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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Convite!




fonte:blogdocrato

Skank, Jota Quest, Lulu Santos, Nando Reis,confira todas as atrações do festival Férias no Ceará 2010


Pelo terceiro ano, o Governo do Estado do Ceará promove o “Férias no Ceará“, evento que reúne grandes nomes do pop-rock nacional em shows gratuitos. A partir de 7 de janeiro até dia 7 de fevereiro, os cearenses e visitantes poderão conferir apresentações de bandas nacionais na capital e em diversos municípios cearenses.

Um total de cinco atrações animarão as férias em 16 municípios, são eles: Jota Quest, Skank, Lulu Santos, Nando Reis e Biquini Cavadão. Os shows estão marcados para acontecer sempre a partir das 20h.

Programação de Janeiro de 2010
07 – quinta – Itapipoca – Jota Quest
08 – sexta – Quixeramobim – PRAÇA DIAS FERREIRA – Jota Quest
09 – sábado – Fortaleza – PARQUE DO COCÓ – Jota Quest
10 – domingo – Juazeiro do Norte – PARQUE DE EVENTOS PE. CICERO – Jota Quest
14 – quinta – Crateus – PRAÇA DA MATRIZ – Nando Reis
15 – sexta – Guaramiranga – PRAÇA DO TEATRO MUNICIPAL RAQUEL DE QUEIROZ – Nando Reis
16 – sábado – Fortaleza – PARQUE DO COCÓ – Nando Reis
17 – domingo – Crato – LARGO DA RFFSA – Nando Reis
21 – quinta – Iguatu – PRAÇA 7 DE SETEMBRO – Skank
22 – sexta – Sobral – BOULEVARD DO ARCO – Skank
23 – sabado – Fortaleza – PARQUE DO COCÓ – Skank
24 – domingo – Cascavel – PRAÇA – Skank
28 – quinta – Taua – PARQUE DA CIDADE – Lulu Santos
29 – sexta – Aracati – PRAÇA – Lulu Santos
30 – sabado – Fortaleza – PARQUE DO COCÓ – Lulu Santos
31 – domingo – Barbalha – PARQUE DA CIDADE – Lulu Santos

Abidoral Jamacaru: ícone da música do Cariri/Nesse novo ano que se inicia, venho aqui homenagear 3 dos meus grandes ídolos!


Abidoral Jamacaru é natural do Crato, região do Cariri. Cantor, compositor e pensador, Abidoral lançou em 1986, de forma independente, o LP "Avallon", que pode ser considerado um marco na produção musical cearense. Com uma produção muito bem cuidada de Luiz Carlos Salatiel e um trabalho gráfico incrível de Romildo Alves e Edelson Diniz, o trabalho de Abidoral Jamacaru representa muito bem a riqueza cultural do Cariri. "Avallon" tem participações muito especiais do grupo "Bendegó", de Tiago Araripe , Xico Carlos, Paulinho, os três ex-integrantes do grupo de rock "Papa-Poluição" . Participaram também do disco vários músicos de SP, onde o LP foi gravado. Em 2001, Avallon foi re-lançado em CD pelo projeto 107 da Rádio Universitária FM, sob o comando do jornalista Nelson Augusto. Na ocasião, Abidoral fez um show em Fortaleza para lançar o CD. Dihelson Mendonça, nome da cultura do Crato, está fazendo um documentário sobre Abidoral Jamacaru que foi lançado em 2008. O trailer do filme já pode ser assistido no "You tube".

Espia só o que temos no Cariri...


"Cleivan Paiva é de Simões, Piauí. Cearense por destino. Em sua primeira arribada pousou, de viola em punho, no Cariri cearense. Em Crato, início dos anos setenta, uniu-se a poetas do Grupo de Artes Por Exemplo-principalmente ao poeta Rosemberg Cariry. Nasceram as primeiras parcerias e vieram os tempos dos "Ases do Ritmo", grupo local de bailes, e as apresentações, como compositor, no movimento artístico da região. No violão e na guitarra, Cleivan tecia o fio de sua trajetória musical. Tudo lá, registrado no seu fraseado: do toque seresteiro-herança paterna- à batida de bossa nova; do ponteio da viola de feira àquela escala ao modo de um velho blue; beatlemania, bandas cabaçais, jovem-guarda, rodas de maneiro-pau e tropicália; balacubaco geral que o artista mais atento e inquieto incorpora sem copiar e devolve sob a forma de composições de extrema originalidade. Tudo, enfim, sem render-se aos modismos das chamadas "indústrias de cultura". "Guerra e Paz" é isto aí: uma mostra da materialização dessa longa trajetória sonora, vivenciada na geografia de díspares regiões. Nos anos 70, Cleivan formou, ao lado de Bá Freire, Isânio Santos, Audizio (Tapioca) e Bill Soares (ex- Papa Poluição) - o Ave de Arribação. O grupo arribou mesmo e, fatalmente, atuou em São Paulo; shows no metrô, nas praças e nos teatros da periferia. Quando desfeito, seus integrantes buscaram outros rumos musicais. Cleivan fez (faz) de tudo no ramo; desde gravações, como acompanhante em estúdios, até apresentações em casas noturnas. Também atuou em festivais: na Tupi classificou "Perímetro Urbano" (Nota: Na ocasião defendida por Marku Ribas) , incluída nesse disco (nele rende tributo a Victor Assis Brasil, tocando-a com arranjo do genial saxofonista). Antes disso, participou do Festival Universitário de SãoPaulo, com trabalhos de parceria com Rosemberg Cariry e Ivan Alencar. Conhecíamos Cleivan através de inúmeras fitas que caíam em nossas mãos, neste circuito ultramarginal, revelador das mais ricas reservas musicais que não estão no mercado. Mas, por aí a obra fica escondida e só os mais chegados tem o privilégio de ouvi-la. É necessário, então, romper o cerco imposto pela indústria fonográfica multinacional, aliada a certos impérios da comunicação vendidos aos seus interesses. E pinta o inevitável disco independente ou alternativo. Guerra e Paz é mais um nesta desigual batalha contra os "gigantes" que anunciam um certo "marasmo cultural"no atual momento brasileiro e tiram do colete rendosos modismos musicais que vem "salvar"o país desta suposta indigência criativa . Toda esta farsa se passa na terra de Vandré, Hermeto, Elomar, Cego Oliveira e Chico Maranhão; isto sem falar em tantos outros músicos e compositores de extraordinário talento que só tem suas canções registradas nos cassetes da vida. São os passageiros daquele trem que avança, conforme escreveu Marcus Venícius, "sem chegar a nenhuma estação/de rádio/sem fazer nenhuma parada/de sucesso!" Até quando permanecerá este boicote contra a mais legítima música popular brasileira ? Sabemos apenas que é preciso teimar na resistência, na lutra contra este imperialismo cultural."

Texto de Firmino Holanda escrito em 1984. Atualmente Cleivan Paiva mora no Crato, CE.

CLEIVAN PAIVA - GUERRA E PAZ
Participações especiais de Luanda (voz) e Vitor Assis Brasil (arranjo de base da música
"Perímetro urbano"
Músicos: Marcos Juan, Proveta, Gil, Demontier, Ubaldo, Isânio Santos, Tapioca, Rubens Quinin e Cacá. Cleivan Paiva toca violão e guitarra, além dos vocais.
Lado A:
1-Raso da Catarina (Cleivan Paiva)
2-Santa Cruz de Capibaribe (Oswaldinho)
3-Rosa (Cleivan Paiva)
4-Canudos (Cleivan Paiva/Rosemberg Cariry)
5-No sertão e na cidade (Cleivan Paiva/Rosemberg Cariry)
6-Para cantar o amor distante (Cleivan Paiva/Rosemberg Cariry)
Lado B:
1-Guerra e Paz (Cleivan Paiva/Rosemberg Cariry)
2-Angorá (Cleivan Paiva/Luanda)
3-Perímetro urbano (Cleivan Paiva/Aloísio Silva)
4-Procura (Cleivan Paiva/Getúlio Oliveira)
5-Incenso (Cleivan Paiva/Rosinha de Canãa)
6-Serenidade (Cleivan Paiva/Geraldo Urano)

Fonte:http://musicadoceara.blogspot.com/2007/07/cleivan-paiva-guerra-e-paz.html

falando em GENIALIDADE, CD e LIVRO: A BUSCA DA PERFEIÇÃO - Dihelson Mendonça



Sabendo por ser uma curiosa da boa música do talento desse artista caririense que só nos envaidece com sua obra, pensei em divulgar seu trabalho que já não é tão recente, e recomendar como uma das mais belas obras que tive o prazer de apreciar, me recordo de um arranjo que Dihelson Mendonça fez para música do Pachelly, que Lia Chaves cantava com refrão: azul, três vezes..."da cor da alegria", marcou minha história com a música, nunca imaginei que esses talentos, que essa obra tinha sido composta por artistas da região, e na minha imaturidade me surpreendi com tão bela e perfeita composição, são essas e outras razões que me fazem ter amor por escrever e dedicar momentos do meu dia a divulgar trabalhos artísticos da região do Cariri, sou uma orgulhosa desse berço estrelado que é o lugar onde nasci, PARABÉNS Dihelson!

Dihelson Mendonça é Pianista, arranjador, Compositor, Fotógrafo, Videomaker, webdesigner, além de inúmeras outras atividades. Reside atualmente em Crato-CE, onde mantém um grande estúdio de produções audio-visuais, e de onde mantém diversos websites dedicados à promover a Música Instrumental Brasileira, o Jazz, e a música Clássica. Como músico profissional há 20 anos, tem viajado pelo mundo, divulgando a sua arte e sua região, e procurado promover os grandes valores da arte e da cultura. Criador do Blog do Crato, o maior website da região, com mais de 50 escritores e milhares de artigos e membros. Embora sua principal paixão seja o seu Piano, Dihelson Mendonça é artista de múltiplos talentos. Tem se dedicado com grande empenho à arte da fotografia e do vídeo. Atualmente produz vários documentários e CDs em seu estúdio. Seu site oficial: www.dihelson.com

Nesse trabalho autoral de Dihelson Mendonça e mais de 30 colaboradores estão reunidos Música, Literatura e Artes Visuais em um CD e livro fotográfico de mais de 100 páginas. Um trabalho de arte conceitual que merece estar nas mãos de todos aqueles que sabem apreciar a ARTE.
Um trabalho sobre a Existência Humana...
A Imaginação...
As relações cósmicas
As Religiões e as Crenças...
As Filosofias...
O Enigma da Arte
A Ciência e os Dogmas
A música enquanto vibração do universo
Um trabalho conduzido por inúmeras mãos...
Onde a Arte é levada ao seu devido Templo!



CD e Livro - A Busca da Perfeição
Produzido e dirigido por Dihelson mendonça
Arte gráfica: Soma9 Arte & Mídia
Concepção: Dihelson Mendonça
Realização: Reginaldo Farias
Fotografia: Dihelson mendonça e Pachelly Jamacaru

Já à venda em Amilton Som - Crato - CE - Vendas pelos correios.
FONTE:http://dihelson.blogspot.com/2009/11/cd-e-livro-busca-da-perfeicao.html

FOLIA DE REIS - REISADO ( 6 de janeiro ).




FOLIA DE REIS - REISADO ( 6 de janeiro ).

A Folia de Reis é uma festa religiosa de origem portuguesa, que chegou ao Brasil no século XVIII. Em Portugal, em meados do século XVII, tinha a principal finalidade de divertir o povo, enquanto aqui no Brasil, passou a ter um caráter mais religioso do que de diversão.
No período de 24 de dezembro, véspera de Natal, a 6 de janeiro, Dia de Reis, um grupo de cantadores e instrumentistas percorre a cidade entoando versos relativos à visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. Passam de porta em porta em busca de oferendas, que podem variar de um prato de comida a uma simples xícara de café.A Folia de Reis, herdada dos colonizadores portugueses e desenvolvida aqui com características próprias, é manifestação de rara beleza. Os reciosos versos são preservados de geração em geração por tradição oral.
Os instrumentos utilizados são: viola, violão, sanfona, reco-reco, chocalho, cavaquinho, triângulo, pandeiro e outros instrumentos.
Os personagens somam doze pessoas e todos os integrantes do grupo trajam roupas bastante coloridas, sendo eles: Mestre, Contra-Mestre, os Três Reis Magos, Palhaço e Foliões.

1.O Mestre e Contra-mestre: donos de conhecimentos sobre amanifestação, são aqueles que comandam os foliões.

2.O Palhaço: com seu jeito cínico e dissimulado, deve proteger o Menino Jesus, confundindo os soldados de Herodes. O seu jeito alegre e suas vestimentas coloridas são responsáveis pela distração e divertimento de quem assiste à apresentação. Representando o Mal, usa geralmente máscara confeccionada com pele de animal e vai sempre afastado um pouco da formação normal da Folia, nunca se adiantando à "bandeira". Apesar de seu simbolismo, é personagemalegre, que dança e improvisa versos, criando momentos de grande
descontração.

3. Os Foliões: grupo composto de homens simples, geralmente de origem rural; são os participantes da festa que dão exemplo grandioso através de sua cantoria de fé.4.Reis Magos: os Três Reis Magos fazem a viagem da Esperança, certos de encontrarem sua estrela.


Até há pouco, podia-se ouvir ao longe ou, com sorte, encontrar, vindo de bairro distante, um grupo especial de músicos e cantadores, trajando fardamento colorido, entoando versos que anunciam o nascimento do Menino Jesus e homenageiam os Reis Magos. Trata-se, naturalmente, da Folia de Reis que, no período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, Dia de Reis, peregrina por ruas à procura de acolhida ou em direção a algum presépio.
Com sanfona, reco-reco, caixa, pandeiro, chocalho, violão e outros instrumentos, seguem os foliões pela noite adentro em longas caminhadas, levando a "bandeira" (estandarte de madeira ornado com motivos religiosos), a qual tributam especial respeito. Vão liderados por mestre e contra-mestre, figuras de relevância dentro da Folia por conhecerem os versos - são os puxadores do canto.

"Era meia-noite em ponto
Bateu asa e cantou o galo
Bateu asa e cantou o galo..."

"Que Jesus dê vida e saúde
Só voltamos para o ano
Só voltamos para o ano..."

Os foliões cumprem promessa de, por sete anos consecutivos, saírem com a Folia e arrecadar em suas andanças donativos para realizarem anualmente, no dia 20 de janeiro, Dia de São Sebastião, festa com cantorias e ladainhas.Durante a caminhada, é carregada a "bandeira" do grupo, um estandarte de madeira enfeitado com motivos religiosos.
O ponto alto da festa se dá quando dois grupos se encontram.
Juntos, eles caminham em direção ao presépio da festa, o ponto final da caminhada.


"Ó di casa, ó di fora
Qui hora tão excelente
É o glorioso santo Reis
Qui é vem do Oriente

Ó de casa, ó de casa
Alegra esse moradô
Que o glorioso santo Reis
Na sua porta chegô

Aqui está santo Reis
Meia-noite foras dóra
Procurou vossa morada
Pedino sua ismola

Santo Reis e Nossa Senhora
Foi passeá em Belém
São José pediu ismola
Santo Reis pede também

A ismola que vóis dá
Nois viemo arrecebê
O glorioso santo Reis
É quem vai agradecê

Santo Reis pede ismola
Não é ouro nem dinhêro
Ele pede um agitoru
Um alimento pros festero

Sôr dono da casa
Vem abri as portaria
Recebê santo Reis
Com sua nobre folia

Sôr dono da casa
Alevanta e cende a luz
Vem a ver santo Reis
O retrato de Jesus

Paremo na sua porta
Com oro na balança
Aqui tamo a sua espera
Da sua determinança

Deus te sarve casa nobre
Nos seus posto tão honrado
Ande mora gente nobre
Que de Deus é visitado

Deus o sarve a luz do dia
Deus o sarve a claridade
Deus o sarve as três pessoa
Da Santíssima Trindade

Deus o sarve as três pessoa
Com a sua santidade
É três pessoa divina
Aonde nasce a divindade

O sinal da Santa Cruz
É principo de oração
É o principo desse canto
Desta rica invocação

Deus te sarve oratóro
É coluna que Deus fez
Hoje tá visitado
Do glorioso santo Reis

Deus te sarve oratóro
Cum todo seus ornamento
Deus te sarve as estampinha
E as image qu’estão dentro

Deus te sarve as image
As pequena e as maió
Numa rica divindade
Sincerra em uma só

Sôr dono da casa
Alegra seu coração
Arreceba santo Reis
Com todo seus folião

Santo Reis desceu do céu
Cortano vento nas asa
Vei pedi um agasaio
Para o dono desta casa
Santo Reis e vem girano
Cançadim do trabaio
Procurô vossa morada
Pra pedi um agasaio

Santo Reis veio voano
Nos are fez um remanso
Procurô sua morada
Pra fazê o seu descanso

Sôr dono da casa
Muito alegre deve está
Do glorioso santo Reis
Hoje vei lhe avisitá

Concluímo este canto
Fazeno o siná da cruz
Pade, Fio, Esprito Santo
Para sempre, amém Jesus".

"Santos Reis vai despedindo
Deixando muita saudade.
Vai deixando muita benção
Pro povo desta cidade."

Na cidade de Muqui, sul do Espírito Santo, acontece desde 1950 o Encontro Nacional de Folia de Reis, que reúne cerca de 90 grupos de Folias do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. É o maior e mais antigo encontro de Folias de Reis do país.
O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Município e tem data móvel.

Na França, existe um costume antigo de consumir uma espécie de torta doce e recheada, a "Galette des Rois", em todo o mês de janeiro, e principalmente no primeiro domingo de janeiro, Dia de Reis.Ao comprar a galette em "Boulangeries" (padarias) ou "Pâtisseries" (docerias), o francês ganha duas coroas de papel. Essa tradição vem desde a época dos romanos, quando se colocava uma "fève" (fava) seca ou grãos de feijão dentro da torta para se escolher o "Rei do Dia".
Quem encontrar a fava na sua fatia, é eleito rei por um dia e tem até o direito de escolher a sua rainha. Atualmente, essa fava seca foi substituída por uma figura de porcelana.É, com certeza, uma comemoração muito popular que faz a alegria de crianças e adultos.A "Galette des Rois" francesa é preparada com massa folheada e recheada com um "Crème Frangipane" (creme de amêndoas), muito perfumado e delicioso, receita criada pelo pâtissier francês Pascal Regnault, especialista também em crepes, galettes e outras delícias francesas.
Na Itália e na Espanha, a galette é feita de pão doce em forma de coroa, decorado e recheado com frutas cristalizadas.
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BOLO DIA DE REIS

200g de manteiga
200g de açúcar
200g de amêndoas em pó
4 ovos
75g de farinha de trigo
2 discos de massa folheada de 3ml de espessura
Fôrma de 22cm de diâmetro
2 ovos ligeiramente batidos para pincelar a massa

MODO DE PREPARO:

Bata em batedeira a manteiga com o açúcar e as amêndoas. Depois que a mistura clarear e crescer, junte aos poucos os quatro ovos, um de cada vez, sem parar de bater. Incorpore por último a farinha e bata mais um minuto, só para misturar.
Reserve na geladeira.

Montagem:

Coloque um disco de massa folheada na fôrma e espalhe por cima o creme. Coloque uma e cubra com o segundo disco de massa folheada. Pincele com ovo batido. Asse em forno pré-aquecido a 200°C, durante aproximadamente 25 minutos. Deixe esfriar, desenforme e sirva.
Rendimento : 10 porções
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SIMPATIAS COM AS ROMÃS:


A romã é uma fruta considerada um símbolo da fecundidade pela quantidade excessiva de sementes. A abertura da romã é associada a defloração. Ela é um símbolo do amor, da vida e da morte. Na Roma Antiga, jovens recém-casados usavam coroas de ramos de romãzeira.
Na mitologia, Perséfone, após seu rapto, recusa qualquer alimento enquanto no reino dos mortos, mas ao saber de sua libertação, acaba comendo três sementes de romã que asseguram o seu retorno ao inferno e ao amante, por três meses a cada ano.
Essa descida ao mundo subterrâneo possui uma conexão com o aspecto transformador do feminino. A opção de Perséfone, simboliza o reconhecimento de que não é mais a mesma donzela guardada até então, ciosamente, por sua mãe.
1) No dia de Reis, coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo.

2) No Dia de Reis, dia 6 de janeiro, pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro.Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, oque der.
Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.


3) Coloque uma romã dentro de um saquinho de pano vermelho e ofereça aos 3 reis magos: Baltazar, Gaspar e Melchior. Pendure esse saquinho atrás da porta e deixe lá o ano inteiro.

4) Coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o ano novo.

5) Retire 9 sementes de uma romã e peça aos 3 reis magos, Baltasar, Belchior e Gaspar, que neste ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro. Depois pegue três das nove sementes e guarde em um saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.As outras três sementes você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar.

É infalível! Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.
FONTE:foidessejeitoqueouvidizer

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Dia 04 de janeiro de 2010, segunda, 18h30, Canal Brasil




Sob a direção dos filhos Bárbara e Petrus Cariry, o programa remonta a biografia do símbolo do cinema nordestino. A trajetória e a obra de Rosemberg Cariry são analisadas nas vozes de grandes nomes como o produtor Luiz Carlos Barreto, os cineastas Geraldo Sarno e Nelson Pereira dos Santos, o escritor Oswald Barroso; os atores Dira Paes e Chico Diaz, além do próprio biografado, dentre outros.

Logo em seguida será exibido um dos longa metragens do cineasta e compositor Rosemberg Cariry, o filme “O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto” de 1985 e vencedor do prêmio Glauber Rocha – melhor filme do Júri Oficial . Recebeu o Tatu de Ouro – melhor filme do Júri Popular e o também melhor filme do Ofício Católico Internacional de Cinema – OCIC.

O argumento do filme é a história da comunidade religiosa do “caldeirão”, movimento religioso liderado pelo beato José Lourenço, que criou uma comunidade baseada no socialismo, nos anos 30. Assim como em Canudos, a comunidade foi reprimida pela polícia e o saldo foi mais de mil camponeses mortos.

É uma ótima chance de não só se conhecer melhor um dos mais premiados diretores cearenses como também um pouco de sua obra.

Missão de Pe. Ibiapina no Cariri faz 145 anos



Religioso fez três visitas ao Cariri, atuando na reforma de igreja e construção das Casas de Caridade


Casas de Caridade eram destinadas a moças pobres. Elas eram educadas para a fé e o exercício dos trabalhos domésticos


A data até o momento passou despercebida na região. Atuação do Padre Ibiapina no Cariri influenciou Padre Cícero

Crato O ano de 2009 termina sem nenhuma comemoração dos 145 anos do início da ação missionária do Padre Mestre Ibiapina em terras caririenses. Uma data que, até o momento, passou despercebida, apesar dele ter deixado uma extensa obra social na região do Cariri, entre as quais a construção de casas de caridade, cemitérios, igrejas, açudes e barragens. Atualmente, o processo de canonização de padre Ibiapina encontra-se na Congregação das Causas dos Santos, no Vaticano.

Padre Ibiapina já é oficialmente reconhecido como Servo de Deus, após o documento "Nihil Obstat" da Santa Sé, emitido a 18 de fevereiro de 1992. No último dia 17 de setembro, por ocasião da visita "ad limina", os 22 bispos do Regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que abrange os Estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), tendo à frente o arcebispo de Maceió, Dom Antônio Muniz Fernandes, solicitaram celeridade no processo de canonização do Apóstolo do Nordeste.

Esquecimento

"Infelizmente, não costumamos cultivar nossa memória", lamenta o professor de História da Universidade Regional do Cariri (Urca), Océlio Teixeira. O pesquisador também considera que "Padre Ibiapina, com certeza, foi o maior cearense do século XIX".

Numa época em que a Igreja Católica vivia atrelada ao Estado imperial e o clero, por sua vez, vivia longe do povo, Padre Ibiapina deu curso a um novo modelo e, conforme escreve José Comblim, rompeu "radicalmente com essa estrutura eclesiástica tradicional. Na idade em que muitos sacerdotes já pensam no seu estabelecimento definitivo, numa função sedentária que lhe permita economizar as energias declinantes, Ibiapina escolhe a vida itinerante no interior".

O assessor da Cáritas Diocesana, Alex Josberto Andrade Sampaio, a quem cabe a animação das ações sociais da Diocese do Crato, informou que as comemorações da atuação do Padre Ibiapina na região foram transferidas para o mês de novembro. Ele diz que o Padre Ibiapina é fonte do trabalho pastoral da Diocese.

Visitas

O trabalho missionário do Padre Ibiapina, também conhecido como "apóstolo do Nordeste" na região do Cariri teve início em 14 de outubro de 1864, na então vila de Missão Velha, estendendo-se até o início de fevereiro do ano seguinte. Durante esse período ele visitou, além de Missão Velha, a vila de Barbalha e o povoado de Conceição do Cariri, hoje município de Porteiras.

Como principal obra dessa primeira visita à região, Padre Ibiapina inaugurou, em 2 de fevereiro de 1865, a Casa de Caridade da vila de Missão Velha. A ideia de base das Casas de Caridade fundadas pelo religioso por todo o Nordeste era o acolhimento das pequenas órfãs. Ali as meninas receberiam uma educação completa e seriam preparadas para serem boas esposas e mães de família.

A educação nestas casas era tão boa, a cargo das irmãs que ficaram conhecidas por beatas, que muitas famílias pediram para que suas filhas pudessem participar da formação. Nas Casas de Caridade havia também a "roda de enjeitados" pela qual se recebiam as crianças cujas mães não tinham condições para criá-las.

Influência

Desse ato de inauguração da Casa de Caridade de Missão Velha participou o cratense Cícero Romão Batista, à época um jovem de cerca de vinte anos de idade, que segundo os mais diversos estudiosos foi fortemente influenciado pela pregação do Padre Ibiapina e pelo seu exemplo de serviço ao povo pobre e humilde do Cariri. Cícero viria a se tornar um dos líderes religiosos mais importantes da região, fazendo da cidade que fundou, Juazeiro do Norte, um polo de peregrinação.

A segunda visita à região ocorreu no período de maio de 1868 a agosto de 1869, passando mais de um ano na região. Nessa etapa, ele visitou Missão Velha, Barbalha, Caldas (vila de Barbalha), Crato, Goianinha (atual distrito de Jamacaru), Jardim, Porteiras, Milagres, Brejo Santo e Vila de São Pedro (atualmente Abaiara). As principais ações foram a construção de capelas, recuperação de igrejas e três Casas da Caridade.

A terceira e última visita do religioso ao Cariri ocorreu no período de 9 de fevereiro de 1870 a 25 de abril do mesmo ano. Visitou as Casas de Caridade implantadas na região. Depois dessa data, Ibiapina não realizou mais missões no Ceará. O padre peregrino continuou seu trabalho missionário até 1876, quando foi acometido por uma doença que o deixou paralítico, não podendo se locomover sozinho. Passou a residir na Casa de Caridade de Santa Fé, na Paraíba. Nessa Casa, ele viveu mais sete anos, participando ativamente da vida da comunidade. Faleceu no dia 19 de fevereiro de 1883.

BIOGRAFIA
Religioso optou pela vida missionária

Crato José Antônio Pereira Ibiapina nasceu em 5 de agosto de 1806, na Vila de Sobral. Era o terceiro filho do casal Francisco Miguel Pereira e Teresa Maria de Jesus. Em 1816, sua família se transfere para a vila de Icó e Ibiapina é matriculado na escola do professor José Felipe. Nessa vila seu pai trabalhou como tabelião público, sendo convidado em 1919 para ocupar o mesmo cargo na recém-criada Comarca do Crato. Em Crato, Ibiapina teve aulas com o José Manuel Felipe Gonçalves.

Diante das agitações políticas após a Revolução Pernambucana de 1817, que teve na vila de Crato um de seus pilares no Ceará, o pai de Ibiapina, em 1820, resolve enviar o filho para a recém-criada vila de Jardim para estudar com o latinista Joaquim Teotônio Sobreira de Melo. Em 1823, toda a família se transfere para Fortaleza. Nesse ano morre sua mãe e Ibiapina ingressa no Seminário de Olinda, onde permaneceu por um curto período.

Em Fortaleza seu pai e seu irmão mais velho, Alexandre, se envolveram na Confederação do Equador. O pai foi fuzilado em 1825, e o irmão, preso em Fernando de Noronha, onde morreu pouco tempo depois. Ibiapina, que voltara ao Ceará no inicio de 1824, teve que assumir e manter financeiramente a família. Segundo o estudioso padre Francisco Sadoc de Araújo, foi nessa época que adotou o sobrenome Ibiapina, uma homenagem do pai à povoação de São Pedro de Ibiapina, como também fizeram outros confederados a fim de homenagear topônimos regionais.

Em 1828, Ibiapina retorna ao Seminário de Olinda para continuar os estudos. No entanto, permanece apenas seis meses. Após o seminário, Ibiapina ingressou no Curso de Direito do Recife, concluindo em 1832. No ano seguinte, Ibiapina exerce o cargo de professor substituto de Direito Natural na Faculdade de Olinda, foi eleito Deputado Geral e nomeado, em dezembro, Juiz de Direito da Comarca de Campo Maior (hoje Quixeramobim) do Ceará.

Concluídos os trabalhos legislativos, em 1837, Ibiapina voltou para o Recife e resolve exercer a advocacia. No entanto, ele passa a exercer efetivamente a profissão na Paraíba. Em 1840 volta ao Recife e continua a exercer a advocacia. A partir de 1850, no entanto, Ibiapina resolve abandonar seus trabalhos forenses e inicia um período dedicado à meditação e exercícios de piedade.

Após três anos de meditação e reflexão, Ibiapina decide-se pelo sacerdócio. Nesse sentido, em 12 de julho de 1853, aos 47 anos de idade, ele se tona Padre Ibiapina. Logo após sua ordenação, o Bispo Dom João da Purificação o nomeia Vigário Geral e Provedor do Bispado, e professor de Eloquência do Seminário de Olinda, mas opta pela vida missionária.

Padre Ibiapina começou então seu trabalho missionário pelo Interior do Nordeste. Até sua morte, em 13 de fevereiro de 1883, ele peregrinou por Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Paraíba. Em cada lugar ele pregava, orientava, promovia reconciliações, construía açudes, igrejas, cemitérios, cacimbas, dentre outras tantas obras.

Em diversas vilas construiu Casas de Caridade, destinadas a moças pobres. Elas eram educadas para a fé, o exercício dos trabalhos domésticos e para o casamento. No Ceará ele esteve entre 1862 a 1870. Primeiro na região norte, na vila de Sobral e adjacências. Depois no Cariri, sul da província.
FONTE:http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=714700

MAIS INFORMAÇÕES
Cúria Diocesana
Rua Teófilo Siqueira, 631
(88) 3521.1110
Fax: (88) 3523.7819.

Antônio Vicelmo
Repórter
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