sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Meu Pai, por: Domingos de Luna

Aurora, Ce
Meu Pai
Luiz Domingos de Luna*

Posso chamar de Pai
A Vida ele me deu
Na construção do meu eu
O respeito vem e vai

Fica a recordação
Do lindo ensinamento
O Meu sentimento
Sempre no coração

Na selvageria social
A bondade ele expressa
Uma vida que começa
Ao primeiro sinal

Difícil civilidade
Implantar na geografia
Serenidade e sabedoria
No opaco olhar da cidade

Oh! Ingrata geração
Para dar alinhamento
O Brilho do Conhecimento
O Pulsar da gratidão

Caldo cultural deficiente
Espaço rústico de dor
Cuide mestre, Meu Senhor
Na seleção da semente

Viajaste hoje ao mundo celestial
A Paz e o ensinamento
Quebrando sempre correntes
Plantando boas sementes
Num mundo desigual.
(*) Professor-Aurora- (CE)

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