O interVEMação é um projeto idealizado pelo Coletivo Pé no Mundo que visa misturar várias vertentes da arte, e trás em sua segunda edição a exposição de Telas do Artista Plástico Jeovanio Ferreira, que através de uma visão surrealista retratará em seu trabalho a interpretação dos poemas de vários autores da nossa região!
A Exposição terá duração de três dias e contará com a seguinte programação:
SEXTA FEIRA DIA 27
19:00 horas - Abertura da exposição
20:00 horas - Show com a banda Quebra Tranca
Local: Galeria da RFFSA
SÁBADO DIA 28
19:00 horas - Início da exposição
20:00 horas - Recital de Poesias
Local: Galeria da RFFSA
DOMINGO DIA 29
09:00 horas - Início da exposição
12:00 horas - Encerramento da exposição
13:00 horas - Show com Janinha Brito
Local: Clube Recretívo Grangeiro
OBS: A entrada no Clube Recreativo Grangeiro, será restrita a sócios e convidados.
seja um seguidor da CULTURA CARIRI
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Fins de Tarde dos Domingos!
Janinha Brito, ao lado dos seus parceiros musicais: Sidinho e Weskley Sousa, fazem com sucesso, fim de tarde no boteco João e Maria, por trás da URCA, Campus Pimenta!
Com um repertório alegre e valorizando a época do vinil, passeiam do samba ao rock, entre Dorival Caymmi e Mutantes, num passeio delicioso entre suingue e emoção!
Domingo, a partir das 18:00h, uma oportunidade de encontrar pessoas do bem, relaxar pra começar a semana numa boa e ouvir boa música!
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Professor Pinheiro: Sejamos todos canalhas
| Deputado Estadual pelo PT Professor Pinheiro é ex-secretário de Cultura do Estado do Ceará |
Por Alexandre Lucas*
Dois
discursos, duas compreensões de caminhos e o mesmo partido marcaram a abertura
da III Conferência Estadual de Cultura do Ceará realizada em Fortaleza, no período 20 a 23 de setembro de 2013. O
discurso de saída do ex-secretário de Cultura, o professor Pinheiro, que deixa
a pasta para assumir sua vaga na Assembleia Legislativa e o discurso de chegada
do novo Secretário, o professor Paulo Mamede, apesar de serem do mesmo partido,
apontou a contradição de discursos.
Nas duas
gestões do Governo Cid Gomes, a Secretaria de Cultura do Estado vem sendo
dirigida pelo Partido dos Trabalhadores – PT. O que tem demonstrando uma série
de equívocos e contradições comparada aos avanços que vem ocorrendo na
conjuntura nacional. O que percebemos
neste período foram um atrofiamento e a criação de um sistema inoperante de
gestão e de políticas públicas para a cultura, essa foi uma marca presente nas
duas ultimas gestões dos professores Auto Filho e Pinheiro.
Os trabalhos da
Secretaria Estadual de Cultura
concentraram suas ações, quando tiveram, na região metropolitana de Fortaleza,
a lógica de acesso aos recursos públicos da cultura para a população foi
invertida, a política de editais passou a analisar aspectos jurídicos em primeiro
plano e como secundário o conteúdo dos projetos, privilegiando neste caso restritos
círculos. O atraso na liberação de recursos para
pagamento de editais e cachês foi uma das identidades desta instituição. Os
fóruns de linguagens se concentraram também na capital cearense. As ações de
formação do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura que antes circulavam pelas regiões do Estado
foram cessadas. Não é percebida nenhuma política pública que se caracterize
como vetor de desenvolvimento social, econômico e sustentável para o conjunto
da população cearense que tenha sido brotada destas gestões. Temos ainda
grandes problemas no que diz respeito à própria estrutura de funcionamento e
operacionalização da SECULT – CE.
Por outro
lado, vivemos uma conjuntura de ascensão dos movimentos sociais ligados à arte
e a cultura em nosso país, um dos fatores que impulsionaram essa situação foi o
avanço das forças progressistas no campo institucional, a partir do Governo
Lula.
O Ministério
da Cultura teve avanços consideráveis no que diz respeito à ampliação, diversificação
e descentralização dos recursos públicos para financiamento da cultura, bem
como o entendimento da necessidade das
políticas intersetoriais como elemento estruturante de desenvolvimento, que
caminhem além de uma gestão de governo.
Um dos
destaques do Governo Lula foi o Programa Cultura Viva (O Programa dos Pontos de
Cultura) que se caracterizou como principal política pública do Ministério da
Cultura, Dentre os fatores destacamos que representou o programa que mais
descentralizou recursos públicos para cultura no Brasil. No Governo de Fernando
Henrique Cardoso, o Ministério da Cultura tinha cerca de 100 convênios com
instituições de grande porte, a maioria vinculada ao sistema financeiro, como
as fundações culturais bancárias. Já no final do Governo Lula esse numero chega
próximo a 3.000 convênios com as mais diversas instituições e movimentos
sociais ligados às culturas e as artes do povo Brasileiro, atingido as populações
da zona rural e urbana, da cultura digital e indígena, do hip-hop
e dos terreiros de candomblé, das escolas de samba e das escolas para
pessoas com necessidades educacionais especiais. Mas, o Cultura Viva
representou mais que descentralização de recursos, representou também a
compreensão da importância do domínio dos recursos tecnológicos, a partir dos
kits multimídia que foram proporcionados a cada “ponto” e que puderam fazer com
que a diversidade do povo brasileiro redescobrisse e descobrisse o Brasil, contando as suas histórias com os
seus olhares e percebendo a partir do olhar do outro. Esses pontos espalhados
pelo Brasil criaram as suas teias, os seus intercâmbios e as suas articulações
políticas que ultrapassaram o viés institucional e que contribuiu para o
acrescentamento das lutas e o empoderamento dos movimentos sociais ligados a
cultura, tendo destaque, por exemplo, a luta pela PEC 150 que prevê o percentual de recursos
para a cultura de 2% para a União, 1,5% para os Estados e 1% para os
Municípios, bem como do Projeto de Lei do Cultura Viva.
Apesar de
temos sofrido com o retrocesso da atual gestão do Ministério da Cultura em
relação ao Programa Cultura Viva, continuamos avivados defendendo a retomada deste Programa, agora
como Política de Estado.
Nesta
compreensão, os movimentos sociais da Cultura foram protagonistas por avanços
nas políticas públicas do Ministério da Cultura. De acordo com o idealizador do
Programa Cultura Viva, o historiador Célio Turino “É preciso transformar o Cultura
Viva em política pública efetivamente apropriada pelo povo”.
Esse dois
paralelos tem um entendimento diferenciado do papel e das formas de dialogo com
os movimentos sociais. Parece-me que o primeiro, que está relacionado à situação
do Ceará se prisma no discurso dos movimentos sociais, mas que não consegue
torna-lo orgânico dentro da sua estrutura de gestão e o segundo parece que
torna os movimentos sociais parte
integrante da gestão, sem cair no servilismo. Vale ressaltar que me remeto no
caso da conjuntura nacional nas gestões de Gilberto Gil e Juca Ferreira.
Mas o que isso
tem haver com a III Conferência de Cultura do Ceará? Vamos contextualizar, em agosto de 2012,
artistas de diversas cidades cearenses começaram a se mobilizar politicamente em
torno do Movimento Arte e Resistência – MAR, o qual discutiu e apresentou
diversas críticas e proposições para a gestão da cultura. Pela internet
circulou uma petição pública que contou
com cerca de três mil assinaturas de artistas, produtores, pesquisadores,
brincantes, escritores e gestores culturais. O documento foi encaminhado ao
Governador e ao Secretário de Cultura da época, Professor Pinheiro.
O documento continha sete eixos
de proposições: 1 – Gestão: Reestruturação e qualificação da
SECULT-CE, 2 – Autonomia da Secretaria da
Cultura, 3 – Formação, 4 – Equipamentos Culturais, 5 –
Editais, 6 – Produção e
Circulação e 7 – Recurso/Orçamento. O Governador Cid Gomes
recebeu a documentação e dias posteriores anunciou um pacote para a pasta da cultura. O pacote não contemplava as reivindicações do documento
na sua essência, apenas anunciava basicamente duas coisas: reformas de
equipamentos culturais e realização de concurso.
O documento
entregue tinha dossiês também das seguintes linguagens: Dança, Teatro, Áudio
Visual, Circo, Música, Patrimônio, Artes Visuais. A Documentação foi referenda
por 98 entidades, entre companhias, grupos e coletivos das cidades de Crato,
Fortaleza, Maracanaú, Paracuru, Itapipoca, Tabuleiro do Norte e Juazeiro do
Norte.
Entretanto,
essa demanda foi desprezada e as vozes dos diversos segmentos abafadas. O ex-secretário que enche a boca para manifestar sua identidade ideológica e que aos quatro
cantos diz ser das fileiras do Partido dos Trabalhadores carrega um discurso contraditório
entre concepção e tratamento dado aos movimentos sociais, um discurso de ódio
aos acontecimentos de agosto de 2012. Não existe uma receita, isso é claro,
para compreender a conjuntura da Secretaria de Cultura do Estado,
diante das dimensões e complexidades que
é enfrentar um órgão com poucos recursos, mas é preciso para qualquer gestor,
em especial, aos que em tese está ligado as forças progressistas fazer um
esforço para escutar, mediar e
encaminhar as demandas dos movimentos sociais.
Ao finalizar o
seu discurso de abertura da Conferência e despedida da Secretaria, o professor
Pinheiro falou de forma clara e imperativa duas coisas: chamou a movimento de
2012 de Canalha e a outra coisa foi
dizer que iria lutar pela aprovação do
Plano Estadual de Cultura na Assembleia Legislativa. O Plano é fruto de uma
série de encontros não capitalizados politicamente, mas é um instrumento
importante para avançar nos marcos jurídicos da cultura e das conquistas
sociais, muitas das proposições do documento encaminhado ao Governador estão
contidas no Plano.
Desta forma podemos
compreender que agora o professor Pinheiro quer ser um canalha, seja canalha
professor, terá o nosso apoio!
Já o atual
secretário Paulo Mamede, também do PT,
disse no seu discurso que veio
para ser ponte, logo se conclui que os caminhos estavam interrompidos e
acrescentou dizendo que “Eu tenho lado, meu lado, é os movimentos sociais”.
Pois é professor Pinheiro, o secretário Mamede já veio canalha. Agora só falta
você! Sejamos todos canalhas.
*Pedagogo e
artista/educador.
alexandrelucas65@hotmail.com
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Bastinha - Uma crítica bem humorada
Cordelista, professora e responsável pela
inclusão da disciplina de Literatura Popular do Curso de Letras da Universidade
Regional do Cariri, Bastinha Job vem desenvolvendo o seu trabalho poético desde
a infância. Pertencendo a Academia dos Cordelistas do Crato, ela destaca com orgulho que “É bastante dizer que ela (Academia) revelou inúmeros poetas, atualmente
com mais de mil títulos publicados e mais de um milhão de folhetos lançados,
com temáticas abrangentes”.
Alexandre Lucas – Quem é Bastinha?
Bastinha - Professora aposentada,
cordelista na ativa,
Assaré do Patativa
é minha terra amada;
Crato é a mãe idolatrada,
que me acolheu em seu seio,
aqui encontrei o veio
da joia da Educação,
da completa Formação
que me deu força e esteio.
Alexandre Lucas – Como se deu seu contato com a poesia?
Bastinha - Leio desde a meninice
Patativa e Aderaldo,
deslumbrei-me com Clarice,
no momento, leio Ubaldo,
Pompílio e Zé da Luz
estilo que me seduz;
E viajei com Lobato,
neles, vivi a magia
setas da minha
poesia
e guias do meu contato.
Alexandre Lucas – Fale da sua
trajetória poética:
Bastinha - Minha trajetória
começou desde criança quando fiz o curso de declamação na Escola de Arte de
Sara Quixadá Felício Participei de muitos jograis que se apresentavam em
grêmios escolares, comemorações. Continuamente, fiz o Curso Primário, o
Pedagógico e cursei Letras na antiga Faculdade de Filosofia. (URCA) Ensinei
Língua Portuguesa em quase todos os colégios do Crato. Durante muitos anos (até
aposentar-me) na referida URCA . No ano de 1993 consegui um gol de placa: criei
com dois colegas, a Cadeira de Literatura Popular sendo a primeira professora
do mencionado Curso. Graças a Deus a Cadeira se mantém forte e firme
descobrindo vários talentos.
Alexandre Lucas – O que
representa a Academia dos Cordelistas do Crato para você?
Bastinha - A Academia dos
Cordelistas do Crato, fundada pelo saudoso Elói Teles de Morais, no ano
de 1991, não é só um marco na minha vida; mas para toda a Cultura Popular
do Crato e do Nordeste. Através dela, me descobri cordelista. Ela também
resgatou o cordel que estava agonizante, mascarado pelos meios de comunicação
de grande e monopolizador poder. E o melhor, foi por causa dela
,que eu não medi esforços para fundar a Cadeira de Literatura Popular da URCA. A
Academia., sim, merece um troféu!
Alexandre Lucas – Como você
define a sua poesia?
Bastinha - Eu faço poesias críticas
com pitadas de humor
e alfinetadas políticas,
mas também falo de amor;
meu poetar é a arma
que incita ou que desarma,
que faz rir, que faz chorar;
em suma ela é catarse
autêntica e sem disfarce
um compromisso a se
honrar!
Alexandre Lucas – Como ocorre o seu processo criativo para a
poesia?
Bastinha - Não tenho um processo criativo específico. Sigo as minhas intuições
inspiradas pelos fatos do cotidiano, acontecimentos políticos, sociais, religiosos e, sobretudo, crítico humorísticos.
Alexandre Lucas – Como você avalia a produção literária na
região do Cariri?
Bastinha - Nossa região é
muito bem servida neste setor. Nossa Cultura é rica e diversificada. No tocante
à literatura de cordel, principalmente, houve grandes impulsos, nessas
duas últimas décadas,com a criação da Academia dos Cordelistas do Crato
(a qual pertenço). É bastante dizer que ela revelou inúmeros poetas, atualmente
com mais de mil títulos publicados e mais de um milhão de folhetos lançados,
com temáticas abrangentes. Nossa Academia transpôs fronteiras, e, só
precisa de apoio financeiro dos órgãos competentes.
Alexandre Lucas – Você acredita que a literatura é um
instrumento político?
Bastinha - É sim. A política é que não toma conhecimento de sua importância na
literatura. Através da poesia, o poeta critica, louva, aplaude,orienta e
se engaja em qualquer setor: político,
social, religiosa, histórico, onírico, etc, etc...
Alexandre Lucas – Quais os seus próximos trabalhos?
Bastinha - Diariamente os acontecimentos me fazem escrever sonetos, trovas e cordéis. Entretanto, estou compilando meus textos mais
pertinentes a fim de escrever meu tão sonhado livro.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
A história por trás de uma capa clássica: SECOS E MOLHADOS!
FONTE: http://www.somvinil.com.br/nos-compramos-os-albuns-white/
O primeiro disco do “Secos e Molhados”, que leva o nome do grupo, completou recentemente os 40 anos de seu lançamento (1973), impressionou o país e foi relançado recentemente em Vinil de 180 gramas.
A performance e as caras pintadas dos integrantes foram a inspiração para o Kiss, segundo boatos que dizem que foi um produtor gringo que após uma tentativa frustrada de trabalhar com o Secos & Molhados teria criado o Kiss.
Boatos ou não, a verdade é que os caras criaram algo totalmente diferente e inusitado à época. Além das letras de teor político, cômico e ao mesmo tempo ácido, os caras apareciam de caras pintadas e apresentavam performances ainda inéditas no palco.
Fazendo jus ao nome do grupo, um então fotógrafo do jornal carioca Última Hora, chamado Antônio Carlos Rodrigues, produziu uma mesa de jantar com produtos vendidos em armazém (nome genérico para secos e molhados), com pães, linguiças, cebolas, grãos de feijão, vinho de marca barata, etc. O nome do grupo, em cima da mesa, em letras roxas brilhantes, alude à placa que João Ricardo teria visto numa visita à Ubatuba e que lhe deu a ideia para o nome do conjunto. Dentro das bandejas, estão as cabeças de Ney Matogrosso, João Ricardo, Gerson Conrad e Marcelo Frias, o baterista que não aceitou integrar o grupo.
Rodrigues já havia fotografado a cabeça de sua mulher servida num prato na revista Fotoptica, inspirado por meninas na praia com o rosto pintado e, por trabalhar no mesmo jornal que João Apolinário, pai de João Ricardo, não demorou em conhecer o grupo. “Eu ainda não conhecia o grupo e quando fiquei sabendo do nome, montei uma mesa no meu estúdio com vários secos e molhados, coloquei a cabeça deles ali e os maquiei”, contou em entrevista à revista Bizz. No estúdio fotográfico, demoraram uma madrugada para a sessão de fotos da capa. Por debaixo da mesa estavam sentados em cima de tijolos. “Ficamos lá a madrugada inteira, sentados em cima de tijolos”, conta João Ricardo, “e fazia um frio horroroso debaixo da mesa”. Ney Matogrosso lembra que “Em cima queimava, por causa das luzes [...] comprei os mantimentos no supermercado, a toalha foi improvisada com plástico qualquer, a mesa era um compensado fino que nós mesmos serramos para entrarem as cabeças.” Segundo João, “Tínhamos fome e estávamos duríssimos, fomos tomar café com leite. Não sei por quê, mas não me lembro de termos comido os alimentos da mesa.”
Alguns autores notam que já na capa do disco existe uma cena e um comprometimento antropofágico, com as cabeças sobre bandejas numa mesa “para o deleite gastronômico dos ouvintes”. A capa integrou uma exposição em junho de 2008 no Centro Cultural da Espanha, em Miami, que reuniu as 519 melhores capas do pop e rock latino-americano. Em 1995, a banda Titãs produziu o clipe da música “Eu Não Aguento” com a introdução do baixo de “Sangue Latino” e com a cabeça de seus integrantes à mesa, em pratos. Em 2001, o jornal Folha de S. Paulo a elegeu como a melhor capa de LP de toda a história da música popular brasileira.
O disco navega pelos tons da MPB e do Rock Progressivo, além de trazer o místico e incrívelNey Matogrosso nos vocais. O álbum já mostrava toda a originalidade de um dos maiores fenômenos da música brasileira e vendeu mais de 300 mil cópias. São oito faixas, sendo sete do compositor e violonista João Ricardo. Fazem parte do disco os sucessos “O Vira”, “Sangue Latino”, “Mulher Barriguda”, “Assim Assado” e uma melancólica versão de “Rosa de Hiroshima” (Gerson Conrad/Vinicius de Moraes) interpretada pela inesquecível voz de Ney Matogrosso.
LADO A
1. SANGUE LATINO
2. O VIRA
3. O PATRÃO NOSSO DE CADA DIA
4. AMOR
5. PRIMAVERA NOS DENTES
1. SANGUE LATINO
2. O VIRA
3. O PATRÃO NOSSO DE CADA DIA
4. AMOR
5. PRIMAVERA NOS DENTES
LADO B
1. ASSIM ASSADO
2. MULHER BARRIGUDA
3. EL REY
4. ROSA DE HIROSHIMA
5. PRECE CÓSMICA
6. RONDÓ DO CAPITÃO
7. AS ANDORINHAS
8. FALA
1. ASSIM ASSADO
2. MULHER BARRIGUDA
3. EL REY
4. ROSA DE HIROSHIMA
5. PRECE CÓSMICA
6. RONDÓ DO CAPITÃO
7. AS ANDORINHAS
8. FALA
terça-feira, 17 de setembro de 2013
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