quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Luiz Carlos Salatiel encerra Semana de Iniciação Cientifica da URCA



A XII Semana de Iniciação Cientifica da Universidade Regional doCariri – URCA que esse ano tem como tema “Ciência & Sociedade:Caminhos para o Futuro que iniciou na última segunda-feira, dia 23 eserá encerrada com o show muisical “Os Girassóis” do multiartista Luiz Carlos Salatiel, nesta sexta-feira, dia 27, a partir das 20h00, no Salão de Atos do Campus Pimenta.


Depois de seu “Contemporâneo”, o compositor e intérprete Luiz Carlos Salatiel nos traz neste novo espetáculo as canções que poderão constardo seu próximo Cd e que também receberá o nome de “Girassóis”, umareferência positiva à flor que sempre está voltada para a luz.


No repertório constam músicas autorais e em parceria com Zé FlávioVieira, Geraldo Urano, Abidoral Jamacaru, Pachelly Jamacaru, Zé NiltonFigueiredo, Cleivan Paiva, Tiago Araripe, dentre outros.


Neste show, a voz expressiva desse grande intérprete da canção caririense receberá o acompanhamento do melhor “time” de músicos daregião, ou seja: Ibbertson Nobre: teclados; Lifanco: violão e guitarra; João Neto:contra-baixo; Bonifácio Salvador: sax; Saul: bateria; CíceroTertuliano: percussão.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

VITÓRIA DOS GUERRILHEIROS

Grupo de Guerrilheiros


Orleyna Moura e Cacá Araújo


GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE – TROFÉU JUSCELINO LEAL LOBO JÚNIOR

UMA LUTA VITORIOSA

A Guerrilha do Ato Dramático Caririense, realizada pela Sociedade Cariri das Artes e Sociedade de Cultura Artística do Crato – Pontos de Cultura do Brasil, é a grande unanimidade quando se fala em artes cênicas do Cariri. Iniciada no dia 7 e encerrada em 22 de novembro de 2009, transformou-se na maior vitrine da criatividade cênica regional. A verdadeira mostra do Cariri! Cerca de 150 participantes, entre atores, produtores e técnicos! Quase 5.000 pessoas prestigiaram a Guerrilha!!!

O dramaturgo e guerrilheiro Cacá Araújo, idealizador e coordenador do projeto, afirma que a Guerrilha superou as expectativas de público, graças à qualidade dos espetáculos e à brava platéia local, que valoriza e prestigia os artistas e grupos da região. "A Guerrilha do Ato Dramático Caririense é um movimento de afirmação da identidade cultural do Cariri e do Brasil, é a expressão mais profunda da inventividade e ousadia de dramaturgos, atores e encenadores caririenses; é a maior mostra da produção local em artes cênicas e, na edição de 2010 grupos de outros municípios da região serão envolvidos”.

Outro fator importante é a unidade dos grupos teatrais em torno de uma ação de fortalecimento e divulgação de suas obras. Isso vai se desenvolver e representar um grande patrimônio para o turismo cultural e a educação de crianças, jovens e adultos.

O mais audacioso movimento em defesa das artes cênicas do Cariri contabilizou 16 espetáculos de teatro e dança. Todos do Cariri! Durante o encerramento, dia 22 de novembro, as companhias receberam o Troféu Juscelino Leal Lobo Júnior e seus membros foram contemplados com certificados participação no grande evento. O destaque da solenidade foi a homenagem especial prestada pelos artistas-guerrilheiros à atriz e diretora Orleyna Moura, considerada a nossa 1ª Dama do Teatro Cearense, pelo transcurso de seus 31 anos de carreira, cuja dedicação nos enobrece e orgulha.

Companhias participantes: Cia. Teatral Anjos da Alegria (Crato), Cia Teatral Livremente (Juazeiro), Associação dos Artistas e Amigos da Arte de Juazeiro do Norte, Cia. Cearense de Teatro Brincante (Crato), Grupo Cênico da SCAC (Crato), Cia. Teatral Boca de Cena (Crato), Cia. Wancylus Gat Produções (Crato), Grupo Ninho de Teatro Juazeiro), Allysson Amancio Cia. de Dança (Juazeiro), Cia. Mandacaru de Arte e Eventos (Juazeiro).

Estimular e fortalecer a produção regional em artes cênicas, valorizando artistas e grupos locais como importantes na consolidação da identidade caririense, preparando a região para intercâmbio que não exclua o valoroso patrimônio cênico do nosso povo, eis alguns dos objetivos elencados pelos realizadores do evento, ressaltando a criação de uma cooperativa de artes cênicas como uma meta emergencial do movimento.

Cacá Araújo declara que a produção das artes cênicas no Cariri é intensa e diversificada. "Aqui temos excelentes dramaturgos, atores brilhantes, encenadores geniais, bailarinos e coreógrafos de extremo talento. Mas a maior virtude dos nossos artistas é o significativo abandono dos clichês e da estética ditada por mercenários instalados em grandes centros urbanos do Sul e Sudeste, principalmente através de ações midiáticas hegemonistas e preconceituosas em relação ao Nordeste", afirma, pontuando também que "o produto teatral do Cariri tem que ter o aroma, o rebolado, o ritmo, a história, a cultura do nosso povo, que, longe de significar isolamento, revela avassalador conteúdo universal e fortalece a identidade, soberania, a auto-estima e o sentimento de pertença".


GUERRILHA DAS ARTES TRADICIONAIS E CONTEMPORÂNEAS
UM PROJETO A SER CONSTRUÍDO E REALIZADO


Iniciativa semelhante deverá ser discutida com músicos, compositores, artistas plásticos, cineastas, mestres e brincantes de folguedos, poetas, bandas de todas as linguagens, produtores, comunicadores e sociedade em geral.

A idéia é criar a verdadeira vitrine da arte e da cultura caririenses no período da Exposição do Crato, respeitando a diversidade, do tradicional ao contemporâneo. Será um canal de defesa da identidade regional, de valorização dos talentos locais, de respeito à história e à alma do nordestino-caririense. De acesso público e gratuito, sem mercantilismo mercenário, sem apologia a preconceitos de qualquer natureza... Será uma espécie de Confederação das Artes do Cariri!

Mãos à obra, então! Com destemor, bravura e insubmissão!!!

Guerrilheiro Cacá Araújo
Professor, Folclorista, Poeta, Dramaturgo, Ator e Diretor de Teatro

Frases sobre cultura

"A cultura é o que subsiste quando se esquece tudo o que tinha aprendido." (Selma Angulof)

"Sem cultura moral não haverá nenhuma saída para os homens."
(Albert Einstein)

"A cultura está acima da diferença da condição social."
(Confúcio)

"A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado."
(André Malraux)

"Por cultura entendo a mais intensa vida interior, a de mais batalha, a de mais inquietação, a de mais ânsia." (Miguel de Unamuno)

"Cultura é o sistema de idéias vivas que cada época possui. Melhor: o sistema de idéias das quais o tempo vive." (José Ortega y Gasset)

"Sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro." (Albert Camus)

"Não hesito em declarar: o diploma é o inimigo mortal da cultura."
(Paul Valéry)

"A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem." (José Ortega y Gasset)

"A cultura histórica tem o objetivo de manter viva a consciência que a sociedade humana tem do próprio passado, ou melhor, do seu presente, ou melhor, de si mesma." (Benedetto Croce)

"A cultura é a busca da nossa perfeição total mediante a tentativa de conhecer o melhor possível o que foi dito ou pensado no mundo, em todas as questões que nos dizem respeito." (Matthew Arnold)

"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser." (Thomas Carlyle)

"A cultura não deve sofrer nenhuma coerção por parte do poder, político ou econômico, mas ser ajudada por um e por outro em todas as formas de iniciativa pública e privada conforme o verdadeiro humanismo, a tradição e o espírito autêntico de cada povo." (Papa João Paulo II)

"A cultura é aquilo que permanece no homem quando ele já esqueceu tudo o resto." (Émile Henriot)

"Investir em cultura não é caridade: é uma parceria que ajuda a projetar o Brasil internacionalmente." (Fernanda Montenegro)

"A cultura não lida apenas com as artes e universidades, mas com todos os valores da sociedade humana, que a um governo democrático incumbe respeitar e vitalizar." (Jorge Cunha Lima)

"Erudito é um sujeito que tem mais cultura do que cabe nele." (Millôr Fernandes)

"A cultura do espírito aumenta os sentimentos de dignidade e de independência." (Herbert Spencer)

"São três as raízes da nossa cultura: a cultura ibérica, que é a cultura do privilégio; a cultura africana, que é a cultura da magia; e a cultura indígena, que é a cultura da indolência. Com esses ingredientes, o desenvolvimento econômico é uma parada..." (Roberto Campos)

"Quando você desenvolve a cultura, multiplica o espaço para vozes que refletem sobre os problemas da sociedade. Se o Ministério da Cultura funcionar, a criticidade da cultura brasileira dará grande contribuição ao desenvolvimento democrático do país." (Francisco Weffort)

"A política cultural que se limita a facilitar o consumo de bens culturais tende a ser inibitória de atividades criativas e a impor barreiras à inovação."
(Celso Furtado)

"A cultura valeu-se principalmente dos livros que fizeram os editores ter prejuízo." (Thomas Fuller)

"A cultura brasileira reflete mais a africana do que a americana. Nos E.U.A. temos o Jazz e quase só isso. Não existem figuras como Machado de Assis, um mulato considerado um dos maiores escritores do país." (John Updike)

"Nossa deformação cultural nos faz pensar que cabe a um segmento da sociedade levar cultura a outro. Nós temos é que buscar a cultura no povo, dando condições para que ela brote." (Fernanda Montenegro)

"A cultura é uma muleta com que o coxo bate no são para mostrar que também a ele não faltam as forças." (Karl Kraus)

"Cultura é gente, diversa, plural, multifacetada, que na identidade de cada um forma o caldo coletivo que alimenta a história. O que importa é alimentar gente, educar, empregar gente." (Sergio Mamberti)

"Uma das principais tarefas da cultura é fazer da necessidade, liberdade." (Jacob Klatzkin)

"Cultura é um instrumento manejado por professores para fabricar professores, os quais, por sua vez, irão fabricar mais professores ainda." (Simone Weil)

"A cultura é um movimento coletivo que só pode acontecer com o apoio do governo." (Norma Bengell)

"Quem tem imaginação, mas não tem cultura, possui asas, mas não tem pés." (Joseph Joubert)

"Em toda e qualquer cultura, imaginamos o Universo governado por algo parecido com nosso próprio sistema político. Poucos acham a similaridade suspeita." (Carl Sagan)

"Sou a favor da internacionalização da cultura, mas não acabando as peculiaridades locais e nacionais." (Ariano Suassuna)

"A cultura forma sábios; a educação, homens."
(Louis de Bonald)

"A cultura é o melhor conforto para a velhice." (Aristóteles)

"A cultura não se herda, conquista-se." (André Malraux)

Vale do Amanhecer, a cultura religiosa no Cariri




“... enquanto uns se dedicam às coisas da terra, outros se lançam na eterna busca pelo eu espiritual”. Adjunto Apurê – 06.09.2009

O QUE É O VALE DO AMANHECER?


É uma doutrina espiritualista que surgiu através da clarividência de Tia Neiva,uma sergipana semi analfabeta, primeira caminhoneira do Brasil, que logo na adolescência começou ater visões que lhe indicavam qual a sua missão na terra, fundar a doutrina do VALE DO AMANHECER.
É uma doutrina que reúne conceitos de todas as religiões, num eculmenismo característico das doutrinas da "nova era".Suas práticas são desobsessão, elevação de espíritos acrizolados pelo ódio, recebimento de passes magnéticos para o conforto do corpo e do espírito, incorporação de pretos velhos, caboclos, ciganos, índios, que se apresentam com humildade nessa roupagem para atender os pacientes, assim são chamados os visitantes.
Esses espíritos iluminados, foram escravos,índios, guerreiros, homens e mulheres sofridas que alcançaram a evolução através do sofrimento e da dor, e hoje, auxiliam aqueles ainda encarnados, e também os desencarnados a compreenderem que somente o AMOR, HUMILDADE E TOLERÂNCIA os elevam à Deus, essa é a base fundamental da doutrina, além da crença na reencarnação,na desobsessão, vida após a morte, mundos espirituais, e outros mundos físicos como Capela.
Aqui em Crato, o presidente é José Tavares, ele conviveu com tia Neiva, e é um médium veterano na doutrina, implantou aqui a filosofia do VALE EM 1987, onde desde então outros templos foram ramificados através dele.Homem sério, forte, mas com energia acalentadora, vive dedicado 24 horas a doutrina, e o templo é localizado no sítio Lobo, caminho de Arajara, onde já se encontra uma comunidade organizada formada por médiuns.
O vale do amanhecer já sofreu muita discriminação, por ser uma doutrina nova, e ter se implantado numa região com forte preconceito religioso, mas o seu objetivo é a doutrinação de espíritos e alento aos desesperados que buscam auxílio espiritual.
Não busca adeptos pois "prega" que cada indivíduo tem o seu carma e o segue de acordo com o seu coração e todos que lá estão têm uma razão por estarem.
É um templo visualmente bonito, colorido, suas indumentárias com cores variadas surpreendem quem visita pela primeira vez, seus trabalhos acontecem diariamente, sendo aberto ao público, aos visitantes, que deverão como é comum a um templo, ir com roupas compostas, que não chamem a atenção.
A abertura da corrente mestra acontece todos os dias as 3 da tarde, ficando à vontade a entrada e a saída dos visitantes em qualquer horário após a abertura,os médiuns costumam cumprimentar-se pelo:SALVE DEUS!
Homens são mestres e mulheres ninfas, e o conjunto:jaguares.
Religião também é cultura, conheçamos para a prática da tolerância e o enriquecimento intelectual.

texto:Janinha


Pai Seta Branca
O homem que tentar fugir de suas metas cármicas ou juras transcedentais, será devorado, ou se perderá como um pássaro que tenta voar na escuridão da noite!



TIA NEIVA: FUNDADORA VALE DO AMANHECER!

Governo pode zerar municípios sem biblioteca até junho de 2010

Três em cada quatro brasileiros não frequentam bibliotecas. Para reverter este quadro, ampliar o acesso ao livro e formar novos leitores, o Ministério da Cultura aposta na construção e modernização de bibliotecas municipais. A meta, segundo o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos, é zerar, até junho de 2010, o número de municípios sem biblioteca. Desde 2004, 1,2 mil foram implantadas. Mais mil foram modernizadas nos últimos dois anos, disse.

“Um acervo desatualizado e pouco atraente não ajuda. É preciso transformar as bibliotecas em espaços culturais, fazer do cartão da biblioteca um passaporte para o universo literário, e não mantê-las como meros depósitos de livros”, afirmou Fabiano dos Santos.

A Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita com 5.012 pessoas em 311 municípios em 2007, revela que o brasileiro não frequenta bibliotecas. Esta foi a resposta dada por 73% dos entrevistados, que representam 126 milhões de pessoas. Os argumentos vão desde a falta de interesse ou hábito pela leitura (24%) à ausência de uma biblioteca próxima (16%). Mesmo os leitores não têm o hábito de ir à biblioteca, como afirmaram 58% dos entrevistados, que representam 55 milhões de brasileiros.

Por outro lado, 52,8 milhões ou 55% dos leitores entrevistados informaram que, além de emprestar livros, usam as bibliotecas como ambiente de pesquisa e estudo. Já 15,9 milhões de brasileiros leitores ou 17% dos entrevistados vão às bibliotecas para ler por prazer.

Para atingir a meta de zerar o número de municípios sem biblioteca, o governo federal contratou a Fundação Getulio Vargas para fazer um mapeamento. O problema, de acordo com o diretor do Livro, Leitura e Literatura do MEC, é que nem todas as administrações municipais são parceiras. “Depois de uma eleição, é comum ver a antiga biblioteca da cidade transformada em posto de saúde”, afirmou Fabiano dos Santos.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A cultura, o pré-sal e o Brasil. Artigo do ministro da Cultura, Juca Ferreira, publicado pelo jornal Folha de S. Paulo.



A diversidade cultural, além de ser nosso mais rico patrimônio, pode se tornar um ativo econômico de valor incalculável

O MUNDO todo está de olho no Brasil. Não é para menos: estamos nos consolidando como uma das maiores democracias do planeta. Começamos o processo de inclusão econômica de milhões de brasileiros e a nossa economia nunca esteve tão bem. Estamos sendo convocados a ter uma participação mais decisiva na pactuação de uma nova ordem mundial. A vitória do Rio de Janeiro na disputa pela sede das Olimpíada de 2016 não foi um acaso. O presidente Lula sinalizou muito bem esse aspecto quando disse que “o Brasil ganhou definitivamente a sua cidadania internacional”.

Com o pré-sal, passamos a fazer parte de um grupo seleto de países, chamando mais ainda a atenção do mundo para as nossas riquezas minerais e nossas florestas, nosso potencial aquífero e nossa biodiversidade.

Nunca vivemos desafios em tão grande escala, e não será surpresa se -como tem acontecido com outras nações ricas em recursos naturais e fontes de energia- isso vier a atrair a cobiça internacional, aguçando conflitos em vários níveis: regional, racial, cultural etc.

O Brasil terá que ser capaz de enfrentar os desafios do século 21 e, ao mesmo tempo, resolver os problemas históricos da nossa sociedade.
Não estamos agora lidando apenas com históricas mazelas domésticas: nossas abismais desigualdades sociais e regionais, os níveis de violência insuportáveis, a destruição do meio ambiente e dos recursos naturais.

Não se assume um papel de liderança apenas porque se tem dinheiro. É preciso ter valores próprios e propostas exequíveis para todos. Nada disso será possível sem disponibilizarmos educação de qualidade e acesso pleno à cultura para todos os brasileiros.

No governo Lula, a cultura passou a ser tratada pelo ministério como uma necessidade humana básica, algo que não é supérfluo nem complementar, mas essencial, como comida, moradia, meio ambiente saudável, educação e saúde. Uma necessidade básica para a plena realização da condição humana de todos os brasileiros.

Por meio da arte e da cultura, geramos mais conhecimento, possibilitamos subjetividades complexas e melhoramos as condições de criação e interpretação do mundo.

O desenvolvimento cultural colabora para qualificar as relações sociais e reduzir a violência. Para além dessa dimensão, a cultura é a economia que mais cresce no mundo. Daí o acerto em tratar a cultura como parte de um projeto de nação, como parte da preparação do país para enfrentar desafios e ampliar nossa capacidade para pensar e compreender o mundo contemporâneo, construindo um desenvolvimento sólido e irreversível.

Tem sido grande a nossa luta para viabilizar recursos. O Vale-Cultura, a reforma da Lei Rouanet e tantas outras ações, entretanto, ainda não são suficientes.

No dia em que fui nomeado ministro, disse que iria propor a inclusão da cultura como área privilegiada no Fundo Social do pré-sal.

Obter tal inclusão é o reconhecimento da importância para o país da atividade cultural. É o reconhecimento de que ela é estratégica e que não pode ser tratada como algo secundário. Mesmo com todo o esforço do governo para ampliar o orçamento da cultura, nosso deficit é imenso.

Mas não é só isso. Além de investir na montagem e na manutenção de uma infraestrutura que facilite em todo o território nacional o acesso pleno à cultura, precisamos investir em capacitação e formação de artistas, técnicos e gestores culturais.

Isso sem deixar de lado a forte necessidade de indução para o desenvolvimento da economia da cultura, com linhas de crédito e investimentos.

A nossa criatividade sempre superou nossas condições econômicas e sociais. A diversidade cultural brasileira, além de ser nosso mais rico patrimônio, pode se tornar um ativo econômico de valor incalculável.

É preciso que o Brasil tenha a lucidez para perceber o papel central e multifacetário da cultura nesse momento histórico que estamos vivendo. Não há como pensar em uma grande nação sem um desenvolvimento cultural intenso.

É a cultura que dá a liga à cidadania.

É por meio dela que brasileiros de todos os cantos se enxergam parte de uma mesma nação.

A cultura não pode ficar de fora do projeto de construção do país democrático, plural e tolerante que queremos. Nossa grande contribuição no contexto da globalização e das novas linguagens está na nossa diversidade cultural, símbolo de adaptabilidade, convivência e harmonia. A nossa singularidade é a nossa pluralidade.

Essa é a essência do Brasil de todos.

É ela que dará a solidez necessária a qualquer tentativa de desagregação social, política e econômica.

JUCA FERREIRA , 60, sociólogo, é o ministro de Estado da Cultura.

* Publicado por Carol Lobo/Comunicação Social
* Categoria(s): Artigos, Na Mídia, O dia-a-dia da Cultura

Jornal Brasil Econômico publica matérias sobre o Padre Cícero

Por Renato Casimiro


O Jornal Brasil Econômico traz na edição de hoje página dupla sobre Padre Cícero. O destaque vai para a entrevista com dom Fernando, sobre a reabilitação. Também tem artigo assinado por Lira Neto. O jornal chama o livro de "monumental biografia". Confiram lá no site http://www.liraneto.com/2009/11/uma-monumental-biografia.html.

1ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE FOI ENCERRADA DOMINGO A LUTA DAS ARTES CONTINUA: por: Cacá Araújo

O mais audacioso movimento em defesa das artes cênicas do Cariri, intitulado Guerrilha do Ato Dramático Caririense, foi encerrado ontem, domingo, dia 22, depois de uma maratona iniciada no dia 7 de novembro, contabilizando 16 espetáculos de teatro e dança. Todos do Cariri!

Foi apresentado o espetáculo BÁRBARO, com o Grupo Ninho de Teatro, dirigido por Jânio Tavares e Joaquina Carlos, e texto de Caio Fernando Abreu, Salete Maria, Joaquina Carlos e Rita Cidade.

BÁRBARO - ESPETÁCULO DO GRUPO NINHO DE TEATRO


Em seguida, todas as companhias receberam o Troféu Juscelino Leal Lobo Júnior e seus membros foram contemplados com certificados participação no grande evento.




Companhias participantes: Cia. Teatral Anjos da Alegria, Cia Teatral Livremente, Associação dos Artistas e Amigos da Arte de Juazeiro do Norte, Cia. Cearense de Teatro Brincante, Grupo Cênico da SCAC, Cia. teatral Boca de Cena, Cia. Wancylus Gat Produções, Grupo Ninho de Teatro, Allysson Amancio Cia. de Dança, Cia. Mandacaru de Arte e Eventos.

Quase 5.000 pessoas, entre visitantes e público da região, prestigiaram o evento, promovido pela Sociedade Cariri das Artes e Sociedade de Cultura Artística do Crato, Pontos de Cultura do Brasil, no Teatro Rachel de Queiroz, em Crato-CE.

Estimular e fortalecer a produção regional em artes cênicas, valorizando artistas e grupos locais como importantes na consolidação da identidade caririense, preparando a região para intercâmbio que não exclua o valoroso patrimônio cênico do nosso povo, eis alguns dos objetivos elencados pelo idealizador do evento, o dramaturgo Cacá Araújo, ressaltando a criação de uma cooperativa de artes cênicas como uma meta emergencial do movimento.

domingo, 22 de novembro de 2009

GUERRILHEIROS COMEMORAM VITÓRIA: por Cacá Araújo



BR 116 - ALLYSSON AMANCIO CIA. DE DANÇA DEU SHOW ONTEM


A 1ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE TERMINA HOJE E A LUTA CONTINUA! ATÉ 2010, 2011, 2012, 2013...

A Guerrilha do Ato Dramático Caririense, promovida pelos Pontos de Cultura do Brasil Sociedade Cariri das Artes e Sociedade de Cultura Artística do Crato, é o grande acontecimento das artes cênicas produzidas no Cariri cearense.

Ontem, sábado, uma das maiores revelações da dnça contemporânea brasileira esteve em cartaz no Teatro Rachel de Queiroz. Trata-se do premiadíssimo espetáculo BR 116, criado, coreografado e dirigido por Allysson Amâncio, com a Allysson Amancio Cia. de Dança. Outra uma vez o teatro superlotado, como tem sido rotina na Guerrilha.

ESPETÁCULO DESTE DOMINGO: BÁRBARO, COM O GRUPO NINHO DE TEATRO

Mais de 4.000 pessoas já prestigiaram o evento, que se iniciou no dia 7 e se encerra hoje, 22 de novembro, com a apresentação da peça "BÁRBARO", dirigida por Jânio Tavares e Joaquina Carlos, do Grupo Ninho de Teatro. Após o espetáculo, as companhias participantes receberão o Troféu Juscelino Leal Lobo Júnior e seus integrantes serão contemplados com certificados de participação na Guerrilha.

Cacá Araújo informa que já está agendada para sábado próximo, dia 28 de novembro, às 16 horas, no Teatro Rachel de Queiroz, uma reunião para avaliação e prestação de contas, além de discussão sobre a futura Cooperativa Cariri das Artes Cênicas.

Movimento Giclée Brasil Uma nova concepção para difundir a arte

Giglée é uma técnica de impressão de alta qualidade, específica para reproduzir obras de arte com o máximo de precisão. Adotada no meio artístico internacional, no Brasil é desenvolvida pela Hatten Editora de Arte, pioneira no segmento.
O trabalho é feito a partir da digitalização em alta resolução da obra original.
O artista acompanha esta etapa do processo para conferir os ajustes de cores na imagem, de modo que as reproduções sejam fiéis ao original.
Podem-se também fazer intervenções, com o intuito de recuperar trabalhos mais antigos ou inserir ou tirar elementos à obra.
As reproduções são impressas em edições limitadas, numeradas e assinadas pelo artista, sendo emitidos certificados de autenticidade, garantindo a origem da obra e custo-benefício aos consumidores de arte, uma vez que a giclée tem valor de mercado proporcional ao original.

Giclée é uma palavra francesa usada para nomear o processo de microjato de tinta, a uma determinada pressão. Significa pulverizado, jateado, e foi adotada no exterior para identificar a técnica de reprodução digital de obras de arte.

Participam do Movimento Giclée Brasil, nove artistas dentre os mais variados gêneros, como Régis Oliva, um artista plástico adepto da arte contemporânea que vai utilizar todos os recursos que a técnica permite, desde a simples reprodução como a intervenção na imagem da obra digitalizada.


"Zebra"

O veterano ilustrador e artista plástico Elifas Andreato encontrou na giclée a oportunidade de restaurar e divulgar seu acervo de capas de LPs de grandes nomes da MPB que marcaram época na década de 70, além de exibir novos trabalhos, a partir da digitalização de seu acervo.


"O Semeador"

Para o artista plástico acadêmico Daniel Mello, amante de belas paisagens, a giclée abre um novo caminho para divulgar suas telas.


"Nascente Rio Paranapanema"

Os melhores ângulos da natureza clicados pelo trio de talentosos fotógrafos, Du Zuppani e seus filhos Zé e Palê, ganharam status de obras de arte através da giclée. Ele trabalha com ecopaisagismo e compartilha com seus filhos, o estudante de Relações Internacionais, Palê, e o estudante de Engenharia Florestal, Zé, a paixão pela fotografia e natureza. Empolgados com a novidade, eles adotaram a giclée para difundir seus trabalhos, com uma roupagem e apresentação diferenciadas.


"A Fenda" (Du Zuppani)


"Risca D'água" (Palê Zuppani)


"A Corredeira do Rio II" (Zé Zuppani)

Horacio Gerpe, conceituado pelo seu realismo mágico, o designer gráfico e artista plástico descobriu com a giclée um meio para ampliar a divulgação de sua arte, criada a partir de um universo com ares de lenda e sonho.


"Sete Metais Capitais"

Com a giclée, a artista Sônia Menna Barreto viu a melhor alternativa para reproduzir suas obras surrealistas em série e garantir maior dinâmica na divulgação de seus trabalhos, que, pela complexidade da composição das imagens, lhe demandam muito tempo.


"Última Parada"

O bem-humorado cartunista e caricaturista Paulo Caruso entrou para o Movimento Giclée Brasil, com a proposta de abrir um novo leque de oportunidades para gerar negócios por meio de sua obra tão difundida na mídia.O artista sempre se adapta a diferentes formatos, sem perder a essência de seu trabalho. Suas criações também renderam livros. No entanto, a giclée apareceu como uma grata novidade.


"Pintando o Céu"

Quem tiver interesse visite o site: http://www.gicleebrasil.com e saiba mais sobre o projeto.

eis aqui as imagens por sequência:








Eu não troco o meu ôxente pelo ok de seu ninguém



Marco Haurélio

Além das falsas fronteiras
Por mãos humanas forjadas,
Das extensas paliçadas,
Dos hinos e das bandeiras,
Das invisíveis barreiras,
Do deboche e do desdém,
A alma que um povo tem
É o que torna a gente GENTE
- Eu não troco o meu ôxente
Pelo “ok” de seu ninguém.

Escrevendo a sua história,
Sem troféus e nem brasões,
Peservando as tradições,
Nos arquivos da memória.
Esta é a maior glória
Que o nordestino tem.
Pra século sem fim, amém
Viva o cordel e o repente
- Eu não troco o meu ôxente
Pelo “ok” de seu ninguém.


fonte:http://culturanordestina.blogspot.com/

BNDES destinará R$ 500 mi para financiar cultura

Folha de São Paulo

Financiamento inclui filmes, espetáculos teatrais, de dança e circenses, shows, livrarias e editoras

CAIO BARRETTO BRISO

DA SUCURSAL DO RIO

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) vai lançar, na próxima quarta-feira, o programa para o Desenvolvimento da Economia da Cultura. Versão ampliada do atual Procult (Programa de Apoio à Cadeia Produtiva do Audiovisual) -criado em 2006 com orçamento de R$ 178 milhões só para produções cinematográficas-, o projeto irá destinar no mínimo R$ 500 milhões para financiar filmes, espetáculos teatrais, de dança e circenses, shows, livrarias, editoras, indústria fonográfica e até jogos eletrônicos.

As produções culturais do país serão beneficiadas por juros de 1% ao ano (para pequenas empresas) e 2% ao ano (para grandes). O valor exato do orçamento -e também o teto de financiamento por projeto, além dos percentuais da verba que serão destinados ao financiamento e ao patrocínio (sem reembolso, opção válida apenas para filmes)- será divulgado na quarta-feira, no Rio de Janeiro, pelo presidente do banco estatal de fomento, Luciano Coutinho, e pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira.

A princípio, o BNDES informou à Folha, ontem, em três conversas por telefone, via assessoria, que o programa não contemplaria as artes cênicas, “pois o banco não quer se arriscar com uma arte que não é industrial, como o cinema, e não tem retorno garantido. Nunca lidamos com teatro e continuaremos assim”.

O jornal, então, ouviu três pessoas da classe teatral: a atriz Marília Pêra (”O teatro é assim mesmo, coitadinho, sempre caminha solitário. Já não tenho mais vontade de produzir nada, a burocracia é imensa”), o presidente da Associação dos Produtores de teatro do Rio de Janeiro, Eduardo Barata (”Fico muito triste que o teatro, arte primeira onde nascem os grandes profissionais do cinema, esteja fora dessa oportunidade”), e a presidente da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, Sonia Guedes (”É uma perda para a cultura do país o teatro não receber o apoio do BNDES”).

Às 16h30, no entanto, a assessoria do BNDES procurou a Folha para dizer, sem uma explicação clara, que cometeu um engano: não só o teatro poderá receber verba mas espetáculos de dança e de circo. “Que bom que o BNDES se enganou”, disse Marília Pêra.

O BNDES estará aberto para receber projetos interessados em financiamento. Cada projeto será analisado por uma comissão de técnicos do Departamento de cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES, todos concursados.

Já para o edital de patrocínio (no qual poderão concorrer só produções cinematográficas), que será aberto em janeiro, será montada comissão externa de especialistas em cinema.

* Publicado por Comunicação Social/MinC
* Categoria(s): Na Mídia

Foto histórica: Fernando Seixas ABI


Fagner, Mestre Lua,Oswaldinho,Sivuca
FONTE:músicadoceará

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Quadro comparativo do Brasil antes e depois do governo Lula. por: Wilton "Dedê"


Quadro comparativo do Brasil antes e depois do governo Lula.
Caso você tenha alguma dúvida, faça como o autor do trabalho:
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BALANÇO BRASIL 2007
O ex-presidente FHC mandou um recado esta
semana pela televisão ao Senhor Lula da Silva para que “trabalhasse
mais, mentisse menos e não pensasse em terceiro mandato”. Com base em
dados publicados pela imprensa, tomo a liberdade de fazer um pequeno
balanço comparativo dos 8 anos do governo FHC com 5 anos do governo
LULA. Balanços comparativos são previstos na Lei das Sociedades
Anônimas (art. 176, parágrafo 1º). O País não é nenhuma sociedade
anônima, todavia, considero importante cotejar o que foi feito pelo
governo anterior (FHC) com o que foi feito pelo atual (LULA). Vejam
os números e tirem suas conclusões:
GOVERNO
DADOS
F H C
L U L A
RISCO BRASIL
2.700 PONTOS
200 PONTOS
SALÁRIO MÍNIMO
78 DÓLARES
210 DÓLARES

DÓLAR
R$ 3,00
R$ 1,78

DIVIDA FMI
NÃO MEXEU
PAGOU

INDUSTRIA NAVAL
NÃO MEXEU
RECONSTRUIU
UNIVERSIDADES NOVAS
NENHUMA
10 (2 NA BAHIA)
EXTENSÕES UNIVERSITÁRIAS
NENHUMA
45 (3 NA BAHIA)
ESCOLAS TÉCNICAS
NENHUMA
214
VALORES E RESERVAS DO TESOURO NACIONAL
185 BILHÕES DE DÓLARES NEGATIVOS
160 BILHÕES DE DÓLARES POSITIVOS

CRÉDITOS PARA O POVO - PIB
14%
34%

ESTRADAS DE FERRO
NENHUMA
03 (EM ANDAMENTO)

ESTRADAS RODOVIÁRIAS
90% DANIFICADAS
70% RECUPERADAS

INDUSTRIA AUTOMOBILIÍSTICA
EM BAIXA 20%
EM ALTA 30%

CRISES INTERNACIONAIS
04 ARRASANDO O PAÍS
NENHUMA PELAS RESERVAS ACUMULADAS

CÂMBIO FIXO: ESTOURANDO O TESOURO NACIONAL
FLUTUTANTE: COM LIGEIRAS

INTERVENÇÕES DO BACEN
>
> TAXA DE JUROS SELIC
> 27%
> 11%
>
> MOBILIDADE SOCIAL
> 2 MILHÕES DE PESSOAS SAÍRAM DA LINHA DE POBREZA
> 23 MILHÕES DE PESSOAS SAÍRAM DA LINHA DE POBREZA
>
> EMPREGOS
> 780 MIL EMPREGOS
> 11 MILHÕES DE EMPREGOS
>
> INVESTIMENTOS EM INFRAESTRURA
> NENHUM
> 504 BILHÕES DE REAIS PREVISTOS ATÉ 2010
>
> POLICIA FEDERAL
> 80 PRISÕES
2.750 PRISÕES

ROMBO NO ESTADO BRASILEIRO
30 BILHÕES (ou mais) NAS PRIVATIZAÇÕES
200 MILHÕES DE REAIS PELOS MENSALEIROS

MERCADO INTERNACIONAL
SEM CRÉDITO PARA COMPRAR UMA CAIXA DE FÓSFORO
INVESTIMENT GREAT
ECONOMIA INTERNA
ESTAGNAÇÃO TOTAL COM DESINFLAÇÃO INERCIAL
INCLUSÃO DE CONSUMIDORES E SURGIMENTO DE INVESTIDORES

REFORMAS POLITICA, ADMINISTRATIVA, TRIBUTÁRIA
NENHUMA
NENHUMA

Obs.: O Presidente e mais alguns aliados, conseguiram ainda
dois do maiores Eventos Esportivos do planeta, ou seja o Campeonato
Mundial de Futebol 2014 e os Jogos Olímpicos para 2016... tudo isso,
deverá gerar Investimentos da ordem de U$ 70 bilhões, ainda a Geração
de Emprego e Renda cerca de 2 milhões de novos empregos.

Tirem suas conclusões? Um abraço cordial e até a próxima.

Paulo > Pires

(*) Professor
UESB-FAINOR.

Enviado por :Luiz Benuí Taveira

CRÔNICA DE OLIVAL HONOR

A GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE

É a seguinte a apresentação da iniciativa de nossos artistas, que transcrevo ipsis literis: “Grupos de resistência realizam a mais audaciosa operação de defesa das artes cênicas do Cariri cearense. Os guerrilheiros reúnem dezesseis espetáculos de teatro e dança, demonstrando enorme poder artístico e já conquistaram a simpatia de amplas massas populares. Durante o movimento, as companhias serão premiadas com o Troféu Juscelino Leal Lobo Júnior.”

Ao tentar resumir nesta crônica a grandiosidade e o significado desse movimento cultural de silencioso e já vitorioso protesto, quero iniciar com os seguintes destaques, cujas meritórias atuações foram decisivas para a concretização do movimento:

DIVANE CABRAL, mentora e diretora maior do Teatro Raquel de Queiroz, de cuja inauguração tive a honra de participar, como ator nos ensaios da peça “A Raposa e as Uvas”, do escritor Guilherme de Figueiredo. Divane dispensa apresentação, componente ilustre de famosa família de nossa terra, conhecida e admirada por todos os cratenses, que muito lhes devem na difusão da arte musical e de nossa cultura em geral. Ela concedeu gratuitamente aos guerrilheiros as trincheiras do Teatro Raquel de Queiroz, para que lhes servissem de anfiteatro durante a grande batalha.

CACÁ ARAÚJO, intelectual, autor, diretor e ator teatral, ao lado de Orleina Moura, Flávio Rocha (Tio Flavinho) e o Tio Bibi, entre outros cangaceiros e guerrilheiros famosos nas batalhas da guerra santa das artes, todos também conhecidos e muito amados pelo imenso público que tem esgotado os ingressos para participar das batalhas, superlotando suas galerias. Para se ter uma idéia, a apresentação da peça “A Comédia da Maldição”, de Cacá, teve de ser reapresentada ontem mesmo, tal o número de pessoas querendo assistir.

Resta apenas dizer o porquê de tudo isso: discriminação na seleção dos grupos para o festival do SESC, que excluiu os nossos de suas exibições, provocando a guerrilha de protesto. Bendita guerrilha!

Fazemos um apelo ao seu Comando para que, além de “Os Três Porquinhos” e “O Pecado de Clara Menina”, seja reprisada também a peça “Fogo Fátuo”, encenada com enorme sucesso, no último sábado, pela Companhia Teatral Anjos da Alegria.



17.11.2009

Olival Honor

é ela minha diva! minha filha, já poeta!



Ysis....
ME CHAMAM DE FLOR, NÃO GOSTO! NAO TENHO RAIZES PRESAS AO CHÃO E NÃO POSSO SER ARRANCADA POR QUEM SENTIR MEU PERFUME!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Programa Cariri Encantado com Salete Libório

Aquela que é considerada a Dama do Teatro Cratense, Salete Libório, será a entrevistada do programa Cariri Encantado desta sexta, 20 de novembro.
A pessoa de Salete Libório confunde-se plenamente com o Teatro. Incontáveis são os anos de sua militância na arte dramática, notadamente em benefício do teatro cratense. A sua montagem da peça Bárbara (texto de José Carvalho), quando interpretou o papel principal, é considerada como uma das eficientes produções teatrais da região. A propósito, a admiração por esta heroína da história brasileira, de quem é descendente direta, é outra paixão que motiva a atriz.
Salete Libório reside atualmente em Fortaleza, mas se encontra na terrinha por conta da realização da Mostra Sesc Cariri de Cultura, acompanhando, árdua e ardorosamente, a programação teatral.
O programa Cariri Encantado é veiculado todas as sextas-feiras, das 14 as 15 horas, na Rádio Educadora do Cariri AM 1020, com apoio do Centro Cultural BNB Cariri.
A apresentação é de Luiz Carlos Salatiel e Carlos Rafael Dias.

fonte:blog do crato

20 de novembro:dia da consciência negra!



História do Dia Nacional da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

A carne mais barata do mercado é a carne negra

Que vai de graça pro presídio
E para debaixo de plástico
Que vai de graça pro subemprego
E pros hospitais psiquiátricos
A carne mais barata do mercado é a carne negra

Que fez e faz história
Segurando esse país no braço
O cabra aqui não se sente revoltado
Porque o revólver já está engatilhado
E o vingador é lento
Mas muito bem intencionado
E esse país
Vai deixando todo mundo preto
E o cabelo esticado

Mas mesmo assim
Ainda guardo o direito
De algum antepassado da cor
Brigar sutilmente por respeito
Brigar bravamente por respeito
Brigar por justiça e por respeito
De algum antepassado da cor
Brigar, brigar, brigar

Programação completa da overdoze!

Overdoze
Local: SESC-Crato (Crato/CE)
Programação sujeita a mudanças

Valor do Passaporte: R$ 10,00 e R$ 5,00
> TEATRO do SESC

*Acesso com senha na compra do passaporte

19h – Redimunho – Cia Estado Dramático – BA (50 min)
22h – Henfil Já! – Cia Cambutadefedapada – PR (55 min)
23h30 – Uma Toada para João e Maria – SP (50 min)
1h30 – Donzela Guerreira – SP (60 min)
3h – Cante Lá Que Eu Canto Cá – Cia do Tijolo – SP (50 min)
5h – Nutteatro – A Mirada De Píer – Espanha (80 min)
> GALPÃO das ARTES

*Acesso com senha na compra do passaporte

18h – Isadora.Orb – Cia Arquitetura do Movimento – RJ (70 min)
20h – Rosário – Felícia – BA (50 min)
22h – Felizes Para Sempre – Grupo Físico de Teatro – RJ (50 min)
0h – Se eu Fosse Eu – Cia Simples de Teatro – SP (70 min)
2h – Respiro – Grupo Fuzuê – CE (70 min)
4h – No Ato – Ricardo Guilherme – CE (60 min)
> RUA

20h – Dada Petrole – CE
20h30 – Intervenção – Teatro Alfinin – PB (10 min)
21h – Artetude – DF (30 min)
22h – Patuléia – Filhotes de Leão – CE/RJ – Local: Taberna do Sabor
22h – Intervenção – Teatro Alfinin – PB (10 min)
23h – Dada Petrole – CE
1h – Intervenção – Valerie Solanas
1h30 – A Puta e o Palhaço – BA (20 min)
2h – Dada Petrole – CE
> PALCO

20h – Fulô de Aurora e Babi Guedes – CE
21h – Luciano Brayner – CE
23h30 – Intervalo, com Irmão Saúde.
1h – Fêfê Gurman / Zé Nigro / Betão Aguiar / Jefferson Gonçalves / Lucas Santana
> PISCINA

18h30 – Tango – Beto – CE (20 min)
22h – Impulsos – Ieda, Águas e Flores – RJ
23h – Como Assim? – Silvia Moura – CE
1h30 – Tango – Beto – CE (20 min)
3h30 – Tango – Beto – CE (20 min)
> QUADRA

20h – Criação e Movimento – Paula Águas e Silvia Moura – CE/RJ (40 min)
22h – O Sapato do Meu Tio – Cia do Meu Tio – BA (105 min)
4h – Negro de Estimação – Kleber Lourenço – PE (60 min)
> TABERNA

21h – Felinda – Maria Gomide – CE
22h – Super Rotina – Coletivo de Palhaços Demian / Felícia / Lima (20 min)
23h30 – O Jornal – Coletivo de Palhaços Demian / Felícia / Lima (20 min)
23h – Intervenção – Teatro Alfinin – PB (10 min)
0h – Indi – Gente – Silvia Moura – CE (20 min)
2h – Engarrafada – Silvia Moura – CE (20 min)
2h30 – Geraldo Júnior e Banda / Carroça de Mamulengos / Fulô de Aurora / Luciano Brainer – CE
6h – Café da Manhã
> JARDIM / ESTACIONAMENTO

19h – As Quatro Chaves – Vento Forte – SP (90 min)
21h – Lavadeira – Marcos Sachiell – CE
22h30 – Lixaranga – Udi Grudi – DF
0h – Lavadeira – Marcos Sachiell – CE
1h – Cena Pathelin – Cia Teatro Sim… Porque Não – SC (20 min)
2h30 – Lavadeira – Marcos Sachiell – CE
> TATAME

18h às 6h – Programação Fixa – Áudio Visual: Açougue do Bando + Supensão
> HALL

18h – Renovação – Dora – Juazeiro – CE
21h – Dança do Ventre – Dakini e Cia Vança do Ventre – CE (10 min)
22h – Oficina de Tradições Brasileiras – Grupo Mundo Roda (30 min)
23h – Dança do Ventre – Dakini e Cia Vança do Ventre – CE (10 min)
> SALA DE GINÁSTICA

18h30 à 0h – Maratona de Contos – Conto em Cena Ceará
1h – Assim é Se lhe Parece – Cia Vatá – CE (40 min) *Acesso com senha na compra do passaporte
> SALA DO 4° ANO

0h às 6h – Filme Malditos da Meia Noite
> SALA DO 5° ANO – Núcleo Literário

21h – Dub Poetry – Lucas Santana e Manuel Ricardo Lima – RJ *Acesso com senha na compra do passaporte
23h – Bota na Roda
1h – Cariri de Livros
> ESPAÇO ZEN

18h às 6h – Prática de Yoga

Sentindo um pouquinho do clima da Mostra Sesc !








segunda-feira, 16 de novembro de 2009

E a GUERRILHA continua! sucesso de público e de crítica!


Hoje na guerrilha!

16/11 (segunda-feira), 19:30h: “DESMISTIFICANDO TABUS”, de Joylson John Kandahar, com a Cia. Mandacaru de Arte e Eventos, direção de Joylson John Kandahar.
Parabéns aos idealizadores desse evento, audaciosos, como são os artistas!

Hoje na mostra:16/11/2009


Que mostra linda, gente bonita, shows e espetáculos maravilhosos...VIVA A CULTURA!

16
17h - O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado/Cia São Jorge
18h - Tributo a Marinês
João do Crato

SESC CRATO – 22H

16 Velôsidade Máxima Fábio Vidal Salvador - BA

GALPÃO DAS ARTES – 23H

16 Império, Love To Love You Baby! Ricky Seabra Rio de Janeiro -

CRATO TÊNIS CLUBE – BANQUETE DIONISÍACO

16 22h Mangiare Grupo Pedras Rio de Janeiro - RJ
23h Sem Nostalgia
De La Raiz a La Electrônica Lucas Santtana
Gaby Kerpel y Balvina Ramos Salvador – BA
ARGENTINA

domingo, 15 de novembro de 2009

Hoje na Mostra Sesc:15/11/2009


TEATRO MUNICIPAL CRATO
9h-Maria Eugênia
Cia do gesto
20h-Doralinas e Marias
Cia de teatro engenharia

RFFSA-CENTRO CULTURAL DO ARARIPE

17h-REPRISE
La mínima SP
18hBreculê
Crato Tênis Clube: Banquete Dionisíaco
Cascabulho (PE)
Brincando de coisa séria
1h-Herdeiros do rei(CE)
Todo dia é dia de S. João

sábado, 14 de novembro de 2009

Mostra Sesc hoje!

RFFSA
14
17h - O Hipnotizador de Jacarés
18h - Curva de Vento Circo Girassol
Rivotrill Porto Alegre - RS Recife - PE

CRATO TÊNIS CLUBE – BANQUETE DIONISÍACO
14 22h Mangiare Grupo Pedras Rio de Janeiro - RJ
23h Dez Anos Itiberê Orquestra Família
Del Rey Itiberê Orquestra Família
Del Rey Rio de Janeiro - RJ
Recife – PE

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O Expresso Mundo está chegando


Começa hoje a 11ª Mostra SESC Cariri de Cultura. E hoje também estou abrindo o bar-café "Expresso Mundo", na antiga estação ferroviária do Crato (RFFSA). Um local de alegria, abraços, beijos, paquera, emoções, bate-papo, boa música, encontros, leitura, cultura, despedidas, amizades, amores, e de muitas emoções.
Entre nesse expresso e viva mundos diferentes.
Expresso Mundo, onde todo mundo se expressa.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Caetano Veloso declarou ao jornal Estado de São Paulo que Lula "não sabe falar, é cafona e grosseiro"


Numa evidência de que boa escola não assegura elegância, Caetano esbofeteou os milhões de brasileiros apartados do banco da escola pela privação.
Mas Caetano não perderia nada se desperdiçasse um naco de seu tempo ouvindo Caetano. Recomenda-se "Calúnia":



“Quiseste ofuscar minha fama
E até jogar-me na lama
Só porque eu vivo a brilhar
Sim, mostraste ser invejoso
Viraste até mentiroso
Só para caluniar
Deixe a calúnia de lado
Se de fato és poeta
Deixe a calúnia de lado
Que ela a mim não afeta
Se me ofendes, tu serás ofendido
Pois quem com ferro fere
Com ferro será ferido
Quiseste ofuscar minha fama
E até jogar-me na lama
Só porque vivo a brilhar

Lula faz política culta e com arte
Portal Vermelho, José Celso Martinez Corrêa, em 10/11/2009

No mesmo dia em que Caetano fazia sua entrevista de capa, muito bela como sempre, no Caderno 2 do Estadão, o Ministro Ecologista Juca Ferreira publicava uma matéria na Folha na seção Debates. Um texto extraordinariamente bem escrito em torno da cultura, como estratégia, iniciada no 1º Governo de Lula ao nomear corajosa e muito sabiamente Gilberto Gil como Ministro da Cultura e hoje consolidada na gestão atual do Ministro Juca.

Hoje temos pela primeira vez na nossa história um corpo concreto de potencialização da cultura brazyleira: o Ministério da Cultura, e isso seu atual Ministro soube muito bem fazer, um CQD em seu texto.

Por outro lado, meu adorado Poeta Caetano, como sempre, me surpreendeu na sua interpretação de Lula como analfabeto, de fala cafajeste, abrindo seu voto para Marina Silva.

Nós temos muitas vezes interpretações até gêmeas, mas acho caetanamente bonito nestes tempos de invenção da democracia brazyleira, que surjam perspectivas opostas, mesmo dentro deste movimento que acredito que pulsa mais forte que nunca no mundo todo, a Tropicália.

Percebi isso ao prefaciar a tradução em português crioulo = brazyleiro do melhor livro, na minha perspectiva, claro, escrito sobre a Tropicália: Brutality Garden, Jardim Brutalidade, de Chris Dunn, professor de literatura Brazyleira, na Tulane University de New Orleans.

Acho, diferentemente de Caetano, que temos em Lula o primeiro presidente antropófago brazyleiro, aliás Lula é nascido em Caetés, nas regiões onde foi devorado por índios analfabetos o Bispo Sardinha que, segundo o poeta maior da Tropicália, Oswald de Andrade, é a gênese da história do Brazil. Não é o quadro de Pedro Américo com a 1ª Missa a imagem fundadora de nossa nação, mas a da devoração que ninguém ainda conseguiu pintar.

Lula começou por surpreender a todos quando, passando por cima das pressões da política cultural da esquerda ressentida, prometeica, nomeou o Antropófago Gilberto Gil para Ministro da Cultura e Celso Amorim, que era macaca de Emilinha Borba, para o Ministério das Relações Exteriores, Marina Silva para o Meio Ambiente e tanta gente que tem conquistado vitórias, avanços para o Brasil, pelo exercício de seu poder-phoder humano, mais que humano.

Phoderes que têm de sambar pra driblar a máquina perversa oligárquica, podre, do Estado brasileiro. Um estado oligárquico de fato, dentro de um Estado Republicano ainda não conquistado para a “res pública”. Tudo dentro de um futebol democrático admirável de cintura. Lula não pára de carnavalizar, de antropofagiar, pro País não parar de sambar, usando as próprias oligarquias.

Lula tem phala e sabedoria carnavalesca nas artérias, tem dado entrevistas maravilhosas, onde inverte, carnavaliza totalmente o senso comum do rebanho. Por exemplo, quando convoca os jornalistas da Folha de S. Paulo a desobedecer seus editores e ouvir, transmitindo ao vivo a phala do povo. A interpretação da editoria é a do jornal e não a da liberdade do jornalista. Aí , quando liberta o jornalista da submissão ao dono do jornal, é acusado de ser contra a liberdade de expressão. Brilha Maquiavel, quando aceita aliança com Judas, como Dionísios que casa-se com a própria responsável por seu assassinato como Minotauro, Ariadne. É realmente um transformador do Tabu em Totem e de uma eloquência amor-humor tão bela quanto a do próprio Caetano.

Essa sabedoria filosófica reflete-se na revolução cultural internacional que Lula criou com Celso Amorim e Gil, para a política internacional. O Brasil inaugurou uma política de solidariedade internacional. Não aceita a lógica da vendetta, da ameaça, da retaliação. Propõe o diálogo com todos os diabos, santos, mortais, tendo certa ojeriza pelos filisteus como ele mesmo diz. Adoro ouvir Lula falar, principalmente em direto com o público como num teatro grego. É um de nossos maiores atores. Mais que alfabetizado na batucada da vida, lula é um intérprete dela: a vida, o que é muito mais importante que o letrismo. Quantos eruditos analfabetos não sabem ler os fenômenos da escrita viva do mundo diante de seus olhos?

Eu abro meu voto para a linha que vem de Getúlio, de Brizola, de Lula: Dilma, apesar de achar que está marcando em não enxergar, nisto se parece com Caetano, a importância do Ministério da Cultura no Governo Lula. Nos 5 dedos da mão em que aponta suas metas, precisa saber mais das coisas, e incluir o binômio Cultura & Educação.

Quanto a Marina Silva, quando eu soube que se diz criacionista, portanto contra a descriminalização do aborto e da pesquisa com células-tronco, pobre de mim, chumbado por um enfarte grave, sonhando com um coração novo, deixei de sequer imaginar votar nela. Fiz até uma cena na Estrela Brasyleira a Vagar - Cacilda!! para uma personagem, de uma atriz jovem contemporânea que quer encarnar Cacilda Becker hoje, defendendo este programa tétrico.

Gosto muito de Dilma, como de Caetano, onde vou além do amar, vou pra Adoração, a Santa adorada dos deuses. Acho a afetividade a categoria política mais importante desta era de mudanças. “Amor Ordem e Progresso.” O amor guilhotinado de nossa bandeira virou um lema Carandiru: Ordem e Progresso, só.

Apreendi no livro de Chris Dunn que os americanos chamam esta categoria de laços homossociais, sem conotação direta com o homoerotismo, e sim com o amor a coisas comuns a todos, como a sagração da natureza, a liberdade e a paixão pelo amor energia, santíssima eletricidade. Sinto que nessas duas pessoas de que gosto muito, Caetano e Dilma, as fichas da importância cultural estratégica, concreta, da Arte e da Cultura, do governo Lula, ainda não caíram.

A própria pessoa de Lula é culta, apesar de não gostar, ainda, de ler. Acho que quando tiver férias da Presidência vai dedicar-se a estudar e apreender mais do que já sabe em muitas línguas. Até hoje ele não pisou no Oficina. Desejo muito ter este maravilhoso ator vendo nossos espetáculos. Lula chega à hierarquia máxima do teatro, a que corresponde ao papa no catolicismo: o palhaço. Tem a extrema sabedoria de saber rir de si mesmo. Lula é um escândalo permanente para a mente moralista do rebanho. Um cultivador da vida, muito sabido, esperto. Não é à toa que Obama o considera o político mais popular do mundo.

Caetano vai de Marina, eu vou de Dilma. Sei que como Lula ela também sente a poesia de Caetano, como todos nós, pois vem tocada pelo valor da criação divina dos brazyleiros. Essa “estasia”, Amor-Humor, na Arte, que resulta em sabedoria de viver do brasileiro: Vida de Artista. Não há melhor coisa que exista!

Lula faz política culta e com arte. Sabe que a cultura de sobrevivência do povo brasileiro não é super, é infra estrutura. Caetano sabe disso, é uma imensa raiz antenada no rizoma da cultura atual brazyleira renascente de novo, dentro de nós todos mestiços brazyleiros. Fico grato a Caetano ter me proporcionado expor assim tudo que eu sinto do que estamos vivendo aqui agora no Brasil, que hoje é um país de poesia de exportação como sonhava Oswald de Andrade, que no Pau Brasil, o livro mais sofisticado, sem igual brazyleiro canta:

“Vício na fala
Pra dizerem milho dizem mio
Pra melhor, dizem mió
Para telha, dizem teia
Para telhado, dizem teiado
E vão fazendo telhado”

Desafio de reviver o mestre - Luiz Gonzaga Matéria publicada no Jornal do Comercio em 10.11.09



Após vasta pesquisa, o diretor Breno Silveira fecha o roteiro do filme que vai se chamar Gonzaga: de pai para filho

Luís Fernando Moura
lmoura@jc.com.br

Com o longa 2 filhos de Francisco, o cineasta Breno Silveira conquistou uma bilheteria de quase cinco milhões de espectadores, a maior do ano de 2005. Apesar do sucesso, tinha desistido de filmar histórias de personagens reais e perdeu o interesse pela maior parte delas. Carregam uma verossimilhança incabível. “Não gosto muito de cinebiografias em primeira pessoa. Uma ficção não pode ser uma colagem de fatos históricos, isto é um documentário. O cinema precisa de uma trama, de alegrias e tristezas”, afirma.

Luiz Gonzaga fez Silveira voltar atrás na primeira decisão. Em busca do relato de vida de Gonzagão, o cineasta resolveu dar outra chance ao registro biográfico. Para tal feito, iniciou uma pesquisa aprofundada para desvelar os pequenos acontecimentos da trajetória do personagem. Há dois anos, Silveira realiza uma garimpagem que visita livros, familiares, amigos, lugares, personagens aqui e acolá, e confessa: a imensidão de informações - e também o confinamento delas - protelou o fim da busca por todo este tempo.

“Gonzagão é muito maior do que eu imaginava. Achei que, no começo, iria ser um filme fácil de levantar, mas o roteiro continuava sem força dramática. Era muito complicado entrar em contato com os parentes e, cada vez que eu descobria algo novo, me sentia intimidado pelo tamanho de Gonzaga. Finalmente acho que o roteiro chegou num tamanho bacana”, afirma o cineasta. Após esboços de nomes e boatos que, diz, vieram sabe-se lá de onde, a produção tem título definido. Vai se chamar Gonzaga: de pai para filho.

A proposta de Silveira busca a expressão das afetividades familiares, tal qual o fio que conduz a trama de 2 filhos de francisco. Enquanto, neste caso, o pai dos biografados era elo emocional e protagonista eleito, aqui é Gonzaguinha, o filho, que toma as rédeas do olhar sobre o pai. A figura de Gonzaguinha deve catalizar os eventos que norteiam a trama e servir de elo de cumplicidade entre espectador e a história contada.

“Cada história pode ser contada por diversos interlocutores. A principal, e maior, seria a contada pelo próprio Luiz Gonzaga. Mas sei que é impossível esgotar a história de qualquer pessoa, especialmente de Gonzagão, então não quero a pretensão deste relato”, diz o cineasta. “Escolhi o filho pois, assim, temos liberdade poética, e podemos explorar o drama entre o pai que não aceitou bem o filho”, continua.

O filme veio por encomenda ocasional de uma fita K-7. Silveira deu o play e ouviu uma gravação em que, nas suas palavras, Gonzaguinha revelava: “Não conheci meu pai direito e amanhã é o enterro dele”. O arroubo fez o cineasta perceber que o que tinha em mãos se tratava de um “drama muito forte entre duas pessoas muito importantes para o Brasil. Um deles tinha mudado completamente o destino da nossa música”.

A previsão é de que as filmagens sejam realizadas no ano que vem, a fim de que em 2011 o filme seja lançado. O desafio atual, segundo Silveira, é definir as locações e fechar o elenco. “Devo fazer teste de locações no Recife, a partir de julho ou agosto, mas vou demorar a achar um ator que tenha o carisma de Gonzagão, ou mesmo o rosto parecido”, diz. Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo também devem receber as filmagens, que passam pelo município de Exu, onde nasceu Luiz Gonzaga. O orçamento não está fechado, mas o roteiro recebeu prêmio do BNDES. A Columbia Pictures tem participação no projeto.

Apesar de ter nascido em Brasília, Silveira tem ascendência pernambucana. Costumava passar as férias no sítio do avô, em Carpina. “Meu avô também se chama Breno e me levava para a feira de Caruaru, onde eu conheci a obra de Gonzaga. Eles tinham sido amigos. Às vezes, acho que estou percorrendo algo que me marcou na infância”.

Link: http://jc3.uol.com.br/jornal/2009/11/10/not_354227.php

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

‘Como ter cultura se 90% das cidades não têm um cinema?’ Jornal da Tarde-SP

CRUZADA - Juca Ferreira; o homem da Cultura de Lula fala que é possível diminuir a vala que separa museus, teatros e cinemas da maioria da população. E diz que a imprensa é pessimista demais

Júlio Maria, ulio.maria@grupoestado.com.br

Um ano e dois meses antes do fim da era Lula, o ministro da Cultura Juca Ferreira, 60 anos, repete a frase quando vê o brasileiro ao lado de povos ditos ‘mais cultos’. “Nós não somos feitos de um barro diferente.” Suas convicções e projetos, como o polêmico Vale Cultura, que oferece R$ 50 por mês a trabalhadores de baixa renda para serem gastos em cultura, prestes a entrar em vigor, e a reforma da não menos ruidosa Lei Rouanet, têm como ponto de partida uma visão curiosa. Ao JT de seu gabinete, por telefone, na última quarta-feira, o ministro reconhece que as coisas não estão bem, mas diz ver caminhos para que a cultura do brasileiro faça jus às pretensões de uma nação que se anuncia, ao menos em Brasília, como ‘o país do futuro’.

Um vale mensal de R$ 50 não é pouco para um trabalhador ir ao teatro, ao cinema e a shows em uma cidade como São Paulo?

Quando a gente não tem nada e passa a ter alguma coisa, isso já é um avanço. Eu concordo que é pouco, o presidente Lula concorda também. Ele me disse duas vezes que acha R$ 50 pouco, que poderia ser entre R$ 80 e R$ 100. Já perguntei a ele: ‘posso dizer isso, presidente?’. E ele respondeu: ‘tudo o que eu disser você pode dizer’. Agora, a maioria da população brasileira gasta entre R$ 30 e R$ 40 por mês com cultura. E a isso será acrescentado mais R$ 50. É pouco, mas não é desprezível.

Há uma exposição gratuita aqui em São Paulo, na Faap, dos artistas Os Gêmeos, reconhecida pela crítica como um acontecimento cultural no ano. É de graça, mas não vemos pessoas de bairros mais pobres por lá. E a cultura, mesmo gratuita, acaba circulando entre os mesmos que podem pagar por ela. Será que dinheiro resolve a questão?

Menos de 10% dos brasileiros entrou em um museu na vida, 13% vão uma vez por mês ao cinema e só 17% compram livros. E aí você vê que 92% dos municípios brasileiros não têm sequer uma sala de cinema ou de teatro. A gente tem de fazer uma política cultural que permita a abertura de cinemas, a diminuição do preço dos ingressos, o estímulo ao teatro. É um processo aí que, em um prazo de uns dez anos, poderá mostrar uma realidade diferente.

Dez anos?

Já há reflexos, algumas mudanças já começaram, mas olha só um exemplo sobre o que você falava: há cinco meses eu passei de carro pela Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, e olhei uma fila que ia da Cinelândia até a Praça Mauá. Disse no carro: ‘isso deve ser fila do INSS’. E a pessoa que ia ao meu lado disse: ‘não, é que hoje a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal cobra R$1 pela entrada no concerto’. Então, a gente não pode ser pessimista. Sobre a Faap, minha filha estuda lá, eu sei que é um ambiente elitizado, talvez a escola mais cara do Brasil. Então, certamente isso já é um fator de inibição, ela tende a ter um público coerente com essas características. O que você fala é real, é um ponto de partida, a restrição de uso inibe a frequência. E sabe de uma coisa? O fato desses equipamentos culturais estarem concentrados no centro da cidade ou em bairros de classe média dificulta porque as pessoas têm de sair da periferia, pegar um ônibus, sai tudo muito caro. E chega lá o cinema é caríssimo, a pipoca é a mais cara do mundo, há um sistema de economia da cultura para poucos no Brasil, e é preciso abrir isso. Olha, eu estive em Cuba agora e fiquei impressionado. Sabe qual é a tiragem de um livro por lá? Cem mil exemplares (no Brasil, a média é em torno de 3 mil).

O problema é que são apenas livros que o governo permite que os cubanos leiam…

Não diga assim não, eu vi lá, tem livro crítico ao governo também. Na Argentina, a mesma coisa. Nós não somos feitos de um barro diferente desse povo não.

O sucesso do seu ministério só acontece com o sucesso do Ministério da Educação?

Estamos tentando recuperar um casamento que foi desfeito há uns 30 anos, quando a Cultura foi para um lado e a Educação foi para outro. Essa formação de plateia que você fala tem de começar na escola. Um livro tem de ser bem apresentado para as crianças como uma fonte de prazer, não como uma tarefa. E tem de ter música na escola. Acabaram com isso com uma reforma (nas escolas) que só quis preparar o jovem para o mercado de trabalho.

Quando o excluído se intimida com o ambiente, ele cria sua própria cultura e…

(Interrompendo) Cria sua cultura e fica no sofá assistindo TV.

Desculpe ministro, mas ele cria culturas ‘não oficiais’ fortes como o hip hop, o maracatu…

Isso uma minoria, a maioria fica lá vendo TV no sofá.

Mas há movimentos fortes de periferia, o rap em São Paulo, os regionalismos em Salvador.

Não é só em Salvador não, regionalismo tem em São Paulo também.

Quando vocês pensam em regional pensam na Bahia, quando pensam em universal, pensam em São Paulo.

Só falei Bahia porque o senhor é baiano…

Não, vamos misturar isso aí que fica melhor.

Quando um homem se torna um profissional intelectualizado, como o senhor, ele não corre o risco de se distanciar dessas manifestações mais marginais?

Não é difícil entender. As pessoas não querem só comida, querem comida, diversão e arte. Eu vou lhe dizer uma coisa: nós estamos às vésperas de virar um grande país. Dentro de dez anos vamos ser a quinta economia do mundo e, se o pré-sal se mostrar viável em exploração, vamos nos tornar um dos 5 produtores de petróleo. Então, esse é um país que já está sendo respeitado, e não podemos carregar nas costas as mazelas que trouxemos da nossa história.

E que cultura teremos? Seu ministério historicamente sempre recebeu as menores verbas.

Nós temos um complexo de inferioridade permanente, um complexo de vira-lata, como dizia Nelson Rodrigues. Como vamos ter padrão cultural se mais de 90% dos municípios brasileiros não têm um cinema ou um teatro? Se em todos os países (que proporcionaram acessos culturais) funcionou, por que aqui não funcionaria? Nós não somos feitos de um barro diferente. Agora, sinto que o Brasil está andando para frente, mas vou dizer uma coisa que acho que você não vai gostar: o Brasil não percebe que está vivendo um processo positivo porque a imprensa se especializou nos aspectos negativos.

O senhor está repetindo um discurso do presidente Lula…

Não, estou de acordo com boa parte da população que sente necessidade de boas notícias. Por que só trabalhar o lado negativo?

O senhor fala isso por mágoas com relação a críticas feitas à Lei Rouanet (que garante dinheiro público para projetos de cinema, teatro e música)?

Eu saí pelo Brasil todo discutindo a Lei Rouanet e acho que ganhei a discussão.

Caetano Veloso sai para fazer shows com dinheiro público de Lei Rouanet. Adriana Calcanhotto vai se apresentar fora do País com dinheiro público. O que o povo ganha com isso?

Veja, os números da Lei Rouanet são muito negativos. Só 3% dos proponentes, que são os artistas consagrados, ficam com mais da metade do dinheiro e 80% desse dinheiro vai para artistas do Rio ou de São Paulo. Essa crítica tem um ponto de partida correto, mas um ponto de chegada errado. Se os artistas não precisam desse dinheiro, o povo precisa desses artistas. Você não pode ter uma política pública na qual você só oferte artistas que o povo não reconhece. Os grandes artistas são os que de fato permitem que façamos a ‘viagem humana’ cultural necessária a todos. A lei como é hoje não exige nada. Agora, na reforma que estamos fazendo, só empregaremos dinheiro em projetos que terão redução de custos, para dar acesso a mais pessoas. A bilheteria tem de baixar o preço.

E a qualidade do que se faz? Vemos ainda muita coisa ruim sendo feita com dinheiro público.

Eu vou dizer uma coisa que nem acho bom ficar falando. Quando cheguei a Brasília, assistia a todas as peças financiadas pelo Ministério. Se fosse crítico teatral, seria muito duro com a maioria das coisas que eu via. Agora, em lugar nenhum do mundo existe só produção de qualidade. Existem as muito boas, que é a minoria, as boas, as medianas e algumas porqueiras com as quais a gente tem que conviver.

O que o senhor acha da qualidade da TV no Brasil?

A TV aberta é um problema, nossos filhos lidam diariamente com sequestro, assassinato, parece que o mundo é infinitamente pior do que na verdade é porque descobriram esse filão aí (de noticiar tragédias) e estão indo cada vez mais longe. São tripas explícitas o tempo inteiro na tela no momento em que pessoas de seis, nove anos estão assistindo. Eu tenho um filho de nove anos. Ele mesmo desistiu de assistir televisão.

O filme ‘Lula, O Filho do Brasil’, que será lançado em 2010, já está sendo chamado de estratégia eleitoreira.

Com ou sem filme, Lula tem mais de 80% de popularidade. E por que se pode fazer um filme em torno de uma banda de rock, por que pode se fazer o 2 Filhos de Francisco e não se pode fazer um filme em torno de um personagem tão importante como o Lula?

TIRO AO ALVO

“Nós sofremos do complexo de vira-lata, como dizia Nelson Rodrigues. Como vamos ter cultura se mais de 90% dos municípios não têm um cinema?”

“A Faap é talvez a escola mais cara do Brasil. Então, certamente isso é um fator de inibição, ela tende a ter um público coerente com essas características”

“Com ou sem filme, Lula tem mais de 80% de popularidade. E por que se pode fazer o filme 2 Filhos de Francisco e não se pode fazer um de Lula?”

* Publicado por Marcelo Lucena/Comunicação Social
Jornal da Tarde-SP, Julia Maria,
fonte: Ministério da Cultura

Iniciada a Guerrilha no Cariri











A Guerrilha do Ato Dramático Caririense foi aberta na tarde do dia 7 de novembro, sábado, em Crato-CE, com a Procissão das Artes Cênicas, tendo a participação de artistas das companhias de teatro e dança envolvidas, Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto, artistas circenses e maracatu do da comunidade Carrapato. O evento é promovido pelos Pontos de Cultura Socieadade Cariri das Artes e Sociedade de Cultura Artística do Crato, em parceria com companhias de tetro e dança da região, e se estenderá até o próximo dia 22.

À noite, às 19h30min, foi apresentada no Teatro Rachel de Queiroz a peça teatral infantil "A Flor e o Sol, de Cícero Belmar, com a Cia. Teatral Anjos da Alegria, direção de Yarley de Lima. Já ontem, domingo teve o teatro infantil com a peça "Os 3 Porquinhos", também com a Cia. Teatral Anjos da Alegria, desta vez dirigida por Flávio Rocha.

Até quinta-feira, 12, a partir das 19h30, haverá peças infantis. A Guerrilha vai até o dia 22 deste mês.








A peça infantil "A Flor e o Sol", de Cícero Belmar, com a Cia. Teatral Anjos da Alegria

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