria, do Crato, na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda (dia 29, às 16h).

Já no teatro do CCBNB-Cariri, serão apresentados os seguintes espetáculos cênicos: “Pássaro de voo curto”, com texto de Alcione Araújo e direção de Mauro César, e encenação pela Cia. Entremeios de Teatro, do Crato (dia 12, às 19h); “Avental todo sujo de ovo”, com direção de Jânio Tavares e apresentação pelo Grupo Ninho de Teatro (dia 13, às 19h); “Caboré”, com direção de Mano Damasceno e apresentada pela Cia. Desabafo de Teatro, de Juazeiro do Norte (dia 14, às 19h); “A comédia da maldição”, texto e direção de Cacá Araújo, com a Cia. Cearense de Teatro Brincante, do Crato (dia 15, às 19h); “O hóspede”, com direção de Joylson John Kandahar, encenada pela Cia. Mandacaru, de Juazeiro do Norte (dia 19, às 19h); e o monólogo “Retrato”, livremente inspirado na obra de Elias José, com texto e direção de Yarley Lima e apresentação de Walesvick Pinho, da Cia. Yoko de Teatro, do Crato (dia 20, às 19h).

Na área musical, serão realizados, no final do mês, nove shows comemorativos dos cinco anos de existência do Centro Cultural BNB-Cariri. No dia 26, apresentam-se Os Peleja, de Barbalha, às 18h30, e a Família Linard, do Crato, às 19h50. No dia 27, o rock do Morfin 8, às 18h30, e da Glory Fate, às 19h50 (ambas são de Juazeiro do Norte). No dia 28, às 18h30, canta Sílvio Grangeiro, de Milagres, e às 19h50, Geraldo Júnior, de Juazeiro do Norte. No dia 29, é a vez do show coletivo que reunirá nomes como Abidoral Jamacaru, Luiz Carlos Salatiel, João do Crato e Zabumbeiros Cariris, às 19h. No dia 30, Cleivan Paiva e Dihelson Mendonça, ambos do Crato, apresentam juntos o show “Tons musicais”, às 20h. No dia 1º de maio, Geraldo Júnior retorna ao palco, mas desta vez na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda, às 19hs.


Antes, no dia 30 de abril, às 16h30, haverá o Passeio Cultural, cujo objetivo é mostrar às crianças lugares do Cariri, valorizando a cultura e a história da região. O foco do passeio serão as praças históricas, a exemplo da Praça da Sé, no Crato.
fonte: http://musicadoceara.blogspot.com/

segunda-feira, 21 de março de 2011

Show de Elomar, Por: Daniel Fidélis

Como falar de um show sem platitudes e obviedades? Como iniciar uma frase sobre um brasileiro, nordestino e que faz musica de verdade? Difícil.

Senti-me tão inverso ao que costumo ser, que até fiquei extasiado por quase toda a apresentação.

Indo ao principio da noite, começo com a triste verdade de não poder fotografar Elomar em nenhum momento. Entrando no Teatro Patativa do Assaré, já ouço a passagem do som. Minha mão coçava feito louco para fazer umas fotos. Lá estava ele, sentado bem na minha frente, entre a Flautista Elena Rodrigues e seu filho, o maestro João Omar. La no cantinho estava o violoncelista Marcos Roriz. Por trás do Elomar havia uma cantora lírica, convidada especial, Luciana Monteiro.


Em certo momento ficam somente os músicos e Elomar vai ao camarim. Então eu pude entrar em ação. Fiz algumas fotos dos músicos e já fui me sentindo menos baldado.

Aproveitei para dar uma voltinha pelo camarim, tentar alguma coisa... Em vão. Nada de fotos. Pedi para ao menos fazer uma foto minha com ele e o mesmo responde: "Vamos guardar somente o som, é o que importa." Eu dei uma insistida e novamente: "Não vou abrir uma exceção..." e eu já nem ouvia mais o que ele falava.

João Omar
As 20 horas em ponto as portas são abertas e o povo entra. Acomodados, todos esperam ansiosos pelo inicio. As luzes se apagam. Alguns passos são ouvidos naquele silencio... Elomar está no palco. Vestido com uma camisa, botas e chapéu pretos, calça azul. Barba longa e branca.


O silencio imperou entre os espectadores a maior parte do tempo, mostrando o respeito e apreciação a obra de Elomar. Por varias vezes foi ovacionado. Por varias vezes arrancou risos da platéia.

Marcos Roriz
Apos a abertura, Elomar, fala sobre o projeto que assistimos e comenta sobre a falta de cultura de políticos brasileiros. Comenta da rejeição de três prefeituras pela sua apresentação. Detalhe: era grátis.

Elena Rodrigues

Elomar apresenta duas musicas sozinho, tendo a entrada de João Omar somente na terceira musica. Na quarta musica entram Elena Rodrigues (flauta) e Marcos Roriz (violoncelo).



A solista Luciana Monteiro passa a se apresentar com os músicos, agora sem a presença de Elomar. E novamente eu entro em ação com minha câmera... rs. Na ultima música Elomar canta com todos os músicos presentes.

No retorno de Elomar ao palco a conversa é mais filosófica. Elomar canta a vida sertaneja, com suas notas, suas palavras, seu dialeto, seu suor e sonhos. Um homem que vive a musica faz-nos respirar dessa maravilhosa apresentação. Lembra músicos eruditos, filósofos e poetas históricos. Fala sobre os escritos bíblicos e recita Salomão.


Elomar cria imaginação na cabeça de todos ali presentes. As expressões das pessoas ao assistir e apos saírem do teatro é simplesmente algo que não se vê facilmente.

Elomar é peculiar e suficiente.

PROGRAMA:
ABERTURA – Elomar
MULHER IMAGINÁRIA – Elomar e Camerata
RIACHÃO DO GADO BRABO – Elomar e Camerata
LAMENTO DE VAQUEIROS – Elomar e João Omar
ARRUMAÇÃO – Elomar e Camerata
CAMPO BRANCO – Elomar e Camerata
GABRIELA – Elomar e Camerata
DONZELA TIADORA – Elomar e Camerata
O PEDIDO - Camerata e Luciana M. de Castro
SAUDADE DUÍDA - Luciana M. de Castro e Camerata
PATRA VÉA - Luciana M. de Castro e Camerata
II PIDIDO – Luciana M. de Castro e Camerata
CANTIGA DE AMIGO – Elomar e Camerata





Kaika Luiz com João Omar.
foto:Daniel Fidelis



fonte:http://oluminar.blogspot.com/2011/03/ii-galope-estradeiro-com-elomar-e.html#comment-form

Sobrinho de ministra da Cultura pode produzir vídeos de blog de Maria Bethânia

Lula de Hollanda e Marisa Monte
Lula de Hollanda e Marisa Monte
Na última quarta-feira (16), veio à tona a notícia da aprovação do Ministério da Cultura de um projeto da cantora Maria Bethânia para a produção de um blog ao custo de R$ 1,3 milhão, dinheiro que será captado por meio de renúncia fiscal via Lei Rouanet.
O descontentamento de setores da opinião pública com a aprovação do projeto chamou atenção para a possibilidade de a produtora do sobrinho da ministra Ana de Hollanda produzir o conteúdo em vídeo do blog, que mostraria Bethânia interpretando clássicos da poesia, tema alinhado com sua nova turnê, “Bethânia e as Palavras”.
De acordo com Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, existe a possibilidade de os vídeos do futuro blog serem produzidos pela Conspiração Filmes, que tem como sócio Lula Buarque.
“A Conspiração é uma produtora bem-sucedida. Seria injusto dizer que vive do capilé oficial. Não precisaria disso. Mas atenção! Não se deve usar as suas credenciais contra a reputação dos cofres públicos. O fato de que ela pode ter vida independente sem precisar do estado não a perdoa quando se mete num projeto com essas características”, escreve Azevedo.
“Lula Buarque pode ter a genialidade cromossômica da família Buarque, não discuto isso. Mas seria razoável que a tia não estivesse tão próxima de um projeto que interessa à empresa do sobrinho, ainda que ele represente percentual pequeno do faturamento da empresa”, observa o colunista.
No começo da noite desta quinta, o jornalista Ricardo Noblat ironizou em seu Twitter o orçamento do blog: “Há mais de 4 anos que meu blog publica um poema diariamente. Cedo o espaço a Bethânia de graça. O governo economizará em renúncia fiscal”, escreveu.
A discussão sobre a aprovação do projeto gerou uma paródia publicada no YouTube sobre a música “Brincar de Viver”, de Maria Bethânia. “Quem me que blogou? Quem vai querer blogar comigo? Viva o incentivo fiscal e patrocinar as minhas loucas poesias”, diz a letra.       
fonte:http://www.brasilcultura.com.br/cultura/sobrinho-de-ministra-da-cultura-pode-produzir-videos-de-blog-de-maria-bethania/

Por Janinha*

Infelizmente é assim que acontece, quem tem contato, influência é sim beneficiado, na época do Gil ele deu incentivo milionário à Adriana Calcanhoto para uma turnê na Europa, o que isso nos beneficia?
Também liberou uma verba para o circo de soleil "Cirque du Soleil ", maior do que todo o investimento em audio visual anual para o Brasil, evento que poucos e privilegiados financeiramente tiveram oportunidade de assistir, o que isso nos beneficia?
Esses absurdos acontecem desde o poder Municipal até o Federal, a falta de vontade, o despreparo, a falta de consciência em perceber que CULTURA É FUNDAMENTAL SIM, pessoas agindo de má fé e muito "ocupadas" para abrir as portas dos seus gabinetes aos projetos sérios, viáveis e interessantes para os artistas e POVO!
"A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado."
Enquanto as pessoas não tiverem acesso à educação de qualidade NADA vai mudar, seremos sempre escravos dessa postura arrogante e boçal do poder público em achar que nos faz um favor em nos receber ou ouvir..
COITADA DA CULTURA BRASILEIRA, COITADOS DE NÓS! 

O governo não passa de um aglomerado de burocratas e políticos, que almoçam poder, promoção e privilégios. Somente na sobremesa pensam no ‘bem comum’ 

terça-feira, 15 de março de 2011

I Ceará das rabecas!

Não perca o I Ceará das Rabecas, que vai acontecer de 18 a 20 de março no Sesc Senac Iracema.
Curadoria de Gilmar de Carvalho, apresentações de mestres da rabeca, Fulô da Aurora, Orquestra Armorial do Cariri e Dona Zefinha. E ainda oficinas, workshops e seminários.

Para saber mais e se inscrever: http://www.cearadasrabecas.com.br/
Fonte: http://musicadoceara.blogspot.com/

sábado, 18 de dezembro de 2010

70 ANOS DE PIXINGUINHA

Pixinguinha é um nome tão importante para a música brasileira que tudo o que for possível escrever, falar, tocar ou cantar, sobre ele, será ainda pouco. Quinhentos anos de homenagens a ele não serão suficientes para alcançar a contribuição que ele deu para nossa música. Negro, pobre, subdesenvolvido, brasileiro, malandro, macumbeiro, Pixinguinha não possuía os atributos exteriores que permitiriam que um músico fosse reconhecido como um gênio da música mundial. Se tivesse nascido na França, na Áustria ou na Alemanha, branco e de olhos claros, com estudo formal, ele estaria sendo estudado em conservatórios no mundo todo, como um dos grandes gênios da música. Chegará o dia em que, quando falarmos da grandiosidade de Pixinguinha, não caberá o adjetivo brasileira depois da palavra música. Para isso, contudo, é preciso que a humanidade seja suficientemente civilizada para entender que música é música, sem mais, não importando em qual lugar do mundo tenha sido feita. Quando esse dia chegar, será desnecessário escrever ou falar sobre a biografia de Pixinguinha, porque ela será tão conhecida como a de Michael Jackson. Como esse dia não chegou, aí vai um pouco da história desse homem espetacular.
Alfredo da Rocha Vianna nasceu em 23 de abril (dia em que hoje se comemora o Dia do Choro) de 1898, no bairro da Piedade. Na realidade, o ano não se sabe se foi 1897 ou 1898, porque nem ele mesmo sabia dizer. O apelido veio ainda bebê, porque, segundo ele, contraiu bexiga na época da epidemia: “Começaram a me chamar de Bexiguinha, depois de Pexinguinha. Houve essa confusão toda e eu não sei por que fiquei como Pixinguinha”. Sua família, embora negra, pertencia à baixa classe média, e Pixinguinha estudou em colégios particulares. Todos da família eram ligados à música; o pai tocava flauta, e os irmãos, violão de sete cordas, banjo e cavaquinho. Pixinguinha se aventurava por vários instrumentos, e aprendia aqui e ali, com uns e outros. Com 12 anos, compôs o primeiro choro, Lata de Leite. Depois, conheceu o maestro Irineu de Almeida, com quem começou a ter aulas de música e de flauta. O pai dele, então, empolgado com o talento do menino, importou uma flauta de prata caríssima para ele.  Com 14 anos, Pixinguinha já tocava profissionalmente, ainda de calças curtas. Em 1917, gravou um disco na Odeon, com duas músicas que se tornaram clássicos da música brasileira até hoje: o choro Sofres porque Queres e a valsa Rosa. Em 1918, formou o grupo Os Oito Batutas, com Donga (violão), China, irmão de Pixinguinha (violão e canto), Nélson Alves (cavaquinho), Raul Palmieri (violão), Jacob Palmieri (bandola e reco-reco) e José Alves de Lima, Zezé (bandolim e ganzá). Em 1921, o milionário Arnaldo Guinle convidou os Oito Batutas para uma temporada na França. Embarcaram em 1922, e fizeram a mais importante excursão de brasileiros no exterior. Permaneceram lá por quase um ano, e foi nessa viagem que Arnaldo Guinle presenteou Pixinguinha com um saxofone, que iria surpreender o mundo da música na década de 1940. Depois, permaneceram cinco meses na Argentina, realizando inúmeras apresentações. Nesse período, Pixinguinha fez arranjos geniais para o grupo, e isso resultou em um contrato, pela RCA Victor, como arranjador. Ele fez centenas de arranjos para gravadoras nas décadas de 1930 e 1940. Como tudo o que Pixinguinha fazia era genial, seus arranjos eram tão incrivelmente originais, que ele acabou virando o criador do arranjo musical brasileiro. Em 1942, gravou os dois últimos choros na flauta: Chorei e Cinco Companheiros. Foi então que começou um período meio obscuro na vida de Pixinguinha, cheio de diz-que-me-disses e de controvérsias entre biógrafos e amigos. O fato foi que ele abandonou a flauta. Dizem que foi por causa da bebida, que faziam suas mãos tremer, e ele teve que botar uma ponte nos dentes, e perdeu a embocadura, mas nada disso explica tintim por tintim o fato. Foi um período difícil, porque ele estava endividado com uma casa que comprara para morar com a esposa e o filho. Então, em 1946, ele se uniu ao Benedito Lacerda. Este lhe propôs uma parceria: ele conseguiria as gravações das músicas de Pixinguinha, mas, em contrapartida, a autoria seria compartilhada entre os dois. Outra contrapartida foi que Benedito acabou quitando a casa do Pixinguinha. Por isso, a maioria dos choros de Pixinguinha são dele e do Benedito Lacerda, embora todo mundo saiba que quem fez mesmo o negócio foi o Pixinguinha. Então, eles gravaram: Benedito na flauta, e Pixinguinha no sax; a flauta com a melodia principal, e o sax com o contraponto. Mas o Benedito era um flautista extraordinário. Não, como alguns falam, poderia ser considerado coadjuvante, porque a flauta que ele tocou nas dezenas de músicas que a dupla gravou é extraordinária. O próprio Altamiro Carrilho, o maior flautista de choro de todos os tempos, diz que sua influência foi sempre o Benedito. Acontece que o Pixinguinha não conseguia não ser um gênio. Os contrapontos que ele fez no saxofone são uma das coisas mais lindas e criativas que a música brasileira já produziu. Quando o velho Pixinga completou 70 anos, foram muitas as homenagens. Esse disco é uma delas, prestada pela gravadora RCA-CAMDEN, com grandes sucessos do mestre, além de alguns choros menos conhecidos. Vários são interpretados por ele no sax e Benedito Lacerda na flauta, e outros por Jacob do Bandolim. A primeira faixa do Lado B tem Pixinguinha cantando. Não deixem de ler o texto da contracapa, escrito por Jacob do Bandolim. Não é exagero dizer que Pixinguinha é santo. Viva São Pixinguinha, e, com ele, viva toda a música brasileira.


Lado 1

1-     Um a zero – Choro (Pixinguinha)
2-     Marilene – Choro (Pixinguinha-Benedito Lacerda)
3-     Proezas de Solon -  Choro (Pixinguinha-Benedito Lacerda)
4-    Teu aniversário – Choro (Pixinguinha)
5-     Segura êle – Choro (Pixinguinha-Benedito Lacerda)
6-     Marreco quer água – Polca (Pixinguinha)

Lado 2

1-    Yaô – Lundu Africano (Pixinguinha-Gastão Viana)
2-   Cochichando – Choro (Pixinguinha)
3-   Sofres porque queres - Chôro (Pixinguinha-Benedito Lacerda)
4-   Pagão – Choro (Pixinguinha-Benedito Lacerda)
5-   Vagando – Choro (Pixinguinha-Benedito Lacerda)
6-   Paciente – Choro (Pixinguinha)

Clique aqui para baixar (Download Here) - Via Rapidshare

FONTE: ACERVOS E ORIGEM

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Alceu Valença: Depois de uma década, o Crato Querubim: Por: Wilson Bernardo

Quem me conhece sabe muito bem o quanto eu estava radiante e principalmente porque iria realizar o meu sonho de fotografar o Pop do sertão. Muito marcou minha vida e marca ainda, todos sabem minha historia de bebedeiras clássicas ouvindo e curtindo o louco do agreste Pernambucano. Meu saudoso amigo e irmão de tantas viagens loucas, Erivam a qual já falecido que o diga, quantas loucuras fizemos pelo sertão Pernambucano adentro, em velocidade máxima em seu corcel II, vendendo confecções e eu como seu fiel escudeiro, curtindo lamentações. A ultima que fizemos antes de sua morte a quem muito eu devo por não ter cometido a loucura que todos esperavam, e ele me levou para Lagoa Grande, ao qual passamos quatro dias na beira do rio São Francisco na Fazenda Millano, foi os dias mais angustiantes de minha vida e os dias que eu mais bebi e chorei ouvindo o velho Alceu e ele se divertindo com minhas lamurias amorosas. Vida longa Alceu Valença e menos gastrite para novas bebedeiras do que ainda tem muito por vir.

Coração bobo,coração bola,a gente se ilude...Coração!

Pelas ruas que andei procurei,procurei te encontrar...

Ela virá no verão, com as chuvas de caju...

O ciume é a véspera do fracasso e o fracasso provoca o desamor
A solidão é fera a solidão devora...Como dois animais!
Na primeira manhã que eu te perdi,era tarde demais...Te amo Brasília.
Meu coração ta batendo como quem diz não tem jeito,batendo dentro do peito
Me segura se não eu caio,me segura se não eu caio...
Ladeiras ,ladeiras, eu tive um amor tão bonito naquela ladeira...Ladeira do Amparo meu querubim.
Wilson Bernardo (Texto & Fotografia)

domingo, 12 de dezembro de 2010

Pacto pela cultura no Estado do Ceará

Caros amigos,

Segue abaixo-assinado à sociedade em geral a respeito do PACTO PELA CULTURA NO ESTADO DO CEARÁ. O Documento é resultado de dois Fóruns Gerais das Linguagens Artísticas do Ceará, que contou com artistas e representantes das suas entidades mais diversas. Nele, há a posição de um consenso da classe artística cearense a respeito das políticas culturais a serem produzidas pelo Governo do Estado em seu próximo mandato, prestes a iniciar. Buscamos o mais amplo apoio ao documento, a fim de que ele seja discutido em audiência pública com o governador reeleito, Cid Gomes, a classe artística do Ceará e a sociedade civil. Leiam o manifesto dos artistas cearenses, apoiem com suas assinaturas e divulguem! O Pacto será entregue ao governador no próximo dia 15 de dezembro.

VAMOS JUNTOS E FORTES EM FAVOR DE UMA GUINADA NA CULTURA DE NOSSO ESTADO! SEGUE LINK DO ABAIXO ASSINADO:

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4485

LEIAM, ASSINEM E DIVULGUEM!!
É de extrema importância que todos os artistas da cidade divulguem e assinem o pacto abaixo. Qualquer pessoa pode assinar, inclusive simpatizantes da arte.

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4485
ps: para saber mais, leia a mensagem abaixo.

abraço a todos,
Marcos Paulo Leão
Músico e Compositor
http://cearaautoralcriativo.blogspot.com/
http://www.myspace.com/4decada
Fórum Cearense das Linguagens Artísticas (contato: 86818545).
Fonte:http://musicadoceara.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Simone Sou!

Noitada Musical Homenageia Adoniran Barbosa!



O Samba paulistano será o tema principal da musicalidade desta noite no Teatro Municipal do Crato por ocasião da XII Mostra SESC Cariri de Cultura, quando os músicos e intérpretes João do Crato (Cariri) e Kiko Danucci (São Paulo) farão homenagem póstuma ao compositor Adoniran Barbosa, que se vivo fosse completaria 100 anos.
"Nascido em 1910, em Valinhos-SP, João Rubinato, que ficou conhecido como Adoniran Barbosa, foi um dos artistas mais versáteis do século XX. Adoniran mudou-se logo para a capital paulista, e lá trabalhou como humorista, ator e radialista, mas foi como compositor que se tornou imortal. Suas músicas eram verdadeiras crônicas sobre os bairros paulistanos e a vida dos moradores da cidade. Geralmente bem-humoradas, muitas dessas narrativas ficaram conhecidas em todo o Brasil."
DICA:
Todas as tardes, quando da passagem de som pelos artistas que farão o show noturno, é oferecida uma oportunidade única ao público presente de colóquio. Portanto, para os que querem saber mais saber mais sobre o artista, show, projetos futuros, etc. e tal, é uma chance imperdível.

fonte: blog do Crato

domingo, 14 de novembro de 2010

Mais um Evento da Sertão Pop e Mônica Vitoriano!

A Sertão Pop e Mônica Vitoriano estão fazendo algumas shows alternativos
durante a Mostra SESC Cariri de Cultura. Veja a programação:
- dia 16 (terça-feira) - BANDA RENEGADOS de Fortaleza
- dia 18 (quinta-feira) BANDA JOSEPH TOURON (Recife)
BANDA FALSOS CONEJOS (Argentina)

Todos os show serão no ARMAZÉM CULTURAL BAR e começarão as 22h.
O ingresso será apenas R$ 5,00 (cinco reais)

Esses eventos fazem parte do projeto de circulação nacional de Bandas Independentes chamado "CIRCUITO FORA DO EIXO", que visa estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos do setor da música.



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

NUM CANTO EM CRATO CANTO: POR: WILSON BERNARDO

MOSTRA INSTRUMENTAL...Sábado à noite. Temperatura amena e os amantes da boa música, com certeza fizeram uma breve limpeza sonora de tanta emporcalhada que se toca nas rádios e nos chamados paredões de forro que se escuta goela abaixo, como falta de escrúpulos e por falta de educação musical dos sertanejos de plantão. A mostra instrumental, evento paralelo ao Festival Cariri da Canção, muito significativo e plenamente sensível à qualidade que é e o que temos de bons músicos, tanto no popular como no erudito. Esperamos que essa iniciativa se prolongue aos anos seguintes, pois não se vê tamanha qualidade de eventos em um estado totalmente dominado pela má qualidade de música dos forrozeiros de plantão.
Di Freitas e um trio em busca de sons plenamentes do cariri

O som emana de todos os seres inanimados e cabaças contemplativas de Sertões

Orquestra da Sociedade Lírica do Belmonte

A leveza dos sons e a plasticidade do clássico,contradiz com a rudeza das enxadas contemplativas de roçados, na construção dos grãos musicais

A formação do que se planta é uma luz suprema,concebida aos deuses da música plena,em que senhores e crianças,concubinam partituras infindáveis de substancias magicas.
Dihelson Mendonça, quando se encontra a perfeição, o homem transluda-se de seres iluminados

Infinitamente, o criador esta bem próximo das partituras milenares do cariri encantado de floras e sons de cascatas

O que seria a raiva é plenamente orgasmo multiplicados pelo lúdico som,de um mundo bem próximo dos senhores deuses quando o maestro, reinventa o simples no belo.

Wilson Bernardo (Texto & Fotografia)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Música Cristã na MPB brasileira!

Foi com o registro do brilhante fotógrafo e artista Wilson Bernardo, com o apoio da  Prefeitura Municipal  e Secretaria da Cultura, Esporte e Juventude do Crato, que aconteceu no último dia 18 de setembro, no teatro Salviano Arraes, um show de resgate da história da música cristã desde a década de 1960, o trio Cariri teve a brilhante participação do grande instrumentista Dihelson Mendonça, que improvisou junto do trio e do músico pianista Erandir Leite fazendo a plateia curtir momentos de prazer e magia!
Com a produção de Janinha e Aminadaber, a noite foi um dos raros momentos de boa música  e talento unidos no palco!

Dihelson Mendonça
Os teclados do encanto,e essas não são as mãos de Dihelson,pois o mesmo ainda não casou mas tá pertinho.
Por: Wilson Bernardo
O homem assusta é um monstro no baixo: Aminadaber

O batera de fé
Erandir Leite

O palco

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...