terça-feira, 31 de agosto de 2010

Coletivo Camaradas aciona OAB e Justiça Eleitoral contra poluição visual


Justiça Eleitoral e OAB já estão com fotos da poluição visual gerada pelos candidatos nas praças da cidade Crato.


Na manhã desta ultima segunda, dia 30, o Coletivo Camaradas encaminhou ao juiz da 27ª Zonal Eleitoral, Antonio Wandeberg Francelino Freitas e ao presidente da subsecção da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Crato, Fabrício Siebra Felício Calou documento que alerta sobre a poluição visual provocada pelos candidatos dos diversos partidos políticos e coligações nas praças da cidade do Crato, através da colocação de cavaletes com imagens eleitorais.

O fato vem gerando insatisfação na população. Algumas placas impedem a livre circulação dos transeuntes, já outras atrapalham a visibilidade dos motoristas. De acordo com o documento encaminhado a Justiça Eleitoral os “camaradas” afirmam “entendemos que a colocação indiscriminada destes cavaletes na cidade e em especial nas praças vem gerando insatisfação e prejudicando a livre circulação dos transeuntes, dificultando a visualidade dos motoristas e produzindo uma enxurrada poluitiva. Sem contar que, como o caso não é localizado, isso gera uma incalculável degradação ambiental, tendo em vista, a quantidade de madeiras e papeis gastos com essas ações na época eleitoral, em outras palavras, representa a derrubada da vegetação brasileira”

O grupo solicita que o documento encaminhado a Justiça seja enviado aos partidos e coligações com o intuito de tornar pública a insatisfação dos eleitores. O documento entregue na OAB sugere uma tomada de posição em relação à questão.

O documento foi encaminhado a Justiça Eleitoral e a OAB, após o Coletivo teve realizado a intervenção urbana denominada “Ação Poluição” que consistiu na colocação temporária de cavaletes com a inscrição “Ação Poluição” ao lado das imagens do candidatos e registro fotográfico, o qual foi disponibilizado virtualmente. Nos documentos entregues pelo Coletivo Camaradas foi anexado o registro da fotográfico da ação que consta de mais de 200 fotos em praças da cidade do Crato.

Aparecida Silvino esteve em Crato acompanhada por dois grandes músicos da no ssa região: Ibertson Nobre e Lifanco!

Parabéns, o Cariri é lindo!

Show lindo!

Aparecida Silvino , Ibertson Nobre e Lifanco

Apa Silvino admirando o talento de Ibertson
Intérprete, compositora e regente, Aparecida Silvino tem sido presença constante no cenário musical de Fortaleza há vários anos. Ela começou sua carreira artística até mesmo antes de saber ler, quando aos 5 anos de idade tomou aulas de canto. Depois de receber aulas de Hans Joachin Koellreutter, ela foi aos Estados Unidos, onde aperfeiçoou mais ainda sua voz. Ao retornar a Fortaleza, ela decidiu seguir a carreira musical. Lá ela se envolveu com diversos grupos musicais e corais locais ao mesmo tempo em que fazia a carreira solo. Seu primeiro álbum saiu em 1992, mas foi apenas em 2001 que ela lançou seu primeiro CD, Presente. Trata-se de um trabalho com carinho desde o cuidadoso repertório e arranjos e ainda incluindo diversos membros de sua família em participações especiais neste bom lançamento.




Presente traz músicas de Chico Buarque, Ronaldo Bastos, Lô Borges, Fagner, Dominguinhos, Milton Nascimento, Fausto Nilo, Davi Duarte e outros talentos. Aparecida foi a responsável pelo conceito geral deste trabalho e deu a direção musical ao arranjador e guitarrista Mimi Rocha. Além dele, o resto do grupo que apóia os requintados vocais de Aparecida incluem membros da Marimbanda (Luizinho Duarte e Heriberto Porto) e ainda o extraordinário violão de Manassés e a mágica do acordeon de Valdonis. Como esperado, com este time de craques e o meticuloso talento de Aparecida, o trabalho só poderia ser de grande qualidade. A oportunidade que tive de vê-la em show ao vivo quando do lançamento deste disco foi uma experiência maravilhosa. A presença dela no palco é encantadora.



A faixa que abre o disco, "Papo Novo", foi escrita por Aparecida e seu irmão. Trata-se de um blues onde a guitarra do arranjador Mimi Rocha se destaca. A canção sutilmente fala da busca de coisas novas, de novos valores e novas criações. Com base nisso, Aparecida canta o que quer e se mostra competente em qualquer estilo. Sua voz cristalina e afinadíssima é sempre precisa. A faixa que dá nome ao CD foi escrita por Davi Duarte. Trata-se de um reggae onde o amor e a sensualidade estão presentes em grande força. A canção é contagiante. Outras interpretações marcantes aparecem com "Desenlace", "Modinha" e "Contrato de Separação". Estas três baladas dão a Aparecida a oportunidade de ir bem ao fundo da sua alma e apresentar os melhores momentos deste trabalho. Especialmente em "Contrato de Separação", onde Aparecida tem simplesmente o acordeon melancólico de Valdonis ao fundo, a combinação da voz e instrumento é celestial. Esta interpretação é comovente e fará qualquer ouvinte sentir emoções vibrantes. A letra fala da saudade e dor que um coração sente ao fim de um relacionamento, onde a separação é a única saída.



Aparecida mostra competência na escolha do repertório e domínio absoluta nas suas interpretações. Ela é uma artista para ser descoberta por todos. Para ler mais sobre ela, visite seu blog. Também se quiser, pode baixar todo o CD pela internet, incluindo capa e letras. Basta visitar este site. Você merece este Presente que Aparecida criou.





Egídio Leitão

Agosto 2004

Faixas:





Papo Novo (Francisco Silvino - Aparecida Silvino)

Sonho Real (Ronaldo Bastos - Lô Borges) - c/ Quinteto Belas Artes

É Tão Bom ( Luís Caldas) - c/ Clarissa Silvino

Presente (Davi Duarte) - c/ Davi Duarte

Esse Tempo (Jabuti - Amaro Pena)

Desenlace (Francisco Silvino)

Modinha (Sérgio Bittencourt)

Incomensurável (Abdoral Jamacaru)

A Voz do Dono e o Dono da Voz (Chico Buarque) - c/ Marcus Brito, Melquíades, Luís Miguel & Eric von Shasten)

Tudo o Que Eu Queria (Davi Duarte)

Tudo Está Contigo (Raimundo Fagner - Fausto Nilo)

Contrato de Separação (Dominguinhos - Anastácia) - c/ Valdonis

Fortaleza (Francisco Silvino)

Amor Amigo (Milton Nascimento - Fernando Brant) - c/ Isaíra Silvino

fonte:http://musicabrasileira.org/resenhasentrevistas/aspresente.html

AGENDE-SE: POR: Luiz Carlos Salatiel, fonte: cariricult



Release

“Amarras” é um espetáculo que propõe uma reflexão por meio da dança contemporânea sobre as modificações da história da mulher, em quadros e cenas que contrapõem e dialogam com estereótipos e sutilezas do ser mulher.

Nas sociedades primitivas, o poder era centrado na Mulher por causa da sua fertilidade. Na Grécia antiga, a mulher não desempenhava nenhum papel, além do doméstico.

Com o sistema patriarcal foi criado ideologias como o da religião, mitos e tabus, para controlar seu comportamento intelectual e afetivo. Durante muito tempo a mulher foi considerada como um ser inferior e mantida isolada do contexto social. Esta concepção, foi construída através dos séculos, legitimou a submissão feminina e sufocou qualquer tentativa de subversão da ordem estabelecida, o que durante muito tempo a manteve à margem da sociedade.

A grande virada das mulheres aconteceu no século XX: A conquista do direito ao voto, ao trabalho (e a uma carreira profissional), a uma igualdade de direitos entre os sexos foi conquistado pelos movimentos feminista, no entanto, mesmo com todos os avanços vivemos a submissão do corpo feminino; as repressões de todo tipo, prostituição, assédio sexual, violência doméstica, desvantagens na carreira profissional.

Ainda há muitas “amarras” que precisam ser desatadas pela frente em relação ao corpo, a maternidade, a vida cotidiana, a família. E é nessa revolução silenciosa do auto-conhecimento e estrutura da auto-estima que venceremos assim a repressão quanto as conquistas do dito sexo frágil.

Ficha Técnica

Direção, Coreografia, Dramaturgia e Pesquisa Musical: Elizângela Alencar
Interpretes-criadoras: Aline Sousa, Ianny Queiroz, Elizângela Alencar, Jayane Diniz e Séfora Oliveira.
Participação especial: Erislanio Alencar
Atrizes convidadas: Carla Hemanuela, Dialla Teotônio, Estella Bonfim,
Jéssica Lorenna e Kelliane Eskthyny

Colaboração coreográfica: Alysson Amancio
Assessoria teatral: Márcio Rodrigues
Fotografia : Nivia Uchoa
Figurino: Elizângela Alencar/ Nenem
Maquiagem: Fernando Crispim
Iluminação: Orismídio Duarte
Realização: Dakini Cia de Dança
Produção: Inspiração, gestão da Cultura
Coord. de Produção e Arte Visual: Jota Júnior Santos
Assist. de Produção: Luciany Maria

Currículo DA Cia.

Dakini Cia de Dança, surgiu há 04 anos, da necessidade da coreógrafa Elyzângela Alencar desenvolver pesquisas em dança na cidade de Juazeiro do Norte.

Inicialmente sua criação estava ligada a produção e divulgação da dança do ventre, modalidade que a coreógrafa tem sua formação técnica.
Com a experimentação de outras linguagens como o teatro e capacitações realizadas em outras danças como: balé clássico, jazz, dança contemporânea, contato-improvisação o grupo começou sua pesquisa nas possibilidades de expressão enquanto dança por este corpo-matriz que esta em constante aprendizagem.

Como esse corpo se move? Qual sua dança pessoal? Essas são premissas para os experimentos e performance da Cia.

A coreógrafa é aluna do Curso de Licenciatura em Teatro da Escola de Artes Violeta Arraes Gervaiseau - URCA.

Associação Dança Cariri abriga em sua sede a Dakini Cia de Dança, compartilhando ações para o desenvolvimento e potencialização da dança local.

Participou da II Semana D da Dança (Associação Dança Cariri e CCBNB).

A Companhia foi contemplada no VI Edital das Artes da SECULT-2009 categoria Montagem em Dança.

"Mulher Rendeira": conheça a verdadeira versão da cantiga popular

A música “Mulher Rendeira” é cercada pelas lendas. Enquanto uns dizem que se trata de um antigo tema popular, os mais antigos afirmam que teria sido feita pelo próprio Lampião, inspirado na figura de sua avó, uma exímia da arte de fazer rendas.


O fato é que referida canção foi muito cantada nos sertões nordestinos no tempo do rei do cangaço. Por isso, fez parte da trilha sonora do premiado filme “O Cangaceiro”, de Lima Barreto, que o celebrizou no país e no exterior. Na ocasião, sofreu uma adaptação do compositor Zé do Norte (Alfredo Ricardo do Nascimento), autor de outras músicas do filme, que manteve a sua estrutura original.

Comprova o sucesso de “Mulher Rendeira” o grande número de gravações que recebeu na época, inclusive fora do Brasil. Tem até uma gravação de um antigo cabra do bando de Lampião, o cangaceiro Volta Seca. E hoje, apesar das alterações na sua forma original, representa o canto oficial do cangaceirismo. Existem várias versões, mas esta a seguir parece que é a verdadeira:
Olê muié rendeira
Olê muié rendá
Tu me ensina a fazê renda
Que eu te ensino a namorá.

Olê muié rendeira
Olê muié rendá
Chorou por mim não fica
Soluçou vai pro borná.

As moças de Vila Bela
São pobres mas tem ação
Passam o dia na janela
Namorando Lampião.

O rifle de Lampião
Tem cinco laços de fita
Lampião só para em casa
Onde tem muié bonita.

Minha mãe me dá dinheiro
Prá comprar um cinturão
Pra vivê de cartucheira
No bando de lampião.

O Ceará ta de luto
Pernambuco de sofrimento
Alagoas de porta aberta
Lampião xaxando dentro.

Olê muié rendeira
Olê muié rendá
Tu me ensina a fazê renda
Que eu te ensino a namorá. 
 
fonte:http://culturanordestina.blogspot.com
visitem!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

SESC SONORA BRASIL

EM APOIO AO ALEXANDRE LUCAS!

O professor Alexandre Lucas foi alvo de duras críticas ao postar sobre a poluição visual causada pela campanha política de alguns candidatos. A luta é árdua  camarada, defender idéias atrai inveja, energias ruins, quero nesse  espaço me mostrar solidária ao seu manifesto, o Cultura no Cariri é um espaço livre, é uma honra ter seus textos aqui divulgados, não deixemos que a repressão e pensamentos retrógrados desestimulem nossas  convicções!



TEXTO DO ALEXANDRE LUCAS EM RESPOSTA,fonte do texto:blog do Crato

Esse trabalho do Coletivo Camaradas não busca ser imparcial, mas entra
no campo da polêmica mesmo, ele visa aguçar a discussão, provocar o
debate, incomodar e gerar questões que possam solucionar o problema.
Em nenhum momento vou defender a imparcialidade, até mesmo porque como
marxista não acredito na existência objetiva desta palavra. Não vou
defender meu candidato aqui. Continuo tendo posição e voto no governo
da situação por uma questão conjuntural ( ele ainda não é o governo
dos meus sonhos, muitos menos o fruto da revolução... encontra-se
muito distante disso).
Acredito que as imagens tentam, podem até não conseguir atender a
diversidade de imagens postas nas ruas, mas apresentam de uma forma ou
de outra o quadro predominante de imagens postas nas praças da cidade.
Sugiro que observem novamente as imagens e atestem que das seis fotos
postadas, três fotos apresentam o candidato da situação ( o candidato
o qual irei votar). Felizmente/infelizmente os demais candidatos não
colocaram as suas imagens expostas nas praças, ou colocaram em
quantidade menor. Isso por diversos fatores, alguns porque não
comungam com essa propaganda e outros por falta de recursos
financeiros.
Portanto, não vejo como tendenciosa essa ação, pois em nenhum momento,
foi colocada a questão de partido A ou B, nem de candidato Sicrano ou
Beltrano. São até compreensíveis os discursos inflamados, os quais
refletem uma tomada de posição, o que é justo numa sociedade dita
democrática.
Ora somos parciais mesmos, quem aqui levanta um questionamento,
apropriasse de um direito constitucional, do qual comungo, o direito
da liberdade de expressão e esse direito vem sempre recheado das
visões sociais de mundo, incluindo ai a defesa de empregos, de
preferências e de crenças.
Mas o intuito da ação desenvolvida pelo Coletivo Camaradas é não
poupar nenhum dos candidatos que abusam do poder econômico e provocam
a poluição visual.
Se você é um desses que estão indignados contra essa poluição visual
gerada no período eleitoral não fique ai parado, nem tentem desvirtuar
o foco da questão. Vamos lá: fotografe todos esses casos e encaminhem
para a Justiça Eleitoral... Fotografe os meus e os seus candidatos.
Denuncie.

Como diz o trecho da música do Barrão Vermelho:
“Saudações a quem tem coragem
Aos que tão aqui pra qualquer viagem
Não fique esperando a vida passar tão rápido
A felicidade é um estado imaginário...”

Alexandre Lucas

Coordenador do Coletivo Camaradas
fonte: http://blogdocrato.blogspot.com

O texto foi retirado pelo próprio autor, Alexandre Lucas, do Blog do Crato.

domingo, 29 de agosto de 2010

Um pouco da História dos Festivais de Música! Por: Rosana Xenofonte

Estão abertas as inscrições para um dos maiores eventos da música do Cariri Cearense, o festival Cariri da canção!


Estarão abertas as inscrições para o festival Cariri da Canção da fase estudantil e nacional até o dia 30 de setembro de 2010!

 *Na sua terceira edição, o Festival Cariri da Canção se consolida como um dos eventos mais ricos e audaciosos da música Cearense, um resgate aos marcantes e históricos festivais aqui realizados na década de setenta e oitenta, fato que contribuiu para tornar nosso Crato cidade da cultura.

Janinha Brito

Por: Rosana Xenofonte

Os Festival de Música Popular Brasileira foi um gênero de programa, competitivo e musical, apresentado por várias emissoras de televisão brasileiras (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) a partir de 1965 até 1985.Os Festivais tiveram seu auge de popularidade na década de 60, mais precisamente entre 1966 e 1968, período considerado como a “era de ouro dos festivais” e levaram multidões aos audítórios e ginásios.

Nessa época começaram a surgir protestos das áreas ligadas à cultura e a conscientização popular aumentou. Na musica os artistas sentiram a necessidade de compor canções de cunho social e assim usaram os festivais que foram a mais brilhante fase da nossa música. Por eles passaram compositores da grandeza de Tom Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Geraldo Vandré, Toquinho, Paulo César Pinheiro... Também não foram poucos os intérpretes que chegaram ao sucesso pela via do vestibular dos festivais. Elis Regina, Jair Rodrigues, Os Mutantes, Gal Costa, Amelinha são alguns dos intérpretes, que se arriscaram a levar as mesmas vaias, ovos e tomates que despertaram a ira de Caetano, tudo em busca de um lugar ao sol no cenário da MPB.

Nesses festivais conseguiram reunir e lançar a nata dos novos compositores do país, o que só fez crescer o status de seus participantes. Isso nos mostra que os festivais de música popular são importantes para o processo de formação da música popular brasileira. Mas por onde andam os festivais?

O Crato foi palco de um dos maiores festivais da Canção acontecidos no Brasil. Na década de 1970, os festivais de música realizados na cidade do Crato marcaram época e, por isso, até hoje são lembrados e cobrados pela população.
Não se trata de mero saudosismo, mas de um consenso acerca da importância de eventos dessa natureza como um imprescindível instrumento para o engrandecimento da cultura musical local, regional e nacional. Foi trilhando festivais em terras cratenses, que despontou toda uma geração de músicos e compositores que, ainda hoje, são referências da arte e da música caririense, como Abidoral e Pachelly Jamacaru, Cleivan Paiva, Luiz Carlos Salatiel, João do Crato, José Flávio Vieira, Luís Fidélis, Stênio Diniz, Rosemberg Cariry, Geraldo Urano e muitos outros. Nos anos 90 tivemos 04 edições do CHAMA - Chapada Musical do Araripe evento que impulsionou a realização de outros grandes festivais.

foto: Wilson Bernardo
A valorização dos artistas locais, regionais e nacionais, a divulgação dos novos talentos, a impulsão à produção de músicas de qualidade, e a reeducação de nossos jovens no gosto pela boa música, são o combustível maior para que realizemos o Festival Cariri da Canção que nasceu em 2008 com o sentimento determinado de engrandecer o intercâmbio na criação da arte da música; trazendo, mostrando, trocando experiências e talentos, novos e experientes; traduzindo-se em seus dias de realização como uma das maiores iniciativas na direção do fortalecimento do Turismo Cultural e de Conhecimento do Nordeste.
foto:Wilson Bernardo
O Festival Cariri da Canção, em sua edição 2010, reunirá a partir de uma programação plural, dinâmica e universal, personalidades locais, regionais e nacionais, do mundo da música, promovendo o intercâmbio e ações que contribuirão para um dos maiores eventos de nossa região.

Abertas as Inscrições do Festival Cariri da Canção Estudantil e Nacional


A Prefeitura Municipal do Crato, através da Secretaria da Cultura, Esporte e Juventude abriu inscrições para o Festival Cariri da Canção Estudantil 2010 a se realizar nos dias 14, 15 e 16 de Outubro de 2010 e o Festival Cariri da Cançao Nacional 2010 que acontecerá nos dias e 04, 05 e 06 de Novembro de 2010. As fichas de inscrições e o Edital estão disponibilizados no site da Prefeitura do Crato, www.crato.ce.gov.br e na sede da: SECRETARIA DA CULTURA, ESPORTE E JUVENTUDE DO CRATO Comissão Organizadora do Festival Cariri da Canção Nacional – Edição 2010 Centro Cultural do Araripe – Rua Teopisto Abath, s/n – Centro - Cep: 63100-000 / Crato-Ceará - FoneFax(88) 3523.2365
Poderão participar do Festival Cariri da Canção Estudantil 2010: estudantes do Ensino Médio, Cursinhos Pré-vestibulares, Cursos Técnicos e Universitários regularmente matriculados na rede de ensino da região Metropolitana do Cariri (Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Caririaçu, Farias Brito, Jardim, Nova Olinda, Missão Velha e Santana do Cariri).

Poderão participar do Festival Cariri da Canção Nacional 2010: Todos os compositores e intérpretes de todo território nacional.

As inscrições irão até o dia 30 de Setembro de 2010.

Participem!!!!

Inscrições abertas para o Festival Cariri da Canção: Depoimento, Marcos Caffé!

Marcos Caffé
Compositor e Intérprete
Fortaleza-Ce
 
Festival de Música é ambiente de encontro, de ebulição, e renovação e experimentação de novos conceitos, é onde os principiantes têm oportunidade de jogar ao mundo da exposição e colher os frutos dessa conquista, é onde também os mais experientes usam suas técnicas de sedução e persuasão. Festival é uma conquista instantânea, uma prova de fogo. É no calor do ao vivo que o cantor e os músicos interagem e se manifestam na defesa da obra, é ai também que o compositor observa até onde seu gênio criador ressoou na memória e na emoção do público. O público é quem no final das contas te levanta ou não. O grande prêmio é o encontro, é a aprovação pública. Os troféus são um detalhe que na história se dilui. O encontro é a mágica, no Cariri onde tenho um afeto especial, descobri tantos talentos, moçada de cabeça ventilada, músicos de renome como Lifanco, Ibbertson, João Neto, Rodrigo Batera e Maestro Bonifácio e jovens compositores de capacidade incontestável.

Foi por acaso que entrei nesse mundo paralelo do Festival, mas não foi por acaso que encontrei e me apaixonei pelo povo do Cariri. Obrigado pela recepção e pela generosidade.


fonte: http://festivalcariridacancao.blogspot.com
Acessem o blog do Festival e saibam tudo sobre o evento, fotos, arquivos,  datas e inscrições!

Onde a viola me leva

Autor poeta
Raimundo Nonato da Silva

Minha querida viola
Acrescenta meus valores
Tem me levado aos palácios
Dos grandes governadores
Já recebi elogios
Dos mais famosos doutores

Dos melhores cantadores
Já recebi elogios
Cantando sobre as florestas
Os lagos mares e rios
Com a viola eu ganhei
Os maiores desafios

Enfrentei noites de sono
Cantando muito cansado
Naquelas idas e voltas
Do bom tempo já passado
E no presente a viola
Ainda estar do meu lado

A viola hoje me leva
Ao Brasil e estrangeiro
Quando eu estou sem grana
Ela é quem me dar dinheiro
É a melhor companhia
Do poeta violeiro

Já andei no mundo inteiro
Só faltou ir ao alem
Não sei o dia que morro
E a hora que a morte vem
Mais quando eu partir da terra
Levo a viola também

A minha viola tem
Cores da nossa bandeira
Cantando pelo o Brasil
Andei nossa terra inteira
A viola me dar casa
Roupa cama grana e feira

*deixado como comentário no blog!

Luthier do Ceará participa de evento na França para prospectar negócios


O multiinstrumentista cearense Di Freitas pretende vender sua produção para o mercado Europeu

Bárbara Holanda

Terra onde a riqueza da cultura popular é soberana, o Cariri do Ceará, ao sul do Estado, e a sua musicalidade pulsante atraíram o multiinstrumentista fortalezense de formação clássica Francisco Freitas – mais conhecido como Di Freitas – para uma nova vida. Há dez anos, o músico tocava em uma orquestra em Fortaleza e decidiu deixar de lado a música erudita para seguir a sua paixão: a música popular. Ao chegar ao Cariri, Di Freitas passou a dar aulas de música e como não conseguia encontrar instrumentos no local começou então a produzir autodidaticamente instrumentos musicais, como violão caipira, rabecão, marimbau e especialmente rabeca, ou, como diria Mário de Andrade, “o violino dos homens do povo”. Tudo a partir da cabaça, fruto abundante na região, esculpido pela natureza com o formato do instrumento.

* download
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Divulgação

Di Freitas é músico e produz uma diversidade de instrumentos musicais a partir da cabaça



“A cabaça, além de prática e econômica, possui identidade e sonoridade próprias, que tem muito a ver com a região. As rabecas de cabaça, por exemplo, possuem um timbre único, com som claro e nítido, prontas pra tocar”, explica o músico. Di Freitas conta que inicialmente a luthieria, realizada em uma pequena oficina improvisada, era apenas um hobby e os instrumentos confeccionados eram utilizados por ele, por músicos locais e pela primeira orquestra de rabecas de cabaça do Brasil, criada pelo próprio luthier. “Passei a usar as rabecas e os instrumentos que fazia para meus alunos para produzir uma música minha, que mostrassem todas as minhas influências, que misturam o erudito e o popular, e que os instrumentos também tivessem essa identidade. Dessa maneira, venho trabalhando de forma muito intuitiva e prática”, afirma.

Recentemente, Di Freitas começou a enxergar a luthieria como um negócio e passou a levar a confecção de instrumentos mais a sério. “As vendas ainda são poucas, pois é um mercado muito específico. Acredito que o grande mercado consumidor dos meus instrumentos artesanais não esteja no Brasil e sim na Europa, onde esse tipo de instrumento é valorizado por ter sido bastante produzido e utilizado em diversos períodos da história, como a Idade Média, por exemplo”.

Com essa ideia na cabeça, Di Freitas participa de 27 de setembro a 3 de outubro da 19ª edição do Festival Biarritz – Cinemas e Culturas da América Latina, na França. Ele e outro músico, Evânio Soares, do grupo Zabumbeiros Cariris, irão expor seus produtos e prospectar negócios junto ao mercado europeu. Além da França, os músicos percorrem também a Itália e a Hungria mostrando a produção musical caririense, os instrumentos, a cultura e o potencial turístico da região.

O despertar empreendedor de Di Freitas surgiu a partir da participação, a convite do Sebrae Ceará, na Rodada Internacional de Negócios do Cariri, em 2009,no município de Juazeiro do Norte, distante cerca de 500 quilômetros da capital. Di Freitas conta que na ocasião fez contatos com alguns empresários estrangeiros, mas um empresário francês, dono de uma loja de instrumentos, ficou especialmente interessado em seu trabalho. Depois de quase um ano de contatos e negociações, surgiu a oportunidade de participar do festival, que marcará o início de uma parceria comercial entre o músico cearense e o empresário francês.

“A minha expectativa é que essa parceria continue rendendo bons frutos. Pretendo profissionalizar ainda mais o meu trabalho e trazer mais gente para trabalhar junto. Porque além do negócio tem o pano de fundo cultural que essa atividade traz. É o resgate, a valorização da nossa cultura popular, que infelizmente ainda é mais reconhecida fora do país”, declara Di Freitas.

O gestor dos projetos de Cultura e Turismo do Sebrae no Cariri, Édio Callou, conta que Di Freitas e Evânio Soares participam do Projeto de Desenvolvimento da Economia Criativa da Música na Região do Cariri e receberão o apoio do Sebrae e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Ceará (Secult) no custeio de parte das despesas de deslocamento da missão técnica à Europa. “A expectativa é que essa participação abra as portas da Europa para o mercado da música e lutheria do Cariri”, explica.

Economia Criativa
O Projeto de Desenvolvimento da Economia Criativa da Música na região do Cariri começou a ser executado neste ano e representa uma ampliação e aprimoramento do atendimento do Sebrae Ceará aos segmentos empreendedores da Economia Criativa no Cariri. De acordo com Édio, as ações voltadas para o estímulo ao empreendedorismo na Economia Criativa na região tiveram início em 2003, com atividades pontuais de demandas espontâneas estimuladas por meio do Fórum de Turismo e Cultura Regional.

“A partir de 2008, o atendimento ao setor da cultura passou a ser mais sistemático através de um projeto multisetorial, envolvendo também o turismo. Em 2010, com o surgimento de um projeto setorial desenhado especificamente para atender as demandas de capacitação e formação empreendedora da cadeia produtiva da música, o Sebrae Ceará dá um novo passo para o atendimento das necessidades específicas deste complexo e crescente mercado”, afirma o gestor.

O Projeto de Desenvolvimento da Economia Criativa da Música teve início com um seminário em fevereiro deste ano, envolvendo os principais empreendedores do setor para a definição do objetivo geral, focos estratégico, ações e resultados esperados para num horizonte de três anos. Com o objetivo arrojado de ampliar a comercialização, renda e captação de recursos para os projetos e empreendimentos da cadeia produtiva da música na região, o projeto já realizou várias ações que estão contribuindo para a consolidação dos resultado.

Entre as ações estão a realização de um diagnóstico setorial; a realização do Seminário Negócios da Música, com a disseminação de informações sobre exportação de música, associativismo, produção cultural e casos de sucesso empreendedores; a realização de cursos sobre elaboração de projetos e captação de recursos para projetos culturais; um curso sobre como transformar uma banda em uma microempresa; o apoio à realização de eventos regionais, nacionais e internacionais para o fortalecimento do setor; e a realização de missões técnicas para intercâmbios.

Mais informações:
www.festivaldebiarritz.com
http://difreitas.blogspot.com/
www.myspace.com/difreitas
http://www.myspace.com/zabumbeiroscariris
Sebrae Cariri
Crato – (88) 3523-2025
Juazeiro do Norte – (88) 3512-3322

sábado, 28 de agosto de 2010

Novos artistas aderem ao Coletivo Camaradas

Ricardo Campos, Raul Lampião, MC Negro Wagner e Marlon Torres são os novos “Camaradas”.

Com um trabalho engajado o Coletivo Camaradas desenvolve ações que unem arte, estética, cultura, educação e política, o que vem despertando o interesse de artistas de diversas linguagens artísticas.



Recentemente aderiram ao grupo o comunicador e artista performático Raul Lampião que é conhecido pelo trabalho humorístico e de comprometimento social que realiza com o seu carinho de som volante nas ruas do Crato. O professor e grafiteiro Marlon Torres, um dos poucos artistas do spray na região do Cariri também aderiu ao grupo, além do MC Negro Wagner que desenvolverá um trabalho que reunirá a junção do rap e da batida dos tambores. O artista plástico, produtor cultural e estudante do curso de Artes Visuais da URCA, Ricardo Campos é o mais novo integrante do Coletivo.

O MC Negro Wagner enfatiza que o seu intuito no Coletivo é contribuir com a democratização da cultura hip-hop. Ele acredita também que a diversidade musical do povo brasileiro deve ser conhecida pelas camadas populares.

O grafiteiro Marlon acredita que o coletivo é uma forma de compartilhar experiências. Ele destaca que os “camaradas” são possibilitar conhecer novas vertentes artísticas.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Parque Estadual do Sítio Fundão é prioridade para Semace Cariri


Consolidar a recuperação do Parque Estadual do Sítio Fundão. Esta é uma das prioridades da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) no Cariri, que por meio da gerência do parque, reuniu ontem (25), no local, membros da Secretaria do Meio Ambiente do Crato (Semac); Geopark Araripe; Universidade Regional do Cariri (Urca); Instituto Brasileiro de Defesa dos Animais e Meio Ambiente (Ibdvama); Companhia de Policiamento de Meio Ambiente (CPMA); Instituto Federal de Educação do Ceará (Ifet); e Grupo de Educação Ambiental do Araripe. O encontro teve como objetivo discutir as problemáticas que estão em torno do parque, reconhecendo os potenciais e as fragilidades, além de possíveis medidas para solucioná-las.

Durante a reunião, os representantes pontuaram aspectos como a recuperação da Casa Sede, Casa do Engenho, segurança, a área que está em processo de tombamento através da Secretaria de Cultura (Secult), trabalho com a comunidade local, atividades de educação e interpretação ambiental. Na oportunidade, os visitantes realizaram um diagnóstico da unidade de conservação (UC). O evento também foi acompanhado pela imprensa local.

Segundo o gerente do parque, Mardineuson Sena, esta é a quarta reunião com parcerias que estão se consolidando em torno do local. Ele explica que o encontro surgiu da necessidade de conhecer e diagnosticar a área in loco a partir de reuniões com entidades governamentais e não governamentais, representantes da sociedade civil que se estabelecessem e que vem sendo formadas em torno das estratégias de uso e preservação da UC.

Para próximo mês, a gerência do parque, juntamente com entidades envolvidas, realizará um seminário de planejamento participativo para a gestão do lugar. O objetivo é formatar e consolidar um conselho gestor para a reserva ecológica. De acordo com a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), nº 9.985 de 18 de julho de 2000, todas as unidades de conservação necessitam de um conselho gestor e da aplicação de um plano de manejo.

Criado em 2008 pelo Governo do Estado do Ceará, o Parque Estadual do Sítio Fundão é uma UC, de proteção integral. O parque possui uma extensão de 93,5 hectares, com flora diversificada, vegetação nativa, além de espécies de cerrado e resquício de mata atlântica. Atualmente ele encontra-se fechado, com acesso permitido mediante autorização da gerência para a realização de pesquisas científicas, estudos de campo e educação ambiental com acompanhamento dos responsáveis pelo local.

Serviço
Para agendar visita ao Parque Estadual do Sítio Fundão: (88) 3102-1288, falar com a gerência na Semace Cariri.

Ana Luzia Brito - Enviada ao Crato
Assessoria de Comunicação da Semace

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

TEATRO RACHEL DE QUEIROZ DIVULGA PROGRAMAÇÃO DE ESPETÁCULOS

SOCIEDADE CARIRI DAS ARTES E SOCIEDADE DE CULTURA ARTÍSTICA DO CRATO DINAMIZAM O TEATRO CARIRIENSE

Os Pontos de Cultura do Brasil SOCIEDADE CARIRI DAS ARTES e SOCIEDADE DE CULTURA ARTÍSTICA DO CRATO, com apoio da Prefeitura Municipal do Crato, desenvolvem amplo e intenso programa de valorização e difusão teatral envolvendo companhias de toda a região, no Teatro Rachel de Queiroz, em Crato-CE.

Iniciado no último final de semana, quando esteve em cartaz a peça CONTOS DE BRUXAS, texto de Ronaldo Ciambrone, com a Cia. Teatral Arriégua (de Crato-CE), direção de Willyan Teles, o projeto prossegue com a apresentação dos espetáculos:

- A COMÉDIA DA MALDIÇÃO, texto de Cacá Araújo, com o Grupo de Teatro Curumins do Sertão (de Farias Brito-CE), direção de Maria Gonçalves, neste sábado, dia 28 de agosto, às 19:30 horas;
- HISTÓRIAS DO TEMPO DA MAMÃE, texto e direção de Maria Gonçalves, também com o Grupo de Teatro Curumins do Sertão (de Farias Brito-CE), direção de Maria Gonçalves, domingo, dia 29 de agosto, às 19:30 horas;
- AS IRMÃS CASTANHOLAS, texto e direção de Joylson John Kandahar, com a Cia. Mandacaru de Artes (de Juazeiro do Norte-CE), dias 03, 04, 05, 10, 11 e 12 de setembro, às 20:00 horas.

O programa é coordenado pela Cia. Cearense de Teatro Brincante, dirigida pelo dramaturgo Cacá Araújo, e terá, ainda, a comédia Velório Show, com a Cia. dos Sem, em data a ser divulgada posteriormente.

Porém, o ponto mais audacioso da empreitada será a 2ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE, a maior vitrine das artes cênicas do Cariri, com mais de 40 espetáculos, cuja programação se estenderá de 05 a 27 de novembro de 2010.




SHOW: “O QUE VIRÁ” - com APARECIDA SILVINO & MARCOS LESSA

LOCAL: Teatro Municipal Salviano Arraes (antigo Cine Moderno – Crato)
DATA: 29/08/10 (domingo)
HORA: 20 HORAS
MÚSICOS CONVIDADOS: Ibertson Nobre e Lifanco
INGRESSO: R$ 7,00


APARECIDA SILVINO
Com 16 anos de carreira como cantora, compositora, pianista, regente, arranjadora e preparadora vocal, a cearense Apá Silvino apresenta-se com um aval de muito peso. “Trata-se de uma das melhores vozes nacionais”, atesta o cantor e compositor Milton Nascimento, que fez questão de ter Apá como convidada especial no show “Crooner”, apresentado em Fortaleza.

Conhecida e com público cativo no Ceará, ela tem sido requisitada a abrir shows para grandes nomes da nossa música, tendo se apresentado ao lado de Fagner, Nana Caymmi, Suely Costa e Belchior, seu convidado no LP (vinil) “Vidro e Aço”, em 1992. Uma performance que lhe garantiu o prestigiado Prêmio Nelsons da Música Cearense em 2003 e 2004, como Melhor Intérprete Cearense e Melhor Intérprete Feminina. Além disso, ela já participou como convidada em 16 CDs de cantores cearenses.

Tal prestígio já havia sido comprovado em 2002, quando, acompanhada pelo violonista Nonato Luiz, Apá interpretou o Hino Nacional Brasileiro no primeiro jogo realizado no País pela Seleção Brasileira pentacampeã mundial de futebol. A partida foi realizada no Estádio Castelão, em Fortaleza.

Ultimamente, Apá Silvino tem percorrido várias capitais com o show “Presente”, título do CD lançado em 2001, e como intérprete da compositora Cristina Saraiva, na divulgação do CD “Só Canção”. Com este último participou do I Encontro Bossa Nova in Argentina, realizado em abril de 2005, em Buenos Aires.

A voz e o talento de Apá já chegaram a locais como a Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, o Feitiço Mineiro, em Brasília (agosto, 2004), a Sala Sidney Muller, da Funarte-RJ, e a Expo 2000 Hannover, na Alemanha. Em abril de 2005, esteve no Teatro Crowne, em São Paulo, onde participou como convidada especial do show “Dois Em Umas”, de Sonekka e Zé Edu Camargo, espetáculo que deu origem ao CD do mesmo nome.

Esse seu lado ganhou força nos últimos anos, com conquista de novos parceiros, muitos deles conhecidos através da M-Música, uma comunidade virtual que faz canções e amizade pela Internet, e do Clube Caiubi de Compositores, de São Paulo. Entre esses parceiros estão Sonekka, Zé Edu Camargo, Gilvandro Filho, Luhli, Sérgio Veleiro, Ferreira e Nilton Bustamente. No momento, Apá prepara o seu segundo CD, “Sinal de Cais” (título de uma parceria com Gilvandro Filho), onde boa parte dessas novas canções e parcerias será mostrada ao público.

MARCOS LESSA
Marcos Lessa iniciou sua carreira musical em 2007,quando lançou o cd “Olhares da Vida”, com musicas e letras de sua autoria e de sua parceira musical ,na época, a cantora e compositora :Clarissa Araripe, que também assina em algumas composições e cantou junto de Marcos no cd. O cd teve a produção de Gabrielle Guimarães e forte apoio do Banco do Nordeste. Foram prensadas e vendidas 500 unidades. O show de lançamento do Cd aconteceu no dia 28 de Novembro desse mesmo ano, no teatro do SESC Emiliano Queiroz. Teve a produção visual do artista plástico Marcelo Santiago e contou com a participação de Tailandia Montenegro e Daniel Cortez.

No período de 2007 a 2010, dedicou-se no aprimoramento da sua voz, através do estudo de técnica vocal, participando de cursos, durante 3 anos, no festival Musica na Ibiapaba.

Em 2010, no Festival de Jazz e Blues, Marcos Lessa conhece o compositor e instrumentista Manassés Souza com quem, em Abril desse mesmo ano, realiza em Guaramiranga, um show de homenagem ao Pessoal do Ceará (Fagner, Ednardo, Belchior, etc.). Até agora foram feitas três apresentações desse projeto.

Em Maio de 2010, lança o seu segundo cd, em parceria com o letrista Ricardo Alcântara. O cd “luzazul”, que teve nos arranjos o pianista Sávio Dieb, foi lançado nos dias 21 e 22 de Maio, no teatro Dragão do Mar e contou com a participação do cantor cearense, Lucio Ricardo e de Manassés.

No ano de 2010, Marcos Lessa participou junto do saxofonista Marcio Rezende e do violonista Padua Pires, de shows de homenagem a Dorival Caymmi. Os shows aconteceram no Café Pagliuca e no Passeio Publico. Desse projeto também faziam parte os instrumentistas cearenses, Cainã Cavalcante (violão), Thiago Almeida (teclado), Igor Caracas (percussão) e Luciano Franco (baixo).

Nota de falecimento!

Com profundo pesar, a Associação dos Artesãos de Juazeiro do Norte, comunica o falecimento da Ilustre Maria Cândido Monteiro, na cidade de Juazeiro do Norte no dia 25 de agosto, vítima de acidente de trânsito. Maria Cândido uma das mais expressivas artistas da Reigião do Cariri, conhecida Nacional e Internacionalmente pelas suas obras em argila.



Consternadamente,

Associação dos Artesãos Mestre Noza


* O Cultura no Cariri em nome dos seus autores e seguidores lamenta a morte dessa artesã já homenageada nesse blog e se solidariza com os familiares.

Coletivo Camaradas faz ação contra poluição visual de candidatos












Candidatos disputam imagens nas praças do Crato e abusam da poluição visual.



O Crato é um dos exemplos de cidade poluída visualmente no período eleitoral. Diversos cavaletes são colocados todos os dias nas praças com imagens de candidatos dos diversos partidos políticos. O caso vem promovendo uma insatisfação na cidade. As imagens dos candidatos na maioria dos casos chegam a tomar a passagem dos transeuntes e prejudicar a visualidade dos motoristas.



A poluição visual gerada pelos candidatos motivou o Coletivo Camaradas a promover uma intervenção urbana denominada de “ação poluição” em conjunto com artistas de outros estados brasileiros durante o Encontro do Programa de Interferência Ambiental no Cariri. A intervenção consiste na colocação temporária de cavaletes em frente às propagandas eleitorais e registro fotográfico que será disponibilizado na rede mundial de computadores, através de sites de relacionamentos, blogs e emails. Os camaradas ao fazerem a ação usam uma mascara cirúrgica simbolizando uma proteção contra a poluição.



Para a integrante do Coletivo Camaradas e acadêmica de Geografia, Karyny Feitosa existe abuso do poder econômico e um desrespeito não só aos eleitores, mas o próprio meio ambiente.



Eliana Soares, integrante dos Camaradas destaca que é preciso fomentar a discussão sobre a questão ambiental e a poluição tanto sonora como visual no período eleitoral.



O registro fotográfico será encaminhado também a Justiça Eleitoral para ser avaliado e tomada as devidas providências.

INDEPENDÊNCIA OU ROCK NO PINK FLOYD BAR

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

SHOW: “O QUE VIRÁ” - com APARECIDA SILVINO & MARCOS LESSA

LOCAL: Teatro Municipal Salviano Arraes (antigo Cine Moderno – Crato)
DATA: 29/08/10 (domingo)
HORA: 20 HORAS
MÚSICOS CONVIDADOS: Ibertson Nobre e Li Fanco
INGRESSO: R$ 7,00


 
APARECIDA SILVINO
Com 16 anos de carreira como cantora, compositora, pianista, regente, arranjadora e preparadora vocal, a cearense Apá Silvino apresenta-se com um aval de muito peso. “Trata-se de uma das melhores vozes nacionais”, atesta o cantor e compositor Milton Nascimento, que fez questão de ter Apá como convidada especial no show “Crooner”, apresentado em Fortaleza.

Conhecida e com público cativo no Ceará, ela tem sido requisitada a abrir shows para grandes nomes da nossa música, tendo se apresentado ao lado de Fagner, Nana Caymmi, Suely Costa e Belchior, seu convidado no LP (vinil) “Vidro e Aço”, em 1992. Uma performance que lhe garantiu o prestigiado Prêmio Nelsons da Música Cearense em 2003 e 2004, como Melhor Intérprete Cearense e Melhor Intérprete Feminina. Além disso, ela já participou como convidada em 16 CDs de cantores cearenses.

Tal prestígio já havia sido comprovado em 2002, quando, acompanhada pelo violonista Nonato Luiz, Apá interpretou o Hino Nacional Brasileiro no primeiro jogo realizado no País pela Seleção Brasileira pentacampeã mundial de futebol. A partida foi realizada no Estádio Castelão, em Fortaleza.

Ultimamente, Apá Silvino tem percorrido várias capitais com o show “Presente”, título do CD lançado em 2001, e como intérprete da compositora Cristina Saraiva, na divulgação do CD “Só Canção”. Com este último participou do I Encontro Bossa Nova in Argentina, realizado em abril de 2005, em Buenos Aires.

A voz e o talento de Apá já chegaram a locais como a Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, o Feitiço Mineiro, em Brasília (agosto, 2004), a Sala Sidney Muller, da Funarte-RJ, e a Expo 2000 Hannover, na Alemanha. Em abril de 2005, esteve no Teatro Crowne, em São Paulo, onde participou como convidada especial do show “Dois Em Umas”, de Sonekka e Zé Edu Camargo, espetáculo que deu origem ao CD do mesmo nome.

Esse seu lado ganhou força nos últimos anos, com conquista de novos parceiros, muitos deles conhecidos através da M-Música, uma comunidade virtual que faz canções e amizade pela Internet, e do Clube Caiubi de Compositores, de São Paulo. Entre esses parceiros estão Sonekka, Zé Edu Camargo, Gilvandro Filho, Luhli, Sérgio Veleiro, Ferreira e Nilton Bustamente. No momento, Apá prepara o seu segundo CD, “Sinal de Cais” (título de uma parceria com Gilvandro Filho), onde boa parte dessas novas canções e parcerias será mostrada ao público.

MARCOS LESSA
Marcos Lessa iniciou sua carreira musical em 2007,quando lançou o cd “Olhares da Vida”, com musicas e letras de sua autoria e de sua parceira musical ,na época, a cantora e compositora :Clarissa Araripe, que também assina em algumas composições e cantou junto de Marcos no cd. O cd teve a produção de Gabrielle Guimarães e forte apoio do Banco do Nordeste. Foram prensadas e vendidas 500 unidades. O show de lançamento do Cd aconteceu no dia 28 de Novembro desse mesmo ano, no teatro do SESC Emiliano Queiroz. Teve a produção visual do artista plástico Marcelo Santiago e contou com a participação de Tailandia Montenegro e Daniel Cortez.

No período de 2007 a 2010, dedicou-se no aprimoramento da sua voz, através do estudo de técnica vocal, participando de cursos, durante 3 anos, no festival Musica na Ibiapaba.

Em 2010, no Festival de Jazz e Blues, Marcos Lessa conhece o compositor e instrumentista Manassés Souza com quem, em Abril desse mesmo ano, realiza em Guaramiranga, um show de homenagem ao Pessoal do Ceará (Fagner, Ednardo, Belchior, etc.). Até agora foram feitas três apresentações desse projeto.

Em Maio de 2010, lança o seu segundo cd, em parceria com o letrista Ricardo Alcântara. O cd “luzazul”, que teve nos arranjos o pianista Sávio Dieb, foi lançado nos dias 21 e 22 de Maio, no teatro Dragão do Mar e contou com a participação do cantor cearense, Lucio Ricardo e de Manassés.

No ano de 2010, Marcos Lessa participou junto do saxofonista Marcio Rezende e do violonista Padua Pires, de shows de homenagem a Dorival Caymmi. Os shows aconteceram no Café Pagliuca e no Passeio Publico. Desse projeto também faziam parte os instrumentistas cearenses, Cainã Cavalcante (violão), Thiago Almeida (teclado), Igor Caracas (percussão) e Luciano Franco (baixo).

O Cariri Cangaço vem se firmando como o maior evento histórico-cultural sobre o cangaço e agora também beatos e coronéis, cujas histórias se entrelaçam, já realizado no Brasil.

Deu na Folha Sertaneja!

A extensa programação do II Cariri Cangaço em 2010, reuniu quase uma centena de pesquisadores, escritores, poetas, compositores, jornalistas, cineastas que se embrenharam, incansavelmente em longas incursões pela caatinga seca e sem água para ver lugares, casarões centenários, cemitérios, mobiliário da época e pessoas que não se cansavam de repetir histórias que marcaram aquele lugar, seja pela passagem belicosa ou amiga dos cangaceiros, pela firme presença dos coronéis, donos da vida e da morte ou de beatos que apaziguavam os espíritos dos sertanejos daquelas terras cearenses.

Seguindo esses rastros de homens e mulheres que fizeram a história desse pedaço do Ceará, os pauloafonsinos Antônio Galdino, João de Sousa Lima, Rubinho Lima, Luiz Ruben, Gilmar Teixeira e a filha Eloíse, se juntaram a tantos outros estudiosos, para aprender mais um pouco sobre o que aconteceu por ali. Em cada lugar, uma descoberta, um apanhado de informações, que resultarão em estudos mais aprofundados, depois compilados em revistas, jornais, livros, vídeos e imortalizados também em milhares de fotografias, provas indeléveis de que ali, na simplicidade daquela região árida, quase improdutiva, a vida e a morte marcaram forte presença.

Não se promove um evento desse porte sem grandes apoios, do poder público, de instituições acadêmicas, de empresários que possuem uma visão do futuro a partir de um olhar no passado. Foi assim com o projeto vitorioso chamado Cariri Cangaço, que está apenas no seu segundo ano e já provocou um saudável agito nos municípios de Crato, Juazeiro, Missão Velha, Barbalha e Aurora, fincados todos no sul do Ceará.

Foi o que se viu em cada momento deste evento. Depois de um dia intenso de viagens por caminhos estreitos no meio da caatinga, de bons pedaços de chão percorridos a pé, visitas a cemitérios, fazendas, igrejas, engenhos, fontes de águas cristalinas que o Nordeste também possui para se descobrir que a história parece brotar da terra em cada árvore, em cada riacho seco, em cada caldeirão.

Ali, nesses lugares ermos e no agito das cidades, os pesquisadores eram recebidos com honrarias, com aplausos, com a melhor comida e o melhor sorriso onde chegavam. E todos, mesmo cansados se acomodavam para ouvir, pacientemente, cada orador discorrer fluentemente sobre personagens e lugares trazendo à tona detalhes que transformavam um relato, aparentemente simples, numa grande história, orgulho de várias gerações.

 Napoleão Tavares Neves, dando entrevista durante Cariri Cangaço 2010

De volta ao hotel, depois de percorrer até centenas de quilômetros, era apenas o tempo para um banho que deixava todo mundo novo e pronto para as conferências da noite e os aplausos da população de cada um dos lugares. O humor de kydelmir, Ivanildo, de "Bin Laden", que compôs a bela música tema do I Cariri Cangaço, dentre outros exímios contadores de piadas e de causos, contribuiu para deixar todo mundo animado.

Foi assim em Aurora, onde o Prefeito, o vice-prefeito e todo o staff da sua gestão não mediram esforços para receber os pesquisadores e aplaudi-los na sua visita ao município. Foi assim também em Juazeiro, em Crato, em Missão Velha, em Barbalha onde sempre havia autoridades e muita gente, famílias tradicionais da cidade, descendentes de quem estava ali sendo homenageado, como pioneiro construtor dessas histórias. Universidades, teatros, auditórios acolhiam a todos.
  
Imagens da Solenidade na Câmara Municipal de Missão Velha

Em Missão Velha, de tantas histórias, a Câmara de Vereadores abriu suas portas para receber os estudiosos do assunto. Ali, como em cada uma das cidades, grupos folclóricos, cantavam, dançavam, encenavam passagens sobre a vida e a morte que nesse contexto parecem ter o mesmo peso dos personagens que fizeram com que tantos pesquisadores, gente do quilate de Antônio Amaury, que se deslocou de São Paulo, de Lemuel Rodrigues, Múcio Procópio, Antonio Vilela, João de Sousa Lima, Honório Medeiros, Geraldo Ferraz, Renato Dantas, Alcino Alves Costa, Napoleão Tavares, Juliana Ischiara, Eloísa Farias, de Brasília, Bosco André, Gilmar Teixeira, Paulo Gastão, Kydelmir Dantas, Magérbio de Lucena, Wilson Seraine, Alfredo Bonessi, para citar apenas alguns dos quase cem estudiosos que ali estiveram entre os dias 17 e 22 de agosto, sempre recepcionados pelo anfitrião, o curador do evento, o incansável Manoel Severo.

O mestre Antônio Amaury Correia de Araújo, autor de vasta bibliografia sobre o cangaço, como Assim Morreu Lampião; Gente de Lampião: Dadá e Corisco; Lampião: As Mulheres e o Cangaço dentre vários outros, fez a conferência de abertura do II Cariri Cangaço, no Salão de Atos da Universidade Regional do Cariri (URCA), em Crato, falando de Zé Rufino, considerado o maior matador de cangaceiros de todos os comandantes de volantes. Antes, Amaury foi homenageado com um vídeo mostrando várias imagens da vida do escritor paulista em seus mais de 50 anos dedicados ao estudo e pesquisa da temática cangaço e uma placa que lhe foi entregue pelo escritor João de Souza Lima, de Paulo Afonso-BA.

 Rubinho Lima e Manoel Severo

O curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo, fez a abertura oficial destacando e ao mesmo tempo agradecendo os apoios das administrações municipais que estão sendo partícipes desse trabalho. São cerca de 90 pessoas envolvidas no processo de organização, enfatizou Severo. O tema, segundo ele, é palpitante e polêmico, e o Cariri Cangaço, conforme o curador, ?dá oportunidade de se debater as nuances do processo histórico.

O Reitor da URCA (Universidade Regional do Cariri), Plácido Cidade Nuvens, na abertura, afirmou que a universidade regional não poderia desconhecer o fenômeno do cangaceirismo, porque foi uma marca dos dias da nossa história. A URCA deve debruçar-se para ver as suas causas e o reflexo para o desenvolvimento regional, com a responsabilidade acadêmica, disse.

A secretária de Cultura, Danielle Esmeraldo, ressaltou que os participantes se encontram não para estudar a história de Lampião, mas do Cariri e do mundo. Tem muita coisa que a gente precisa se indagar. Esse evento é rico e tem assunto, por ter história. Tem tudo a ver com a nossa região, frisou.

O que de viu nos dias seguintes, até a manhã do domingo, 22, foi uma seqüência de visitas técnicas e de palestras, seguidas de acalorados debates e questionamentos, sobre a temática proposta. Afinal, quem foi mesmo Lampião?, Herói ou bandido?, E quem matou Delmiro Gouveia?, Qual a influência e a relação de Padre Cícero com coronéis, beatos e cangaceiros? Certamente, na avaliação que se fizer sobre este evento edição de 2010, os pequenos senões que forem encontrados serão amplamente superados pela grande quantidade de acertos. E os questionamentos voltarão a inquietar a muitos.

Isso, associado aos belos espetáculos e demonstrações da cultura sertaneja, será munição suficiente para que os organizadores do evento já comecem os preparativos para mais um grande encontro de escritores, interessados na história, na cultura, nos ensinamentos que o 3º, o 4º... o 10º e um sem número de outros Cariris Cangaço irão proporcionar, como um resgate da história e da memória desse valoroso povo nordestino, ainda tão discriminado internamente, no próprio Nordeste e além fronteiras, especialmente pelo olhar pouco reconhecido dos estados do sudeste cuja riqueza e projeção que hoje possuem foram forjados pelos braços e pela inteligência dos trabalhadores sertanejos.

Antonio Galdino - Folha Sertaneja / Paulo Afonso BA
folhasertaneja.online
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