terça-feira, 18 de agosto de 2015

COM O POVO NA RUA, GOLPISTA RECUA!


NÃO AO GOLPE! SUPERAR A CRISE COM A DEFESA DA DEMOCRACIA E A RETOMADA DO CRESCIMENTO


A situação do país prossegue grave. A democracia, reconquistada à custa de muita luta e muitas vidas, corre riscos. Golpistas tramam abertamente derrubar a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita. A economia nacional, engolfada pela crise mundial do capitalismo, sem saída e sem fim à vista, atravessa um difícil período de recessão.



Setores da oposição sacam de um embuste grosseiro e pregam o golpe aos gritos de “novas eleições”. Sim, haverá novas eleições presidenciais. Elas já foram marcadas pela Constituição. Serão realizadas em 2018. Qualquer proposta fora disto não tem outro nome senão conspiração contra o Estado Democrático de Direito.



Esse cenário de guerra política, de campanha de ódio e intolerância, empreendido pela direita, ameaça o projeto nacional e preocupa o povo, pois rouba-lhe as conquistas, como o emprego e o poder aquisitivo dos salários. A tática de conduzir o país à instabilidade, à ingovernabilidade, de aprofundar a crise econômica – como meio de os tucanos serem reconduzidos ao governo – passou a se chocar com os interesses de grupos financeiros e empresariais que, publicamente, já expressam sua discordância em relação a essa conduta.



De fato, movido pela ambição de reaver o poder a qualquer preço, o agrupamento mais retrógrado da oposição não hesita em fazer “terra arrasada”, de agir para empurrar o Brasil para o buraco. Na Câmara dos Deputados – aproveitando-se de que o governo está com sua base de apoio dispersa – um conluio conservador lidera a aprovação, de forma irresponsável, das chamadas “pautas-bomba”, elevando os gastos públicos às alturas. Sabota as medidas do governo Dilma que visam a retomar o crescimento e proteger as empresas e os empregos do país, adota a ignominiosa conduta de atuar para prejudicar a economia nacional e suas principais empresas, a começar pela Petrobras.



Além da tentativa de fechar o cerco contra o mandato legítimo da presidenta Dilma, outro sintoma da gravidade da crise, de que o país é palco de práticas típicas de um Estado de exceção, se revela por um fato escandaloso: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, maior liderança popular do país – estadista respeitado no mundo e contra o qual não há nada –, estaria, segundo reportagens, “no radar” de investigações. Investigações sem fundamento e viciadas por motivações políticas. Para completar o absurdo, essa ameaça foi alardeada pela grande mídia, no mesmo período em que a sede do Instituto Lula, local de trabalho do ex-presidente, foi alvo de um atentado terrorista com a explosão de uma bomba caseira.



A essa altura, fica nítido — conforme têm alertado o PCdoB, outras forças progressistas, renomados juristas e vozes de instituições democráticas — que a Operação Lava Jato cada vez mais é usada politicamente. O necessário combate à corrupção que a sociedade exige, que o PCdoB e as forças democráticas apoiam, é lastimavelmente, como outras vezes na história, instrumentalizado por conspiratas contra a democracia. Nesta temática, a direita revela hipocrisia quando se opõe — e vota contra — ao fim do financiamento empresarial das campanhas eleitorais, verdadeira raiz de grande parte dos escândalos que afetam a vida política do país.



A ESCALADA ANTIDEMOCRÁTICA PODE E SERÁ DERROTADA



A renitente ofensiva das forças reacionárias, pode sim ser contida e derrotada. O próprio extremismo dessas forças, de tão nocivo ao país, tem contribuído para isolá-las. E nos últimos dois meses, foram dados passos rumo à constituição tanto de uma frente ampla quanto de um bloco de esquerda, duas vertentes de uma só tarefa, a principal da atualidade: construir a unidade de ação de amplas forças políticas e sociais para defender a democracia, a economia nacional, a retomada do crescimento com progresso social. E, do mesmo modo, empreender a defesa dos direitos sociais, civis e trabalhistas, alvos de uma agenda reacionária da qual fazem parte a terceirização, a redução da maioridade penal e mesmo a tentativa de criminalizar os movimentos sociais.



Não há base jurídica que sustente um processo de impeachment. Nada, absolutamente nada, consta na Justiça contra a presidenta Dilma Rousseff, como já proclamaram a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal. Nada consta porque a presidenta em toda a sua vida pública provou ser honrada, honesta e corajosa defensora do patrimônio público. Portanto, o impeachment que a oposição brada é uma aberração jurídica, política e moral.



Cientes de que não há base legal para o impeachment, a oposição neoliberal e a grande mídia há meses tentam envolver o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Tribunal Superior Eleitoral na sua teia antidemocrática.



A matéria em exame no TCU, das chamadas “pedaladas fiscais”, foi devidamente esclarecida pelo governo, além do fato de ser um expediente ao qual recorreram outros governos e nenhum deles sofreu qualquer condenação por isto. No caso do TSE, o mérito da questão lá em foco já foi esclarecido: todas as doações eleitorais de empresas à campanha da presidenta foram efetivadas de acordo com as leis do país.



Na inexistência de um “crime” que seja pretexto para um processo de impeachment, a direita neoliberal agora tentará dar sequência à sua escalada se agarrando nas manifestações realizadas em 16 de agosto. Mas nada se sobrepõe aos 54 milhões de votos de brasileiros e brasileiras que votaram na presidenta Dilma, nada se sobrepõe à soberania popular. Além do que, as manifestações que se multiplicam em apoio à democracia e à presidenta – como aconteceu na Marcha das Margaridas e como ocorrerá nas manifestações do próximo dia 20, pela democracia, contra o golpe e por mais direitos – não autorizam os golpistas a afirmarem que têm o “aval” das ruas para tentarem promover um retrocesso democrático no país.



As forças conservadoras têm como objetivo central sepultar o ciclo progressista iniciado em 2003. Todavia, o consórcio oposicionista apresenta divisões e rachaduras quanto à conduta tática, que vai do golpe imediato ao desgaste sistemático e continuado da presidenta Dilma.



A PRESIDENTA DILMA VAI À LUTA



Coerente com sua biografia, a presidenta Dilma se movimenta, vai à luta para defender o seu mandato, e entende isso como uma tarefa suprema derivada do voto que o povo lhe consagrou: “O voto é a fonte da minha legitimidade, e ninguém vai tirar essa legitimidade que o voto me deu”.



Desde o último mês de julho, Dilma se empenha para costurar um amplo pacto pela superação da crise, reunindo-se com todos os governadores, com prefeitos, parlamentares e representantes do empresariado. Também viaja pelo país, inaugurando obras de seu governo, em contato com o povo, a exemplo do Maranhão, onde foi recepcionada calorosamente por um ato com milhares de pessoas e ouviu apoio decidido do governador do estado, Flávio Dino. Ao mesmo tempo, a presidenta se aproxima e se apoia na mobilização popular, tal como se destaca na sua participação na Marcha das Margaridas, e no seu encontro, no Palácio do Planalto, com centenas de lideranças dos movimentos sociais e das centrais sindicais.



Na esfera internacional, a presidenta cumpriu importante agenda no México, nos Estados Unidos da América e na Rússia, na reunião de Cúpula do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Essas três iniciativas resultaram em ganhos políticos e econômicos para o país. E a esses êxitos se somam os investimentos de cerca de US$53 bilhões da China, já anunciados em maio, na visita do primeiro-ministro chinês Li Keqiang.



Internamente, para enfrentar e superar progressivamente a recessão e alavancar a retomada do crescimento – questões vitais para se vencer a presente crise política e assegurar continuidade do ciclo progressista –, destaca-se positivamente, por parte do governo, um conjunto de grandes iniciativas: lançamento do Programa Minha Casa Minha Vida 3, que pretende somar 3 milhões de casas populares construídas até 2018; Plano Safra da ordem de R$ 224,4 bilhões, sendo R$ 187,7 bilhões para a agropecuária empresarial, R$ 28,9 bilhões para a agricultura familiar (Pronaf), e R$ 7,8 bilhões para o programa “Mais Alimentos”; Plano de Exportações para estimular o setor produtivo e abrir espaço no mercado mundial; Plano de Concessões do governo federal que visa nos próximos anos a atrair mais de R$ 190 bilhões em investimentos privados, sobretudo nos setores de infraestrutura e logística; e Aumento de 15% para 20% da alíquota da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido recolhido por instituições financeiras e repatriação de recursos mantidos no exterior.



SAÍDAS PARA A CRISE TÊM COMO VÉRTICE O MANDATO CONSTITUCIONAL DA PRESIDENTA DILMA



O PCdoB incentiva e apoia a conduta da presidenta Dilma de liderar o enfrentamento da crise, buscando a sua superação, pois isto é o que ordena o mandato constitucional. Do mesmo modo o Partido apoia o vice-presidente Michel Temer no papel de articulador político do governo, missão que lhe foi atribuída pela presidenta.



O desafio da presidenta Dilma, agora e já, é persistir na construção de um pacto que resguarde a democracia, instaure a normalidade política e garanta a estabilidade institucional. À medida que este acordo avance, as forças democráticas terão melhores condições para desmascarar e derrotar o setor mais reacionário da oposição, aquele que persiste na investida golpista.



É hora de rearranjar a base política de apoio no Congresso e de pactuar compromissos mútuos com os demais poderes em benefício do país, da economia e dos interesses do povo. Neste sentido, é promissor o diálogo institucional que se desencadeou entre o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros, e a presidenta Dilma e seus ministros, tendo como base a Agenda Brasil. É claro que negociar uma agenda sobre o desenvolvimento nacional exige separar o joio do trigo, resguardando sempre os interesses da Nação e do povo.



É urgente que o governo lidere um acordo nacional em torno de uma pauta que impulsione a retomada do crescimento econômico com progresso social, proteção ao emprego e preservação de direitos trabalhistas. Para isto, impõe-se deixar para trás a agenda contracionista do ajuste fiscal e no seu lugar acentuar a retomada do crescimento. É preciso dar nitidez a essa perspectiva, indicar ao povo para onde vão o governo e o país. Somente com uma agenda positiva – o horizonte de dias melhores –, uma nova arrancada de desenvolvimento pode reacender a esperança.



Assim, o Partido reitera sua posição contrária ao crescente aumento da taxa básica de juros, uma vez que essa linha ascendente da Selic está na contramão da grande meta do governo da presidenta Dilma de fazer o Brasil voltar a crescer, pois eleva a dívida pública, anula o esforço fiscal e desloca o capital para as aplicações financeiras, inibindo o investimento privado. E mais uma vez o PCdoB ressalta a necessidade de o governo tomar a iniciativa para que sejam taxadas as grandes fortunas e grandes heranças, como passo para a realização de uma reforma tributária progressiva.



O PCdoB considera que na necessária e indispensável luta contra a corrupção e a impunidade, nenhum segmento da Justiça e do Ministério Público pode se prestar à exploração político-partidária e atuar à margem do Estado democrático de direito, nem tampouco contribuir para levar à falência as empresas da engenharia nacional, fundamentais ao desenvolvimento do país.



É fundamental também que o governo recomponha e amplie sua base social, esclarecendo e dialogando com suas bases fundamentais de sustentação para fortalecer a resistência.



Manifestações variadas, amplas e combativas precisam se dar como forma de esclarecer os setores populares a respeito do que está em jogo neste confronto. Superar a crise demanda protagonismo político dos movimentos sociais, das centrais dos trabalhadores, exige mobilizar povo, exige presença na batalha das ruas. Requer, também, busca de caminhos, intensa luta de ideias nas redes sociais, inúmeros debates e conferências.



O PCdoB considera que é preciso sustentar o combate. As crescentes convergências em torno de temas de interesse democrático, nacional e popular podem mobilizar amplas forças. O Partido saúda o coletivo militante por procurar assumir a linha de frente da resistência, a atuação corajosa da bancada parlamentar, do governador Flávio Dino do Maranhão e do ministro Aldo Rebelo, entre outras lideranças. Em especial se destaca a atuação dos comunistas nos movimentos sociais e na frente sindical, a combatividade e sobretudo a sua contribuição para que as ações, as mobilizações tenham o foco político certeiro de defesa da democracia e do mandato da presidenta Dilma.



O Partido está confiante na superação da crise, mas alerta que o confronto poderá ser longo e a conjuntura política tende a seguir instável e perigosa. O PCdoB convoca o coletivo militante a reforçar ainda mais o engajamento na luta e conclama que essa mesma conduta seja adotada pelo conjunto das forças políticas e sociais democráticas e progressistas.



São Paulo, 16 de agosto de 2015
O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

CRATO SEM SEU TRADICIONAL FESTIVAL FOLCLÓRICO?

Mestre Eloi e Brincantes do Reisado do Mestre Aldenir (Foto de arquivo / Autor não identificado) 

Surgido do esforço de Pedro Teles e José de Figueiredo Filho há cerca de 40 anos, continuado por Eloi Teles de Morais, e atualmente sob o comando da Fundação do Folclore Mestre Eloi, o Festival Folclórico do Cariri, sempre realizado no período de 15 a 22 de agosto, é um dos festivais mais antigos do país, quanto ao gênero, sempre reunindo o que de mais representativo há no Crato e na região em termos de folguedos e outras manifestações tradicionais populares.

O Cariri é celeiro de matrizes formadoras da identidade nordestina e nacional. Aqui habita o imaginário popular, a alma universal do povo brasileiro, viva, pulsante, indômita, fruto da fusão de vários mundos. Não é justo nem racional que a Prefeitura e a Secretaria de Cultura do Crato continuem negligenciando a vertente mais importante de nossa ancestralidade.

É necessário que o Município compreenda o fortalecimento da cultura popular como fator de identidade e desenvolvimento local, especialmente no sentido de favorecer a qualidade de vida de mestres, brincantes e artistas populares a partir de suas comunidades e da valorização da memória e da tradição como temperos da autoestima, do redescobrimento de nossas origens e da gênese da contemporaneidade.

Urge que se faça, portanto, um vigoroso investimento no turismo cultural, promovendo distritos, vilas e bairros como destinos turísticos, seja o receptivo para o país e o mundo, seja o de mobilização interna, dotando-lhes de infraestrutura adequada e gerando oportunidades de ocupação, renda e estímulo à transmissão do saber popular aos mais jovens.

Apelamos, por fim, ao bom senso de quem ainda o tenha na atual gestão, para que o Festival Folclórico do Cariri, evento estruturante de profunda significação no desenvolvimento da cultura em nosso Crato, não seja sepultado no túmulo do descaso.

Crato-CE, 17 de agosto de 2015.

Cacá Araújo 
Professor, Dramaturgo e Folclorista

terça-feira, 11 de agosto de 2015

GUERRILHA 2015 COM INSCRIÇÕES ABERTAS


7ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE
Troféu Juscelino Leal Lobo Júnior
Crato – Cariri – Ceará – Brasil 
1 a 12 | Novembro | 2015


RELEASE

ARTE COMO FATOR DE LIBERTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

A Guerrilha do Ato Dramático Caririense, criada em 2009, é um foco de afirmação de nossas potencialidades e talentos, que tem o teatro, a dança e o circo como linguagens centrais, e se realiza a partir de movimento permanente em defesa de políticas culturais que verdadeiramente reconheçam, respeitem e elevem a arte e os artistas caririenses ao merecido patamar de importância e valorização aclamado pela história e reclamado pela atualidade. É uma trincheira de combate à exclusão e ao abandono. Ato de fortalecimento da identidade e de peleja em prol da democratização de meios e bens culturais. Somos lutadores incansáveis em defesa da dignidade humana, da justiça social, da emancipação popular. 


EDITAL DE SELEÇÃO


APRESENTAÇÃO

Artigo 1º - A Guerrilha do Ato Dramático Caririense é um movimento de afirmação da identidade cultural brasileira a partir da exposição de espetáculos de artes cênicas produzidos e realizados no Cariri cearense, cuja finalidade maior é promover e difundir o teatro, a dança e o circo, contribuindo para seu desenvolvimento, valorização, conquista de plateias e intercâmbio.  

Artigo 2º - A Guerrilha do Ato Dramático Caririense é uma realização da Sociedade Cariri das Artes e Cia. Brasileira de Teatro Brincante, em sintonia e cooperação com companhias e grupos em atividade na região, sendo esta sua 7ª edição ininterrupta.

Artigo 3º - A 7ª Guerrilha do Ato Dramático Caririense acontecerá no período de 1 a 12 de novembro de 2015, no Cariri, Estado do Ceará, e sua organização e funcionamento são regidos pelo presente regulamento.


PARTICIPAÇÃO

Artigo 4º - Poderão participar companhias e grupos de teatro, dança e circo em atividade na região do Cariri cearense, com espetáculos nas modalidades palco e rua.

Parágrafo Primeiro - Os espetáculos submetidos à seleção terão, obrigatoriamente, que já ter estreado até o ato de sua inscrição, não sendo vedada a participação de espetáculos que tenham sido apresentados em edições anteriores da Guerrilha mediante convite da Comissão Organizadora. 

Parágrafo Segundo - A convite da organização, companhias e grupos de outras regiões do Ceará, do restante do país e estrangeiras poderão integrar a programação, como forma de incremento do intercâmbio e compartilhamento de processos criativos.


INSCRIÇÕES E PROGRAMAÇÃO

Artigo 5º - As inscrições na 7ª Guerrilha do Ato Dramático Caririense poderão ser feitas mediante o preenchimento da ficha constante do Anexo Único deste edital e apresentação dos documentos e informações solicitadas.

Parágrafo Primeiro - As inscrições deverão ser realizadas no período de 12 de agosto a 30 de setembro de 2015, pela internet, através do e-mail cacaraujo66@yahoo.com.br ou pelos Correios ou entrega em mãos no seguinte endereço:

CIA. BRASILEIRA DE TEATRO BRINCANTE 
7ª Guerrilha do Ato Dramático Caririense 2015 
Rua Vicente Tavares Bezerra, 174 - Altos 
Bairro São Miguel, Crato-CE, CEP: 63.122-415 

Parágrafo Segundo - Para efetivar a inscrição, é obrigatória a apresentação dos seguintes itens:

a. Ficha técnica básica com elenco, corpo técnico e necessidades técnico-operacionais;
b. Sinopse;
c. Mapa e planilha de iluminação;
d. Vídeo completo do espetáculo (ou link de acesso na internet);
e. Até 3 fotos em boa resolução;
f. Relação nominal dos integrantes com nome completo, número de RG, CPF e Registro Profissional (caso tenha);
g. Termo de cessão de direitos/autorização de montagem emitida pelo autor, SBAT ou outro órgão de representação legal;
h. Breve currículo da companhia/grupo.   

Parágrafo Terceiro - A ficha de inscrição aqui tratada, assim como as informações nela indicadas, poderão ser solicitadas pelo endereço eletrônico apresentado no Parágrafo Primeiro deste Artigo ou através da página abaixo: 

https://www.facebook.com/GuerrilhaDoAtoDramaticoCaririense

Parágrafo Quarto - A programação oficial, com locais de apresentações em palco, espaço alternativo e rua, será divulgada no dia 12 de outubro de 2015 nos seguintes ambientes eletrônicos:

http://guerrilhadoatodramaticocaririense.blogspot.com.br/

https://www.facebook.com/GuerrilhaDoAtoDramaticoCaririense


CACHÊS

Artigo 6º - Na hipótese de não haver patrocínio para custeio de cachês, cada espetáculo receberá o correspondente à divisão em partes iguais de 80% (oitenta por cento) de toda a arrecadação de bilheteria.

Parágrafo Primeiro - Os espetáculos que não gerarem arrecadação em bilheteria, especialmente os de rua, terão cota-parte igual aos demais.

Parágrafo Segundo - Os 20% (vinte por cento) restantes serão destinados ao custeio de produção. 

Parágrafo Terceiro - O serviço de bilheteria deverá ser acompanhado por um/a representante da companhia em cartaz, que assinará o borderô junto com o/a bilheteiro/a após a devida prestação de contas da arrecadação. 

Artigo 7º - Em caso de obtenção de patrocínio para custeio de cachês e produção, a Comissão Organizadora comunicará os valores aos grupos selecionados e convidados, bem como ao pessoal de produção, devendo a renda de que trata o Artigo anterior ser destinada ao orçamento da 8ª Guerrilha 2016, salvo em caso de necessidade de cobertura de despesas excedentes da edição atual, devidamente comprovadas pela Comissão Organizadora. 


DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 8º - Cada companhia/grupo será responsável por suas despesas referentes a deslocamento e estadia.

Artigo 9º - Caberá à organização do evento a divulgação da programação, bem como garantir as condições técnicas para a realização dos espetáculos.

Artigo 10 - Caberá às companhias/grupos divulgar seu espetáculo e compartilhar a divulgação dos demais, utilizando-se dos meios que lhes forem possíveis.

Artigo 11 - A Curadoria dos espetáculos caberá à Comissão Organizadora designada pela Sociedade Cariri das Artes / Cia. Brasileira de Teatro Brincante, podendo esta solicitar o apoio técnico e consultoria de pessoas com notório conhecimento na área.

Artigo 12 - A data de cada espetáculo será definida logo após a seleção, mediante entendimento entre as partes.

Artigo 13 - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora da 7ª Guerrilha do Ato Dramático Caririense.


Crato-Cariri-Ceará, 11 de agosto de 2015.



Cacá Araújo
Coordenador Geral 
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