domingo, 18 de dezembro de 2011

Cultura do Pânico


Luiz Domingos de Luna*

A possibilidade de um observador, acompanhar a história da humanidade no espaço tempo, no Planeta Terra. Um dilema será apresentado à espécie - o aumento de seu índice matemático, como o ser humano é um consumidor por excelência, O consumo terá também sua taxa acrescentada. Este vetor tem sido uma constante na história do homem.

A Produção, a fonte, sempre foi e será a natureza, assim se forma uma equação perversa, a cada aumento global da população com certeza aumenta o dano à natureza; assim a equação perversa passa a ser um mal necessário; pois a elasticidade populacional gera um custo muito alto para o espaço geográfico, vez que, a cada ocupação humana, milhares de espécies terão que desocupar “o seu habitat”, e os ecossistemas passam a ser um espaço exclusivo do seres humanos. – Espaços urbanos.

A Bomba populacional elaborada nos mais distintos espaços é uma realidade inexorável no tempo presente. Não dá mais frear, nem empurrar o problema para o futuro, muito menos, fingir que não existe. São fatos reais, comprovadas cientificamente, as estatísticas provam, já existe um consenso quanto a esta problemática, resta inserir meios plausíveis de: a cada pulo populacional, um salto na cultura do consenso, da seriedade, da responsabilidade, do compromisso do bem estar com o Planeta Terra. Urge assim, a necessidade de se criar em toda a conjuntura humana um desenvolvimento sustentável, tendo como premissa a continuidade dos seres humanos no planeta e a diminuição no Maximo possível de transgressão da natureza.Ao que parece ser solução, na verdade é um problema maior, Senão vejamos: Projeções apocalípticas, radicalismo exagerado, exposição de Pânicos futuros sem fundamentação teórica criteriosa, ideologias direcionadas balofas, e falta de compromisso com a relação entre a bomba populacional, as exigências dela advinda e a preservação da natureza.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora - Ceará.

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