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terça-feira, 6 de novembro de 2012

O Cultura no Cariri apoia 2% do orçamento para a CULTURA DO CRATO!


Chambinho do Acordeon é impedido de cantar no plenário do Senado


Chambinho do Acordeon, que interpreta Luiz Gonzaga no filme "Gonzaga de Pai para Filho", passou por um constrangimento no Senado na tarde desta segunda-feira. Levado ao plenário pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ele foi impedido de cantar pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que presidia a sessão. Recorrendo ao
regimento da Casa, Mozarildo alegou que o local não era adequado. (O globo)

Fazer uma homenagem a Luiz Gonzaga, maior artista que esse pais já viu não pode, é inadequado. Já mentir, roubar, desviar verbas públicas, formar quadrilha e fazer o povo de palhaço pode!

No mais, esse senador Mazarildo Cavalcante é apenas parte de uma instituição corrupta e ultrapassada a ponto de impedir que um artista do povo manifeste a mais pura cultura Brasileira/Nordestina ao cantar um clássico de Seu Luiz Gonzaga. A verdade é que a obra de nosso rei está muito acima de tudo isso e talvez, aquele antro de corruptos não seja realmente adequado e muito menos dígno de apreciar uma obra tão nobre.

Compartilhe esse protesto no facebook com seus amigos e se você tem twitter, proteste usando a hashtag #CantaChambinho

Eu não vou ficar calado! E você?
 


www.nacaonordestina.com
 

Dom Tronxo no Crato!



Algumas Ilustres figuras que apoiam dois por cento para a Cultura do Crato!

kaika Luiz
Flauberto Gomes

Cacá Araújo

Carlos Rafael, Igor Rocha, Calazans Callou

Dudé Casado

Margarida Lima, Bruno Brasil

NÃO QUEBRE ESSA CORRENTE - COPIE NO MURAL DOS SEUS AMIGOS 

Eu quero 2% para cultura no Crato 
Vou já fazer a minha FOTO DE APOIO – FAÇA A SUA TAMBÉM 
É Só fazer um cartaz, tira uma foto, postar nas redes sociais e pedir para outras pessoas fazerem a mesma coisa. 

DECLARE O SEU APOIO A ESSA LUTA! FAÇA A SUA FOTO DE APOIO a campanha que visa garantir que 2% do orçamento do Município do Crato seja destinado a cultura e que parte destes recursos sejam repassados para a comunidade artística através de políticas de editais de ocupação de equipamentos públicos e incentivo, produção e circulação artística. Assine a Petição Pública que será encaminhada Câmara Municipal dos Vereadores do Crato: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N30738 


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Expectativas 2013

O tempo passa, as expectativas se avizinham. O Dia da Confraternização Universal está chegando. O ano de 2013 está guardado como um grande ano para o Crato e outras cidades que elegeram ou reelegeram seus prefeitos. Aqui no Crato, como não poderia deixar de ser, esperamos nervosamente as indicações do senhor prefeito eleito Ronaldo Muniz, para as secretarias que irão compor a sua base de administr
ação. Nesse momento, nomes são muito importantes para a população, pois é através deles que saberemos os rumos que cada secretaria vai ter. É através do gestor das secretarias que temos uma visão mais profunda do que nos espera. Porque sabemos: prefeito nenhum trabalha sozinho, e os nomes que comporão essas pastas, devem ser nomes que tenham identidade com o nosso município e mais ainda, com a secretaria que ele ou ela irá administrar. Infelizmente no Brasil não funciona como alguns países da Europa, como Portugal, onde até os secretários são votados pelo povo, e que, para se candidatar ele tem que ter realmente aptidão, conhecimento e que isso seja comprovado através de suas titularizações. Mas isso são coisas do primeiro mundo! Bom, voltando à nossa realidade, gostaria de aqui externar a minha esperança nas escolhas que o prefeito Ronaldo Muniz Gomes de Matos e Raimundo Filho me depositam nesse sentido. Sei o quanto ambos os gestores serão lúcidos e altivos nesse momento tão importante para a nossa cidade, inclusive respeitando as suas falas em campanha. Isso sim, me deixa bastante tranquilo, o que certamente irá fazer com que as suas escolhas conheçam a nossa terra como eles, Ronaldo e Raimundo Filho, muito bem conhecem. Que os seus companheiros de batalha pelo bem e crescimento do Crato sejam os melhores que se poderá ter, independete de partidos, ideologias e/ou apoios políticos, mas dentro de uma realidade urgente de colocar a nossa querida cidade no patamar do orgulho e da alegria de ser cratense.

Kaika Luiz - 05/11/2012

A cultura do bom negócio no Ceará não dever ser exemplo no Crato

Rosemberg Cariry um exemplo de Secretário de Cultura  Foto: Alexandre Lucas 

Por Alexandre Lucas

A Expocrato vem a cada ano sendo alvo de críticas no que diz respeito a sua programação cultural. As argumentações são justas e pertinentes diante das atrocidades de exclusão dos artistas da região do Cariri num dos principais eventos regionais. É notório, que esse evento público (privado) só serve para encher os bolsos dos empresários das grandes bandas que fazem parte de um monopólio musical e das produtoras. 

Vale destacar que a concessão para exploração privada do evento é publica e não estabelece critérios para que seja garantida a diversidade musical e a inclusão dos artistas neste mega evento.
O fato é que a Expocrato tornou-se um bom negócio para poucos. Poucos estilos musicais, poucos artistas do Cariri, poucos que lucram. Pouco desenvolvimento e rendimento para região, do ponto de vista, de formação de platéia, afirmação de identidade e diversidade cultural e de turismo cultural e sustentável.

O fato é que essa política do “pão e circo” é recorrente em todo o Estado do Ceará e vem provocando uma insatisfação generalizada por parte dos artistas ligados a música cearense que vem perdendo espaço com políticas equivocadas como o “Férias no Ceará” (O secretário de Turismo do Estado possivelmente nunca estudou nada sobre turismo cultural e sustentável, se estudou nunca entendeu)  e as descaradas inaugurações ou anúncios de obras regadas pelas bandas ligadas ao monopólio da música ou seja as bandas que estão a serviço da reprodução do machismo, da homofobia, da violência, da vulgarização sexual, enfim da forma pela forma, que  agora tem o sustentáculo financeiro do Governo do Estado. Fato que só nos faz lembra algo típico da política desenvolvida nos tempos dos coronéis, aonde por qualquer motivo se fazia uma festa banhada através do desperdício de recursos públicos.

O dinheiro gasto com esse “bom negócio” (termo utilizado pela política desenvolvida pelo governo tucano de Fernando Henrique Cardoso que considerava a “cultura como um bom negócio”) possivelmente poderia ter proporcionado a circulação de grandes shows dos cearenses para os cearenses potencializando a diversidade musical do nosso povo, bem como poderia ter servido para a gravação de milhares de Cds, muitos artistas  tentam há anos conseguir o mínimo de recursos para  gravar o seu trabalho. Já as bandas do tipo “chupa que é de uva” basta piscar os olhos para fazer um “bom negócio”.

Essa postura assumida pelo Governador é contrária a conjuntura nacional e estadual no campo das políticas públicas para a cultura. Contraditória até mesmo com a política defendida e executada pela Secretária de Cultura do Estado do Ceará, apesar das severas criticas merecidas das ultimas gestões desta pasta.

Essa pratica despeita e rasga as resoluções da constituinte cultural, das conferências municipais e estaduais da Cultura. Será que o Governador nunca teve acesso as informações destes fóruns? Será que ele desconhece as reivindicações dos trabalhadores da arte? Será que ele sabe que nestes fóruns os cearenses defenderam o nosso patrimônio, inclusive da música e do direito a diversidade musical? Acredito que sabe sim! Mas enquanto isso prefere financiar a chacina do “jogaram uma bomba no cabaré”.

Esse modelo não deve servir de exemplo para os municípios do Ceará. O Crato que recebe esse extraordinário evento deve ter a sua programação musical pensada no sentido de atender outra lógica, que ao meu ver seria a lógica da diversidade musical e da sustentabilidade do setor musical cearense.
Lembro-me de uma experiência exemplar que aconteceu no Crato na década de noventa do século passado quando a Expocrato era administrada pela Secretaria de Cultura do Município e tinha a frente nomes como Rosemberg Cariry, Cacá Araújo e Dane de Jade o que possibilitou que a programação musical tivesse a alma e a  efervescência da diversidade nordestina, aonde o popular e o contemporâneo comungasse no mesmo palco, como aconteceu com os Irmãos Aniceto e Hermeto Pascoal.           
Enfim uni-vos contra a barbárie cultural e as produtoras culturais mercenárias!     

* Pedagogo,  artista/educador, integrante do Programa Nacional de Interferência Ambiental – PIA e do Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA.
  

sábado, 3 de novembro de 2012

Poesia para o dia de finados:



"Não existe maneira de aceitar
Essa hora inexata da partida
Sem se quer planejar uma despedida
Quase sempre ela vem sem avisar
Eu só quero que venha me buscar
Quando aqui deixar tudo esclarecido
Pois eu sei que serei um esquecido
E lembrado apenas nesse dia
Uma vela, um Pai Nosso e uma Ave Maria
Meia hora e tá tudo resolvido."

Dudé Casado

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

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