segunda-feira, 1 de novembro de 2010

NUM CANTO EM CRATO CANTO: POR: WILSON BERNARDO

MOSTRA INSTRUMENTAL...Sábado à noite. Temperatura amena e os amantes da boa música, com certeza fizeram uma breve limpeza sonora de tanta emporcalhada que se toca nas rádios e nos chamados paredões de forro que se escuta goela abaixo, como falta de escrúpulos e por falta de educação musical dos sertanejos de plantão. A mostra instrumental, evento paralelo ao Festival Cariri da Canção, muito significativo e plenamente sensível à qualidade que é e o que temos de bons músicos, tanto no popular como no erudito. Esperamos que essa iniciativa se prolongue aos anos seguintes, pois não se vê tamanha qualidade de eventos em um estado totalmente dominado pela má qualidade de música dos forrozeiros de plantão.
Di Freitas e um trio em busca de sons plenamentes do cariri

O som emana de todos os seres inanimados e cabaças contemplativas de Sertões

Orquestra da Sociedade Lírica do Belmonte

A leveza dos sons e a plasticidade do clássico,contradiz com a rudeza das enxadas contemplativas de roçados, na construção dos grãos musicais

A formação do que se planta é uma luz suprema,concebida aos deuses da música plena,em que senhores e crianças,concubinam partituras infindáveis de substancias magicas.
Dihelson Mendonça, quando se encontra a perfeição, o homem transluda-se de seres iluminados

Infinitamente, o criador esta bem próximo das partituras milenares do cariri encantado de floras e sons de cascatas

O que seria a raiva é plenamente orgasmo multiplicados pelo lúdico som,de um mundo bem próximo dos senhores deuses quando o maestro, reinventa o simples no belo.

Wilson Bernardo (Texto & Fotografia)

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